A Jornada de Lupe - 1ª temporada

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A Jornada de Lupe - 1ª temporada

Mensagem por Lupe89 em Qua Jul 07, 2010 10:25 am

Olá pessoal das Lendas de Midgard, vou postar a minha fic espero que gostem por enquanto tem 3 temporadas, boa leitura

Lupe89
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1º e 2º capítulo

Mensagem por Lupe89 em Qua Jul 07, 2010 10:33 am

A Jornada de Lupe
Volume 1- O Início

Capitulo 1 - Escolhas

Prontera, 15h30min da tarde

Uma grande cidade cheia de gente, inclusive cheia de mercadores vendendo seus itens ocupando uma rua inteira, mas um pouco longe numa outra rua onde passava pouca gente, tinha um menino que aparentava ter 11 anos usando uma camisa e uma bermuda um pouco rasgada pedindo esmola pra o pessoal que passava, alguns davam a ele colocando zeny numa vasilha e o menino diz sempre pra uma pessoa que colocava zenys na vasilha:

–Obrigado que Deus te abençõe.

Na esquina dessa rua apareceram três gatunos adolescentes, o primeiro tinha um cabelo e olhos escuros usando um capacete de Orc, o segundo era uma mulher de cabelos longos e ruivos e de olhos azuis, o terceiro era um loiro de olhos claros, ambos eles olharam ele de longe e rindo sarcasticamente, quando o menino terminou de pedir esmola recolheu os zenys e colocou no bolso, mas quando ele ia saindo, os três gatunos apareceram e o 1º disse:

–Parado aí moleque!!!

O menino se virou e disse:

–O que vocês querem?

A gatuna disse:

–Acho que vc deve saber muito bem o que eu quero.

–Nós queremos o seu zeny– disse o outro gatuno.

–Esse zeny é meu, porque vocês não vão pegar seus zenys– disse o menino.

–Vamos pegá-lo– disse a gatuna.

Eles foram em direção ao garoto correndo, o garoto correu também, mas eles eram mais rápidos, o primeiro pegou o garoto deu um soco na barriga o segundo deu um chute na perna, o garoto reagiu e deu um soco nele que o gatuno disse:

–Isso é tudo que pode fazer?Tome isso!!

Ele deu um soco na cara do garoto, o outro aproveitou e deu um chute que o garoto gritou de dor e a gatuna disse:

–Me de logo os seus zenys, ou você vai apanhar ainda mais.

O garoto todo dolorido e sangrando deu todos os zenys que estavam na vasilha e os gatunos saíram correndo e olhando pra ele rindo maldosamente, a gatuna mandou um beijo e continuou rindo maldosamente.

O garoto ficou chorando e passou a mão pra limpar o sangue que tava escorrendo do seu rosto e disse sozinho:

–Um dia eu vou me vingar, e eles vão pagar caro.

Ele continuou chorando, mas de repente...

–CURAR!!

A magia de cura o envolveu e o garoto fechou os olhos como se sentisse que estava meditando, quando acabou a magia uma sacerdotisa adulta de cabelos e olhos castanhos apareceu, se abaixou perto do garoto e disse:

–Você está bem?– disse colocando a mão nas costas

–Ahn, eu acho que sim– disse o garoto chorando que quando passou a mão no rosto e viu que estava sangrando pela mão.

–Deixa que eu cuido desse ferimento– disse a sacerdotisa que se levantou e usou outra magia– MEDICAR!!

Depois que lançou, o menino passou a mão no rosto e viu que não estava mais sangrando na mão.

–Eu não estou mais sangrando– disse o garoto– meu rosto não está mais sangrando.

–Essa magia cura qualquer ferimento– disse a sacerdotisa.

–Uau!! Então muito obrigado – disse o menino que abraçou ela.

–De nada, é pra isso que serve os sacerdotes, eles servem pra ajudar uns aos outros, em batalha contra monstros eles são muito importantes– disse à sacerdotisa que continuou– mas para ser um sacerdote, tem que se tornar um noviço primeiro.

–Que massa, mas tem outras profissões além de ser noviço e sacerdote?–perguntou o menino.

–Antes de lhe dizer isso, como você se chama?– perguntou a sacerdotisa.

–Meu nome é Lupe– disse o garoto.

–Eu sou a Lily, tenho 21 anos um prazer em conhecê-lo– disse à sacerdotisa que apertou a mão do garoto que continuou– tem outras profissões, mas pra você saber delas você tem que ir para o Campo dos Aprendizes.

–Onde fica isso?– perguntou Lupe.

–Fica numa ilha– respondeu Lily– mas pra chegar até lá, você tem que ir pra Alberta, mas não se preocupe eu vou te ajudar a chegar até lá.

–É mesmo, muito obrigado– disse Lupe– então vamos.

–Mas já está quase anoitecendo– disse Lily olhando para o céu que já está começando a ficar escuro– vamos para uma estalagem.

–Não, o dono da estalagem não gosta de mim, ele fica com raiva quando me vê– disse Lupe

–Você está comigo agora, deixa que eu falo com ele– disse Lily

–Tudo bem– disse Lupe.

Estalagem de Prontera, 18h00min da tarde

E assim eles foram pra estalagem, quando entraram o dono que era um cara de bigode viu Lupe chegou perto dele e disse:

–SE PONHE PRA FORA DAQUI, SEU MOLEQUE IMUNDO

O pessoal que tava jantando, viu o dono gritar e a sacerdotisa disse:

–Acalme-se senhor ele está comigo, e pode deixar que eu pago o quarto dele, nós ficaremos somente esta noite.

–Tudo bem então– disse o dono– mas se ele começar a fazer confusão aqui ele vai embora.

–Eu já disse que cuido dele– disse Lily– e, aliás, essa é a última noite que você vai ver ele como menino de rua, ou como você mesmo chama, de “moleque imundo”.

–Ah! E o que você vai fazer com ele– disse o dono todo metido– vai transformá-lo num príncipe, eu duvido.

–Não– disse Lily com toda calma– ele vai ser uma pessoa normal, ou seja, ele vai querer ser alguém na vida.

Deixando o dono calado ela foi falar com a estalajadeira:

–Dois quartos, por favor.

– Quanto tempo vocês irão ficar aqui?– perguntou a estalajadeira.

–Só esta noite– respondeu a sacerdotisa.

–Custa 10k de zeny– disse a estalajadeira.

–Aqui está– disse Lily dando uma nota de 10, 000 zenys, assim que deu a estalajadeira pegou as chaves e entregou pra Lily.

–Tenha uma boa-noite.

–Obrigada, pra você também.

Lily e Lupe subiram, quando chegaram ao quarto Lily disse:

–Você tem que tomar um banho e tem um pijama ali no armário, e eu vou jogar essa sua roupa fora.

–Por quê?–perguntou Lupe.

–Por que amanhã você não será mais um menino de rua– disse Lily– e agora já pro banho, não se preocupe que eu vou ali compra uma coisa pra você usar.

–Tudo bem– disse Lupe

Enquanto Lily saiu do quarto de Lupe, ele foi para o banheiro tirou a roupa suja, rasgada e melada de sangue e foi pro Box tomar banho, pela primeira vez ele viu a água sair do chuveiro e sentiu uma sensação boa de tomar banho quando saiu com atoalha ela já estava no quarto dele segurando uma bandeja de comida e disse:

–Eu comprei umas cuecas pra você e trouxe um jantar.

As cuecas estavam na cama e ela colocou a bandeja na mesa, e Lupe disse:

–Muito obrigado por você me ajudar.

–De nada, mas daqui pra frente você vai ter que fazer tudo sozinho, lá no campo você tem passar por testes pra só depois você escolher a profissão que você deseja– disse Lily

–Mas eu ainda não decidi– disse Lupe

–Eu sei que é difícil, a parte de escolher é muito difícil– disse Lily que continuou– quando eu era uma aprendiz eu também tinha muito medo de fazer a escolha errada, mas hoje eu fiz uma escolha certa, porque quando você escolhe uma profissão você tem que ir até o fim, não poderá voltar atrás, mas não se preocupe o pessoal irá explicar as profissões que existem pra você escolher.

–Isso me deixa mais aliviado– disse Lupe.

–Então coma essa janta e depois durma que amanhã será um novo dia pra você– disse Lily.

E assim Lily foi pra o quarto dela e Lupe depois de comer a comida que ela trouxa ele dormiu.

No sonho Lupe vê os três gatunos rindo da cara dele, e ele sendo um gatuno tenta atacar eles, mas quando ele chega perto os gatunos somem e aparece um sábio de aparência de quase um senhor de cabelos que transforma Lupe em aprendiz e Lupe pergunta:

–Quem é você?

–Eu sou aquele que diz a verdade, eu vi o seu sofrimento e sua vida, se você for escolher uma profissão escolha com o coração, não por vingança– disse o sábio.

Dizendo isso ele acorda e diz:

–Que sonho esquisito eu tive, ai, ai– ele coça a cabeça– amanhã vai ser um longo dia.

Ele volta a dormir. No dia seguinte Lupe acorda com alguém batendo na porta:

–Lupe, você ta acordado?– era a voz de Lily

–Sim, pode entrar– disse Lupe

Ela abriu a porta e disse:

–Bom dia, me desculpe acordar você assim, mas é que trouxe um presente pra você.

Ela dá a caixa pra Lupe que abre e diz:

–Que massa uma roupa novinha.

–Não é só uma roupa, é uma roupa de aprendiz e eu também comprei uma bolsa de aprendiz– disse Lily que mostra uma bolsa de aprendiz pra Lupe.

–Que bom– disse Lupe– quer dizer que eu vou ser um aprendiz.

–Não só vai ser como eu vou te levar pra Alberta, para você ir pra ilha onde fica o campo dos aprendizes– disse Lily.

–Que bom, então a gente vai agora?–perguntou Lupe.

–Sim, vá se arrumar que eu estou te esperando aqui fora– disse Lily.

A sacerdotisa ficou esperando ele fora do quarto, quando Lupe saiu vestido com a roupa de com a bolsa de couro ela disse:

–Você está lindo

–Obrigado, Lily– disse Lupe

Quando eles desceram para o térreo, o dono viu Lupe e disse:
–Então você transformou o moleque imundo num aprendiz– ele riu e disse– eu duvido que ele seja alguém na vida.

–Pois eu vou ser sim– disse Lupe– espere pra ver.

Fechando a cara com o dono da estalagem Lily e Lupe foram pra fora da estalagem e Lily disse:

–Eu vou usar o portal pra gente ir pra Alberta, preparado?

–Sim– responde Lupe

Ela mira no chão da rua e diz:

–PORTAL, LEVE A GENTE PRA ALBERTA.

O portal apareceu, e Lily pede que Lupe entre primeiro, porque o portal só fecha depois que a sacerdotisa invocou entrar. Nisso ele entrou e Lily foi junto.


Alberta, 10h e 30min da manhã


Assim que chegaram pelo portal em Alberta, Lily disse:

–Lupe vamos lá pro porto, tem um barco que leva lá pra ilha onde fica o campo dos aprendizes.

–Ok– disse Lupe

Eles foram caminhando em direção ao porto, mas no meio do caminho apareceram os três gatunos, que atacaram Lupe ontem na Rua de Prontera e Lupe ficou com medo e um deles o loiro de olhos azuis, disse:

– Ora, ora se num é aquele menino de rua que roubamos os zenys dele.

–Ele virou um aprendiz, mas você fica feio mesmo assim– disse a gatuna ruiva

– Então vai me dizer que essa sacerdotezinha lhe ajudou, que meigo– disse outro gatuno do capacete de orc.

–Então são vocês que atacaram ontem, que coisa mais feia– disse Lily– então vocês viraram gatunos só pra roubar zeny dos outros até os dos mais pobres.

–Isso, mesmo queridinha sacer– disse a gatuna– em breve nós vamos nos tornar arruaceiros.

–Nem sei por que existe essa profissão, deveria nem ter criado– disse Lily– só serve pra roubar e mais nada.

–Então você ta levando esse moleque imundo, pra o campo dos aprendizes?– disse o gatuno do capacete de orc.

Lupe ficou com raiva e disse:

–ESSE NOME... NUNCA MAIS ME CHAME POR ESSE NOME!!!

Lupe avançou encima do gatuno com o capacete de orc usando a adaga, o gatuno só fez apenas esquivar que Lupe caiu no chão.

–É só isso que vc sabe fazer, moleque imundo– disse ele rindo sarcasticamente e os outros dois gatunos também riram.

–Você vai ver quem é moleque imundo– disse Lupe e avançou pra cima dele.

Lily que ficou preocupada porque Lupe queria dar uma lição, ajudou-o com uma habilidade:

–AUMENTAR AGILIDADE!!!

Nisso Lupe ganhou velocidade e correu bem rápido com a adaga nas mãos saltou encima dele e atingiu o braço direito dele ferindo-o, o gatuno com o capacete de orc gritou de dor, a gatuna foi socorrer ele e outro gatuno o loiro de olhos azuis disse:

–SEU MOLEQUE IMUNDO, MISERÁVEL!!!

O gatuno foi rápido pra cima de Lupe, usando duas adagas e gritou:

–ATAQUE DUPLO!!!

Lily não perdeu tempo e usou outra habilidade de sacerdotisa pra Lupe:

–KYRIE ELEISON!!!

Quando o gatuno tentou usar as adagas em Lupe, um escudo envolveu Lupe que o gatuno quando foi dar o golpe atingiu o escudo que foi arremessado e caiu nas plantas.

–NÃÃÃÃOOOO– gritou à gatuna que deixou o gatuno com o capacete de orc e foi socorrer o outro.

–Lupe vamos logo pro porto– disse Lily.

Enquanto ia se distanciando dos gatunos a gatuna disse:

–Vocês vão pagar muito caro por isso!!

Chegando ao porto Lily perguntou ao barqueiro se o barco iria para a ilha onde ficava o campo dos aprendizes, o barqueiro respondeu:

–Sim, mas só quem poderá ir são os aprendizes.

Então Lily se virou pra Lupe e disse:

–Eu receio não poder te acompanhar porque só quem vai são os aprendizes.

–Mas como eu irei te ver de novo?– perguntou Lupe

–Se estiver escrito em nosso destino, sim– disse Lily– mas eu sei que a gente vai se encontrar de novo, até lá pegue isso.

Lily deu pra Lupe 15k de zeny e uma carta, e disse:

–Você vai precisar comprar poções e outras coisas, é só isso que eu posso dar pra você, o resto é você que tem que conseguir dropando itens de monstros e trocar por dinheiro e essa carta você entrega pra alguém que ele irá ler essa carta e entenderá tudo sobre você.

–Obrigado, Lily, então a gente se vê– disse Lupe entrando no barco

–Aprendizes, preparem-se que a gente vai pra a Ilha dos Aprendizes– disse o capitão do barco que os aprendizes gritaram de alegria eram quase da mesma idade que o Lupe entre 10 a 15 anos.

–Lily você nem disse que a ilha se chama Ilha dos Aprendizes– disse Lupe

–Eu me esqueci– disse Lily rindo– mas divirta-se e escolha uma profissão que você goste.

O barco saiu do porto e Lupe gritou:

–LILY MUITO OBRIGADO POR TUDO!!!

–EU SEI BOA SORTE, LUPE– gritou Lily que acenava pra ele e Lupe retribui o aceno.

E o barco vai direto pra Ilha dos Aprendizes.


Alberta, 12h 00min da tarde


Os gatunos estavam num bar bebendo e a gatuna ruiva disse:

–Aquela sacerdotisa e aquele moleque imundo me pagam.

–Quem diria que aquele moleque imundo foi ajudado
por uma sacerdotisa– disse o gatuno loiro de olhos azuis que depois bebeu a cerveja.

–Aquele moleque me paga por ter feito isso em mim– disse o gatuno com o capacete de orc mostrando a ferida pra eles.

Enquanto eles bebiam um sábio chegou perto deles e disse:

–Eu sei de quem vocês estão falando

Os três olharam pro sábio e a gatuna disse:

–Quem é você, vovô? E como sabe de quem estamos falando.

O sábio fez uma magia usando a mão fazendo gestos como se segurasse um pescoço de alguém e a gatuna ruiva sentiu o pescoço doer, gritou e foi jogada na parede e o sábio disse:

–Olha com quem você fala garota, meu nome é Mephysto e os seus?

–O meu é Rokusho– disse o gatuno com o capacete de orc

–O meu é Jerry– disse o gatuno loiro– e o da gatuna que vc usou a magia de apertar o pescoço dela e jogar na parede se chama Poly

–SEU IDOTA– gritou Poly que deu um murro em Jerry, que Mephysto usou a magia pra fazer com que ela se sentasse contra a sua vontade.

–Acalmem-se vocês, eu percebi que voces querem se vingar daqueles dois não é?- perguntou Mephysto

-Sim- responderam os tres ao mesmo tempo

-Se vocês quiserem, eu ajudo voces a ficarem mais fortes e terão a sua vingança, o que vocês acham disso?- perguntou o sábio

–Eu estou dentro– disse Rokusho

–Eu também– disse Jerry

–Espera um pouco– disse Poly– e o que a gente ganha com isso?

–Ora, você ganha força e muito dinheiro e para isso vocês tem que ir comigo para Glast Heim falar com uma pessoa– disse Mephysto

–Ok eu aceito a sua proposta– disse Poly– então vamos logo pra Glast Heim

–Que bom que vocês aceitaram–disse Mephysto– eu garanto que vocês não vão se arrependerem.

E o sábio viu um sacerdote passar e tirou um colar preto que depois usou magia e o colar brilhou e soltou um raio atingindo o sacerdote que os olhos dele ficaram vermelhos e se virou pra o sábio e disse:

–O que o senhor quer Mestre?

–Abra um portal pra Glast Heim, pra nós 4– disse Mephysto

–Sim, mestre – disse o sacerdote que usou a magia e apareceram 4 portais e o sábio e os gatunos entraram quando o portal fechou o sacerdote voltou a si.


Glast Heim, 13h00min da tarde


Mephysto, Rokusho, Jerry e Poly apareceram em Glast Heim em frente ao castelo e Poly disse:

–Credo, que lugarzinho cafona, heim?!

–Não há tempo pra brincadeiras, entrem– disse Mephysto

Eles entraram quando chegaram ao salão principal, Mephysto disse:

–Mestre, eu trouxe mais alunos.

–Que bom, Mephysto, eu já estou indo ai!!

Do alto da escada apareceram três monstros: O Barão Coruja, a Jirtas e o MVP Senhor das Trevas, os gatunos ficaram impressionados por ver o Senhor das Trevas de perto, e o Senhor das Trevas disse:

–São três gatunos, que bom a gente vai tornar eles fortes, mas antes de fazer isso o que vocês querem ser?

–Eu quero ser uma arruaceira– disse Poly.

–Eu também quero ser um arruaceiro– disse Rokusho.

–Me desculpe Poly, eu não quero ser um arruaceiro– disse Jerry olhando pra Poly que ficou com raiva e depois olhou pra o Senhor das Trevas– quero ser um mercenário.

–Uma escolha magnífica, brilhantemente magnífica– disse Barão Coruja que depois pega uma taça com vinho dentro e bebe.

–Muito bem– disse o Senhor das Trevas– mas antes eu quero que vocês façam um pacto comigo.

–Um pacto– disse os três gatunos.

–Sim– disse o Senhor das Trevas– Jirtas, por favor, faça.

–Com muito prazer, Senhor das Trevas– disse Jirtas

Ela pegou o chicote e chicoteou Poly, Jerry e Rokusho criando feridas em cada um atingindo no antebraço e o Senhor das Trevas chegou perto deles e tocou na ferida de cada um pegando o sangue de cada um e lambeu as mãos e tocou de novo lançando uma magia curando as feridas que depois o local que estava às feridas apareceu à marca que é o desenho do Senhor das Trevas os olhos dos gatunos ficaram vermelhos e o Senhor das Trevas disse:

–A partir de agora, vocês serão meus servos e os ódios de vocês serão o seu combustível pra ganhar força, odeiem quem vocês quiserem que a suas forças aumente.

–Sim, Senhor das Trevas– disse os três hipnotizados
Quando voltaram a si eles saíram do castelo e o Senhor das Trevas disse pra Mephysto:

–Fez um bom trabalho, Mephysto, agora vá e procure aquele garoto para que seja seu aprendiz.

–Com muito prazer, Senhor das Trevas– disse Mephysto que depois desapareceu.

–Logo, logo eu vou querer a alma deles para mim– disse o Senhor das Trevas.

–Com certeza você vai ter Senhor das Trevas– disse Jirtas

–Sem nenhuma dúvida, você terá as almas deles, Senhor das Trevas– disse Barão Coruja, que depois eles riram sarcasticamente.





Capitulo 2 - Amizades e Inimizades

Ilha dos Aprendizes 15h 00min da tarde

O barco chegou à ilha, e todos os aprendizes saíram do barco e foram para o cais, onde dois soldados, um homem e uma mulher esperavam por eles, e o soldado disse:

–Formem 6 filas. Três são pros homens e três são pras mulheres.

Assim que formaram as 6 filas, a soldada disse:

–Bem vindos à ilha dos aprendizes, aqui é onde vocês que são aprendizes vão treinar para escolher uma profissão a que vocês escolherem ser, é claro que os testes serão muito difíceis.

Todos os aprendizes incluindo Lupe ficaram com uma cara de medo pensando nos testes que irão fazer, e ela continuou:

–Mas isso vocês irão ver lá dentro, vamos entrando, pessoal.

Os soldados foram na frente e os aprendizes acompanharam, passando por uma ponte e chegando ao castelo e o soldado disse:

–Aqui é o castelo onde vocês ficarão aqui até vocês completarem todos os testes e escolherem uma profissão, vamos entrando.

Quando chegaram ao salão principal, tinha 6 mesas com várias fichas de inscrição e uma mulher sentada atrás de cada mesa, e o soldado disse:

–Eu quero que forme uma fila em frente às mesas para vocês preencherem as fichas e, por favor, não empurre e não furem fila.

Os aprendizes formaram filas em frente às mesas e Lupe estava na 2ª fila em frente a segunda mesa para preencher a ficha. O tempo passa e quando chega à vez de Lupe ele só colocou seu único nome e a idade e a mulher que tava sentado na cadeira atrás da mesa disse:

–É só isso que você sabe da sua vida, garoto?

–Sim– respondeu Lupe

–Quer dizer que você não tem pais?– perguntou a mulher

–Eu não sei quem são meus pais– respondeu Lupe

–Nem a data de nascimento, nem nada?

–Sim– respondeu Lupe

–Então quer dizer que você era um menino de rua?

–Sim.

–Não admito meninos de rua aqui nessa ilha– disse a mulher falando alto pra todo mundo ver– guardas ponha esse menino pra fora.

Quando pegaram Lupe, a carta que Lily deu pra ele saiu do bolso e a mulher disse:

–Espere o que é isso?

A mulher pegou e viu que é uma carta e leu:

Sou responsável por este jovem, esse menino teve uma vida difícil, ele nasceu nas ruas, não sabe quem é o pai e nem quem é a mãe, eu quero que deixem este jovem entrar pra ele crescer e ser alguém na vida pra ele poder encontrar os seus pais, por favor, em nome do nosso Deus não o mande embora, façam esse garoto feliz.

Com amor,
Lily


Lendo isso a mulher não se conteve e chorou e disse:

–Soltem esse garoto.

–Mas a senhorita disse pra... – disse o guarda

–Silêncio– disse à mulher que parou de chorar e disse pra Lupe– eu sei que deve ter sido muito difícil pra você, mas você irá ficar aqui até você escolher o que deseja ser e encontrará os seus pais.

–Obrigado, moça– disse Lupe que depois falou em pensamento– e obrigado Lily.

Depois disso, os soldados levaram os aprendizes para seus quartos, cada quarto era grande tinha 6 camas dois banheiros um pra o sexo masculino e outro feminino e cada um os aprendizes tinham colocar o seu nome numa placa que ficava encima da cama pregada na parede. No quarto onde Lupe estava, ficava no terceiro andar, quando chegou mal teve tempo de fazer as malas que um soldado chegou pra ele e disse:

– Encomenda pra você, Lupe.

–Obrigado– disse Lupe.

Era uma caixa quando ele abria, tinha as mesmas roupas de aprendizes, mas só a calça era a mesma e as camisas era com cores diferentes,e viu uma carta quando leu,era da Lily dizendo que gosta muito dele e que ajuda ele como se fosse a mãe dele. Depois que leu viu que tinha chegado mais aprendizes pra ficar no quarto dois homens e três mulheres, e Lupe disse:

–Olá, boa tarde vejo que nós vamos ser colegas de quarto o meu nome é Lupe, tenho 11 anos e os seus?

–Boa tarde pra você também, Lupe o meu nome é Carol, tenho 12 anos – disse à menina que tinha cabelo castanho escuro e olhos também castanhos escuro.

–O meu é Lila, tenho 13 um prazer em conhecê-lo – disse a menina de cabelos cor de marrom-claro e de olhos castanhos escuro.

–Olá cara o meu nome é Dudu, tenho 15 anos– disse o menino de cabelo castanho escuro e de olhos azuis.

–O meu é Fábio, tenho 13 anos– disse o menino de cabelos e olhos castanho escuro que depois disse– eu e Dudu somos primos.

–O meu nome é Pricea, tenho 15 anos– disse a menina de cabelos castanhos e de olhos azuis.

–Lupe, quem foi que enviou essa caixa com roupas pra você?– perguntou Lila

–Foi uma sacerdotisa que me ajudou a vir pra cá, o nome dela é Lily– respondeu Lupe.

–Então você viu a minha irmã?–disse Lila– nossa ela deve ter te ajudado muito.

–Ele era um menino de rua– disse Dudu– num sei se você viu a confusão lá embaixo.

–Mas ainda bem que a minha irmã convenceu o Lupe a ficar aqui– disse Lila.

–Mudando de assunto que profissões vocês irão escolher?– perguntou Carol que depois disse– eu escolhi ser Taekwon pra depois ser Mestre Taekwon na 2ª classe.

–Eu serei uma Noviça– disse Pricea– e pretendo ser uma sacerdotisa na segunda classe.

–Eu serei uma Arqueira– disse Lila– e pretendo ser uma caçadora na 2ª classe.

–Eu e Dudu seremos espadachins– disse Fábio– mas na 2ª classe quero ser Templário.

–E eu quero ser um Cavaleiro– disse Dudu– e você Lupe quer ser o que?

–Eu ainda não decidi– respondeu Lupe.

–Você nunca sonhou qual a profissão você queria ser?– perguntou Carol

–Eu tive um sonho que eu era um gatuno, pra acabar com três gatunos que me roubaram na rua– disse Lupe e as meninas quando ouviu a palavra roubar ficaram assustadas.

–Então seja um gatuno– disse Fábio.

–Mas depois apareceu um sábio pra me transformar em aprendiz e disse que essa não era a profissão que eu deveria seguir– disse Lupe que continuou– por que se eu fosse seguir eu estaria clamando vingança.

–Nossa, mas como você sabe disso tudo– disse Dudu.

–Eu ia pra biblioteca de Prontera o bibliotecário é muito gentil e me deixou ficar estudando lá– disse Lupe– mas eu não estudei sobre as profissões.

–Quer saber de uma coisa Lupe– disse Carol– acho que você deveria se tornar um mago.

–Um mago?– disse Lupe

–É um mago– disse Carol– que tal depois que a gente sair daqui nós formássemos um grupo?

–É uma boa idéia Carol– disse Pricea

–Eu também concordo com ela– disse Lila

–Assim cada um ajuda o outro– disse Dudu

–Boa idéia primo– disse Fábio– o que você acha dessa idéia Lupe?

–Eu também acho uma boa idéia– disse Lupe– e muito obrigado por vocês me aceitarem no grupo.

–Que é isso cara a gente não tem preconceito com pessoas que viveram nas ruas– disse Dudu colocando a mão nas costas de Lupe– todos nós somos iguais, mas vidas diferentes.

Dizendo isso Lupe chorou de emoção e a Lila disse:

–Vamos dar um abraço coletivo em Lupe.

O pessoal foi e abraçou Lupe que depois disse:

–Ok, então eu serei um mago.

–Pessoal já ta ficando tarde é melhor a gente ir pra cantina lanchar– disse Carol.

–É vamos comer– disse Fábio.


Cantina 16h30min da tarde

Todos os aprendizes chegaram à cantina, era igual à cantina de um colégio interno tinha mesa com 6 cadeiras, self- service. Os aprendizes fizeram fila pra pegar o que comer no self- service onde ficava todo tipo de comida, o grupo de Lupe estava na fila pegaram cada um, prato e colocava o que deseja comer, quando grupo saiu da fila com um prato de comida na mão, Lila disse:

–Vamos pra aquela mesa ali.

A mesa que eles escolheram ficava na 2ª fileira, enquanto comia Lupe fazia uma pausa e disse:

–Talvez eu queira ser mesmo um mago, por que, sei lá quando eu sonhei com esse sábio parecia que ele queria que eu fosse aprendiz dele.

–Pra você que até os sonhos dizem qual é a profissão certa pra você escolher– disse Pricea que continuou– eu mesma sonhei que vi um garoto todo ferido em uma batalha e eu não tinha como ajudá-lo, aí apareceu uma Valquíria e me transformou numa noviça e usei a magia da cura e de medicar.

–Eu sonhei que fosse um cavaleiro que queria derrotar o Bafomé– disse Dudu.

–Eu sonhei que estava protegendo uma pessoa na luta contra uma mandrágora, eu me feria direto até que eu consegui derrotá-la e a pessoa me agradeceu– disse Fábio

–Eu sonhei que queria atirar numa maçã bem longe, e vê que coisa, eu estava segurando um estilingue com uma pedra, eu atirava e essa maçã não caía e maçã magicamente falou comigo dizendo que eu deveria usar um arco e flecha– disse Lila

–Nossa Lila que história– disse Carol que continuou– no meu sonho eu não tinha os braços e pra acabar com um zumbi tive que usar os pés e meu chute foi tão poderoso que acabou com ele e eu acordei impressionada.

Todos riram, mas chegou um grupo que veio tirar onda da cara de Lupe, um deles loiro e de olhos azuis que tinha uma aparência de ter 15 anos que disse:

–Você não deveria estar aqui seu moleque imundo, deveria estar na rua.

–Isso mesmo lugar de menino de rua é na rua– disse uma menina de cabelos loiros e de olhos azuis.

–Você não merece ficar aqui– disse outro menino de cabelo preto e de olhos castanhos.

–Vocês querem deixar o meu amigo em paz?– disse Dudu levantando-se da cadeira.

–É mesmo porque não vão cuidar da vida de vocês– disse Carol também se levantando da cadeira.

–Vocês querem briga, não é? Protegendo esse sem-teto– disse o menino.

–Tenha mais respeito com ele– disse Dudu pegando ele pela camisa.

–E você também sua loirinha oxigenada– disse Carol

–LOIRINHA OXIGENADA, VOCE VAI VER QUEM É LOIRINHA SUA METIDA– disse a menina.

E foi aquela confusão Dudu partiu encima do menino que estava segurando a camisa e Carol e a menina ficaram puxando cabelos uma da outra e o povo gritando, os outros três que era duas meninas e um menino foram ajudar os dois que estavam sendo atacados e Lila, Pricea e Fábio saíram das cadeiras pra lutar com eles e Lupe ficou envergonhado sem sair da cadeira. Os soldados chegaram à cantina e conteve a briga e mandou o pessoal pra diretoria.
Dudu, Pricea, Fábio, Lila, Carol e a turma que estava agredindo eles foram andando pra diretoria quando chegaram lá, pediu pra que se sentasse e a diretora disse:

–Quem foi que começou essa briga?

–Foram eles– disse Dudu apontando pra o menino loiro de olhos azuis, a menina loira de olhos azuis, o menino de cabelo preto de olhos castanhos e os outros 3.

–Nomes de vocês?

–Eu sou Richard– disse o menino loiro de olhos azuis

–Eu sou a namorada dele, o meu nome é Lisa– disse a menina loira de olhos azuis.

–Eu sou Max– disse o menino de cabelos pretos e de olhos castanhos

–Eu sou Monique, amiga de Lisa– disse a menina ruiva de olhos verdes.

–Eu sou a Anita, conhecida como Vampira– disse a menina loira e de olhos castanhos.

–Eu sou Aurion, namorado da Vampira– disse o menino de cabelos pretos e de olhos castanhos um pouco alto que o Max.

–Eu sou Tarsila– disse a menina de cabelos pretos e de olhos castanhos.

–O que vocês pretendem ser?– perguntou a diretora.

–Eu pretendo ser um cavaleiro– disse Richard.

–Eu pretendo ser uma odalisca, pra dançar pro meu futuro marido– disse Lisa que depois abraçou Richard.

–Eu pretendo ser uma sacerdotisa– disse Anita.

–Eu pretendo ser um sábio– disse Aurion.

–Eu quero ser uma caçadora– disse Monique.

–Eu pretendo ser um monge– disse Max.

–E eu pretendo ser uma mercenária– disse Tarsila.

–Hum, vejo bem que vocês escolheram bem as profissões– disse a diretora– mas aqui nessa ilha eu exijo respeito se eu pegar vocês brigando de novo, serão castigados entenderam?

–Sim, diretora– responderam todos em coro.

Depois que saiu da diretoria, Richard olhou pra Dudu e disse:

–Vocês me pagam quando nós sairmos daqui.

–Eu digo o mesmo– disse Dudu.

O grupo de Richard foi pro quarto deles e quando Dudu, Pricea, Lila, Fábio e Carol chegaram ao quarto Lupe estava lá e perguntou:

–Qual foi à punição?

–Nenhuma– respondeu Carol.

–Ele disse que vai pegar a gente quando sairmos
daqui do castelo– disse Dudu.

–Pode deixar que eu estarei preparado pra esse tipo de briga– disse Fábio.

–Eu não gosto de brigar, mas isso foi por uma justa causa– disse Pricea.

–Eu sei Pricea– disse Lila– noviços não gostam de brigar, já que você vai se tornar uma.

–Eu queria saber mais o que aconteceu– disse Lupe.
Eles contaram tudo o que aconteceu na diretoria pra Lupe, dizendo os nomes do grupo de Richard e qual profissão eles iriam ser.

–Pelo jeito a gente vai ter que conviver com eles a partir de agora– disse Lupe.

–Eu duvido que eles possam fazer alguma coisa com gente aqui– disse Dudu– eles querem resolver isso lá fora.

–Já ta ficando tarde pessoal vamos dormir– disse Pricea.

–Ok vamos– disse Fábio– e amanhã vai começar o treinamento.

–Poxa é mesmo– disse Lila– boa noite pra vocês.

–Boa Noite– disseram os outros em coro.

E cada um foi pra cama dormir, para que amanhã acordem dispostos para treinar e mudar de classe.


Última edição por Lupe89 em Qua Nov 10, 2010 1:08 am, editado 2 vez(es)

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3º e 4º capítulo

Mensagem por Lupe89 em Qua Jul 07, 2010 10:55 am

Capítulo 3- Um ato de coragem

Ilha dos Aprendizes, 5h30min da manhã

No dia seguinte, como em qualquer quartel todos os aprendizes tiveram que acordar muito cedo para o treinamento, mas antes de começar o treinamento, os aprendizes foi para o refeitório tomar o café da manhã, como em qualquer restaurante ou cantina, eles faziam fila para pegar o que quer comer, e as mesas eram maiores do que a do almoço tinha 10 lugares. Lupe e os outros com a bandeja com a comida que eles escolheram para comer no café da manhã foram para a mesa, sentaram até que um aprendiz de olhos castanhos escuro e cabelo castanho chegou perto deles e perguntou:

– Eu posso me sentar com vocês?

–Claro que pode– respondeu Dudu– sinta-se a vontade.

–Obrigado é que as mesas estavam cheias e aquele grupo– o aprendiz aponta para o grupo de Richard– não me queriam que eu me sentasse lá e queria que eu me sentasse aqui com vocês que chamaram de Noob.

–Ah eles vão ver quem é Noob– disse Fábio.

–Pode ficar aqui é... Eu não sei o seu nome– disse Carol.

–Ah me desculpe, esqueci de me apresentar, meu nome é Kain e tenho 12– disse o aprendiz.

–Prazer em conhecê-lo Kain– disse Pricea– me deixa apresentar o pessoal, esses são Lila, Lupe, Dudu, Carol e o Fábio.

Lila e Carol acenaram e Dudu, Lupe e Fábio apertaram as mãos de Kain.

–O que você vai querer ser?– perguntou Lila.

–Eu quero ser Kina– respondeu Kain.

– Kina?– disseram ao mesmo tempo Lila, Carol, Pricea e Lupe.

–É um apelido pra aqueles que querem ser cavaleiro como eu– disse Dudu.

–Eu vou ser templário na 2ª classe– disse Fábio.

–Eu quero ser uma sacerdotisa– disse Pricea.

–Eu uma caçadora– disse Lila.

–Eu uma Mestra Taekwon– disse Carol.

–Pelo sonho que eu tive acho que pretendo ser um sábio– disse Lupe.

–Vocês estão sabendo do treinamento é maneiro– disse Kain.

–Como é esse treinamento?– perguntou Lila.

–Matar monstros– respondeu Kain.

–Eu num gosto de ferir alguns monstros como os porings, eles são uma gracinha– disse Pricea.

–Mas as aparências enganam Pricea– disse Kain.

Um coronel apareceu no refeitório e disse pra todos os aprendizes:

–Daqui a dez minutos começa o treinamento.

–Eita! Vamos logo terminar o café– disse Dudu.

–É vamos logo– disse Fábio.

Depois do café da manhã, os aprendizes saíram do refeitório indo pra seus quartos, quando Lupe e os outros chegaram ao quarto deles, a cama de cada um tinha uma caixa dizendo:

Equipamento para aprendizes
Contém: Main Gauche, Vembrassa, Sapatos, Capuz e Túnica do Aprendiz.


–Nossa já mandou equipamentos pra gente se preparar– disse Lupe.

–Eu vou logo escovar os dentes pra depois eu equipar isso– disse Carol.

–É eu também, Carol– disse Lila.

–Então vamos escovar os dentes– disse Dudu.

Então eles foram para o banheiro, Dudu, Lupe e Fábio para o masculino e Pricea, Carol e Lila para o feminino. Minutos depois eles equiparam os equipamentos para aprendizes e desceram lá pra baixo.

Campo de treinamento, 7h00min da manhã

Todos os aprendizes já equipados chegaram ao campo de treinamento, um campo que tinha árvores, lagos, pedras entre outras coisas, e o instrutor do campo disse:

–Aqui é o nível 1, existem 3 níveis, o fácil, o médio e o difícil, aqui nesse nível existem cinco monstros: o poring, lunático, fabre, picky e salgueiro. O treinamento é muito simples é só derrotar eles, mas quando vocês os destroem, eles derrubam itens, ou como dizem em Rune-Midgard “dropam” itens, alguns itens que eles dropam servem até pra o teste para a 1ª classe, um exemplo disso é o salgueiro que dropa quatro tipos de troncos que serve para o teste pra quem quer ser arqueiro.

–Então eu vou querer matar só os salgueiros– disse Lila sussurrando no ouvido de Lupe.

–Pois bem, QUE OS MONTROS APAREÇAM– disse o instrutor levantando os braços e como se ele fosse um feiticeiro vários portais apareceram (porings, lunáticos, fabres, pickys e salgueiros) e os monstros saíram do portal, e os aprendizes foram correndo pra cima deles para matá-los, e Dudu disse pra Lupe:

–Lupe, mata um poring pra ver se ele dropa jellopy, mate um fabre pra dropar felpas e mate um picky pra dropar leite, por que eu soube que esses três itens servem para o teste de mago.

–Obrigado pela dica Dudu, vou fazer isso– disse Lupe que foi correndo matar um picky, depois que ele mata o picky some e cai uma garrafa de leite– eu consegui um leite.

Aurion escutou isso e disse baixinho:

–Valeu Noob.

Lila encontrou um salgueiro, mas quando foi atacar o salgueiro, Lisa apareceu e matou e dropou um tronco e disse:

–Perdeu sua Nuba.

–Vou te mostrar quem é Nuba– disse Lila que pulou pra cima de Lisa e começou a briga.

Os aprendizes olharam e formaram uma roda e gritaram “BRIGA, BRIGA” Richard viu que a namorada estava brigando com Lila, foi pra lá e empurrou Lila e disse:

–Fique longe da minha namorada sua Nuba.

–Não chame a minha amiga de Nuba seu mauricinho de 5ª categoria– disse Fábio.

–5ª CATEGORIA, VC VAI VER QUEM É– disse Richard que foi pra cima de Fábio e teve outra briga.

As meninas Lila e Lisa continuaram a puxar os cabelos uma da outra e Fábio e Richard ficaram dando socos e pontapés um do outro, Richard se arretou e pegou a Main Gauche e a Vembrassa, Fábio também pegou a Main Gauche e a Vembrassa e lutaram parecendo esgrimistas.

Os guardas chegaram e apartaram a briga de Lila e Lisa, e de Fábio e Richard, o instrutor disse:

–O treinamento acabou todos voltem pra seus quartos e vocês quatro– apontou pra Fábio, Lila, Lisa e Richard– pra diretoria.

Os aprendizes foram direto para seus quartos, Lupe estava segurando felpas, jellopys e leite colocou na prateleira e Carol disse:

–Por que você pegou só esses itens?

–O Dudu disse que serve pra o teste de mago quando eu for pra Geffen.

–É verdade eu tenho um amigo que é um mago e precisou desses itens pra virar– disse Dudu.

–Num tem nenhum item que serve pra o teste de noviça?– perguntou Lila.

–Aparentemente não, mas o fabre dropa raramente uma clava, que é uma arma pra noviços– disse Dudu– tomara que você consiga no nível 2 do campo de treinamento.

–Ah, obrigada por falar isso– disse Pricea.

–Já pro meu teste de Taekwon, eu só preciso responder as 5 perguntas que o treinador Fênix falar, tomara que eu acerte– disse Carol.

–Tomara mesmo que você acerte, estou torcendo por você– disse Lupe.

Carol ficou surpresa quando Lupe disse isso, ela foi pra perto dele e deu um beijo na bochecha, e disse:

–Muito obrigada pelo apoio, e esse beijo foi de agradecimento.

Dudu e Pricea fizeram o “huummmmm...” de brincadeira achando que iria começar um romance entre Carol e Lupe, e Lupe já ficou com vergonha e Carol implica:

–Pode parar com isso ae, isso foi só um agradecimento, e a gente é muito novo pra namorar, e ele só tem 11 anos e eu já estou começando a ser uma adolescente porque tenho 12 perto de completar 13 anos.

–Calma foi só uma brincadeirinha– disse Pricea.

–Por que vocês num começam a namorar vocês já são uns adolescentes– disse Carol.

–A gente mal se conhece– disse Dudu.

–Mas a gente pode se conhecer ainda mais– disse Pricea fazendo um jeitinho doce pra Dudu.

–EBAAAAA, aí tem clima de romance no ar!– disse Carol rindo.

Depois de tanta risada, Lila e Fábio entram no quarto com uma cara nada boa.

–O que aconteceu, levaram punição?– perguntou Pricea.

–Infelizmente sim– respondeu Fábio.

–Aquele casalzinho sem vergonha– disse Lila com raiva– aquela loira só fez drama dizendo que fui eu que comecei e o Fábio ajudou e o namorado dela concordou e ficou beijando ela, que nojo.

–A punição foi: eu e Lila não irmos para o nível 2 do campo– disse Fábio.

–Esse Richard está querendo brincar com fogo, pelo amor de Deus– disse Pricea.

–Acho que ele está pensando em colocar vocês dois em suspensão também– disse Lila apontando pra Dudu e Pricea.

–Eu duvido que coloquem, mas porque eles querem fazer isso?– disse Dudu.

–Eu acho que querem pegar o Lupe– disse Lila que Lupe já olha pra ela e continua– é verdade Lupe, num sei por que, mas eu acho que querem fazer de tudo pra que você saia dessa ilha.

–Eu num entendo– disse Lupe– eu num fiz nada de errado com eles.

–Parece que eles não gostaram daquela mulher que estava dando a ficha de matrícula, deixou que o Lupe ficasse aqui– disse Lila.

–Mas foi a sua irmã que fez de tudo para me colocar aqui– disse Lupe.

–É verdade Lupe por isso que ela se tornou uma noviça e depois uma sacerdotisa– disse Lila– para ajudar as pessoas.

–Eu também vou querer ser assim quando eu virar uma noviça– disse Pricea.

–Gente está na hora de almoçar– disse Carol olhando pro relógio que ficava na parede.

–É mesmo vamos indo– disse Fábio.


Cantina, 12h30min da tarde


Os aprendizes formaram fila pra o self service pegar a comida que as cozinheiras preparavam e cada um pegava seu prato. Quando Dudu pegou o seu e indo pra mesa onde estavam os outros, Richard colocou o pé dele pra fazer com que Dudu caísse e meter a cara na comida. Todos riram, mas Dudu disse:

–EU TE MATO SEU DESGRAÇADO.

E partiu pra cima de Richard, acontecia outra briga, Pricea foi pra lá ajudar Dudu, mas ela foi empurrada por Lisa e teve início a segunda briga e foi àquela confusão, os soldados chegaram apartaram a briga e levaram os quatro pra diretoria.

Minutos depois, quando chega ao quarto uma má notícia.

–Eu e Dudu fomos suspensos– disse Pricea chorando.

–Nós não vamos pra o nível 2 do campo– disse Dudu que depois foi consolar Pricea.

–A culpa é de Richard e sua turma de exibidos– disse Fábio.

–Será que eles nunca vão nos deixar em paz?– disse Lila.

–Então parece que vai ser eu e a Carol que vamos para o nível 2– disse Lupe.

–Tenham muito cuidado com eles– disse Pricea.

–A gente vai ter, não é Lupe?– perguntou Carol.
Lupe diz sim com a cabeça.


Nível 2 do campo de treinamento, 14h10min da tarde


Carol estava na 1ª fileira composta por mulheres e Lupe na 2ª fileira composta por homens, o instrutor do 2º nível disse:

–Aqui no 2º nível vai ter dois novos bichos: o Esporo, que é um cogumelo grande e vermelho, e o famoso Besouro-Ladrão, um inseto irritante que rouba os itens dropados de monstros feito por vocês, mas quando vocês matam esse besouro, os itens que eles roubaram dropa junto com os itens que eles mesmos dropam quando morrem, entenderam?

–Sim senhor– responderam todos os aprendizes.

–QUE COMECE O TREINAMENTO– disse o instrutor novamente abrindo os braços e os monstros apareceram.

Os aprendizes foram pra cima deles atacando qualquer monstro que vem pela frente, os besouros-ladrões roubava os itens que os aprendizes droparam de monstros que eles mataram, e Kain irritado disse:

–MATEM ESSE BESOURO.

Outro grupo de 5 pessoas teve que matar um esporo, porque só um aprendiz mal conseguia matar o esporo sozinho, Carol e Lupe estavam matando um esporo quando Kain chegou e perguntou:

–Querem ajuda?

–Claro– disse Carol– a união faz a força.

–É isso ae amiguinha– disse Kain.

Os três conseguiram derrotar o esporo, e Kain perguntou:

–Onde estão os outros?

–Foram suspensos por causa daquela turma– disse Lupe apontando discretamente pra Richard e a namorada dele Lisa.

Richard e o grupo estavam conversando o Richard disse:

–Só falta ela ser suspensa pra gente tirar onda daquele sem-teto.

–Eu num sei por que aquela mulher deixou ele entrar– disse Anita.

–Vai ver ela tem compaixão pra os meninos de rua serem aprendizes– disse Max.

–Mas tem que pagar pra entrar aqui– disse Monique.

–Acho que esse moleque imundo conseguiu roubando– disse Max que depois riu.

–Você tem razão– disse Lisa.

Enquanto eles conversaram, Poly apareceu encima do castelo e olhando os aprendizes lutarem contra os bichos fracos, principalmente para Lupe. Ela saltou e foi pra chão e disse baixinho segurando um galho seco:

–Vamos ver se o pessoal principalmente aquele moleque vão sobreviver a isso.

Poly jogou o galho seco no chão e pisou encima, aparecendo um monstro que é o Esqueleto General e o invocou para aparecerem do lado dele o Soldado (o que tem as adagas em cada mão) e o Arqueiro, Poly desapareceu sem que os esqueletos percebessem e o Esqueleto General disse:

–Vamos atacar aqueles aprendizes, HAHAHA!

Os aprendizes viram os esqueletos partirem pra cima deles e correu, o arqueiro começou a dispara flechas atingindo os aprendizes, o general e o soldado usaram as adagas e feriram outros aprendizes, o instrutor disse:

–TODOS OS APRENDIZES VOLTEM PRA SEUS QUARTOS AGORA, AHHHHHHHH.

O instrutor foi atingindo por uma flecha e caiu no chão e o Esqueleto General ficou em frente ao único acesso que dava em direção ao castelo, e disse:

–VOCES NÃO VÃO A LUGAR NENHUM, VOCES TODOS IRÃO MORRER, HAHAHAHA.

Os aprendizes ficaram com medo e saíram correndo e o Esqueleto General pediu que o soldado e o arqueiro corressem atrás deles. Enquanto corriam os aprendizes tentaram se esconder nas árvores, arbustos, debaixo da ponte e atrás das pedras grandes.

O esqueleto soldado viu alguns aprendizes escondidos no arbusto em que ele estava perto, usou as adagas e cortou os arbustos, os aprendizes que estavam escondidos correram.

Lupe e Carol estavam escondidos atrás das pedras grandes e Carol disse:

–Eu estou com muito medo Lupe, sou jovem demais pra morrer.

–Queria saber quem foi que mandaram eles para cá– disse Lupe.

–Não sei, não foi nenhum aprendiz daqui– disse Carol.

–Fui eu– disse Poly que apareceu atrás deles.

–Você – disse Lupe que ficou surpreso– como vc entrou aqui?

–Eu pulei o castelo e queria brincar com você– disse Poly.

–Então aquilo foi um galho seco?– perguntou Carol.

–Vejo que o moleque imundo arranjou uma namorada– disse Poly.

–NUNCA MAIS ME CHAMA POR ESSE NOME– gritou Lupe que foi pra cima de Poly e ela esquivou–VOLTA AQUI SUA GATUNA.

Lupe foi correndo atrás de Poly e nem sabia que ela estava levando ele pra perto do Esqueleto Arqueiro que estava dando uma Rajada de Flechas numa árvore que a turma de Richard estava lá, e todos caíram.

–Eu machuquei minha perna direita– disse Richard.

–Eu também machuquei minha perna direita, amor– disse Lisa.

–Quem é aquela gatuna que fica esquivando e trazendo aquele moleque imundo pra perto do esqueleto?– perguntou Aurion apontando pra eles.

–Ela está atraindo ele pra uma armadilha– respondeu Anita.

–Ele vai morrer– disse Max.

–Concordo com você Max– disse Monique.

Quando a gatuna chegou próximo ao arqueiro, ela pegou uma pedra e jogou na cabeça do esqueleto e desapareceu.

–Mas como ela fez isso, como ela pode desparecer?– disse Lupe.

O Esqueleto Arqueiro virou e viu Lupe e disse:

–Então foi você que jogou essa pedra na minha cabeça, VOCE VAI MORRER.

Lupe correu e o Esqueleto Arqueiro ficou atirando flechas pra cima dele, Lupe conseguiu esquivar, mas o arqueiro continuava a disparar flechas, Carol vendo isso resolveu chamar os outros que estavam no quarto,mas o Esqueleto General ficava bloqueando a porta, ela ficou escondida atrás de um arbusto, preocupada ela disse baixinho:

–Preciso chamar os outros, Lupe está correndo perigo.

Alguém toca as costas de Carol, ela gritou assustada e viu Kain que disse:

–Que susto, você quer me matar do coração? Quase aquele esqueleto general ouviu.

–Me desculpe Carol, vim me esconder aqui, porque eu estava fugindo do Esqueleto Soldado– disse Kain que depois percebeu que Carol estava chorando– o que foi Carol?

–Lupe está em perigo, o Esqueleto Arqueiro está perseguindo ele, quem invocou eles foi uma gatuna que invadiu o castelo e trouxe um galho seco– disse Carol chorando.

–Não se preocupe, ele ficará bem– disse Kain que abraçou Carol consolando-a.

–Obrigada por me consolar– disse Carol que parou de chorar– eu preciso que você distraia o Esqueleto General pra que eu possa ir lá pros quartos chamar os outros.

–Tudo bem eu faço– disse Kain que saiu dos arbustos pegou uma pedra e jogou na cabeça do Esqueleto General– EI SEU ESQUELETO DE ARAQUE VEM ME PEGAR.
–SEU APRENDIZ INSOLENTE, VOCE VAI MORRER–disse o Esqueleto General que foi correndo atrás dele e Carol aproveitou e foi correndo lá pra dentro do castelo.

No quarto, Dudu, Pricea, Fábio e Lila estão entediados por não poder ir pra o nível 2 do treinamento, de repente eles ouvem gritos de aprendizes e Pricea pergunta:

–Ai meu Deus, que foi isso? Que gritaria é essa?

–Ta parecendo um tumulto– disse Dudu.

–Eu não estou gostando nada disso– disse Fabio.

–Tomara que a Carol e o Lupe estejam bem– disse Lila.

De repente a porta abriu violentamente e Carol entrou no quarto toda cansada e com medo.

–CAROL– exclamaram todos.

Pricea foi até amiga ajuda ela a se sentar na cama, e Lila perguntou:
–O que está acontecendo lá fora?

–É horrível– disse Carol amedrontada.

–Vou pegar um copo d’água com açúcar pra você– disse Fábio

Fabio foi correndo pegar um copo d’água com açúcar entregou pra Carol beber, um pouco mais calma ela disse:

–Vocês lembram que o Lupe disse que quando antes de ele vir pra cá foi atacado por três gatunos?

–Sim eu lembro, minha irmã salvou ele daqueles gatunos– disse Lila.

–Um dos gatunos apareceu, na verdade foi uma gatuna– disse Carol.

–Meu Deus do céu o que ela fez com ele?– perguntou Pricea.

–Não foi só com ele, mas todos os aprendizes estão correndo perigo– respondeu Carol.

–O que você quer dizer com isso Carol?– perguntou Dudu.

–Ela saltou o muro do castelo e que quebrou um galho seco e saiu o Esqueleto General– respondeu Carol.

O pessoal ficou surpreso, e continuava a ouvir gritos de desespero e dor dos aprendizes lá no campo de treinamento, Dudu se levantou da cama e disse:

–Eu vou lá salvar o Lupe.

–Não pode você foi suspenso, assim como eu, Fábio e Lila– disse Pricea.

–Eu também vou com você primo– disse Fábio– como eu vou ser cavaleiro, eu vou lutar para proteger um amigo mesmo estando ferido.

–Isso é que eu chamo de Ato de Coragem– disse Lila– eu também vou com vocês.

–Eu já me recuperei do trauma e agora criei coragem, eu também vou– disse Carol.

–E aí Pricea, você vai também ajudar a salvar o Lupe?– perguntou Dudu.

–Eu tenho medo daquele Esqueleto General, ele deve ter invocado os Esqueletos Soldado e Arqueiro– disse Pricea.

–Pricea você vais ser noviça, e como noviça você tem que ajudar as pessoas, e Lupe também– disse Lila.

–Ok eu vou, se é pra ajudar os aprendizes e o nosso amigo, eu vou– disse Pricea.

–Então, VAMOS SALVAR O LUPE– gritou Fábio e o pessoal gritou junto que foram correndo até o campo.

Enquanto isso, no campo Lupe ficou fugindo do Esqueleto Arqueiro, de repente a gatuna Poly aparecer e deu uma rasteira em Lupe que caiu, o Esqueleto atirou uma flecha e atingiu a perna direita de Lupe, que gritou de dor.

–AAAAAAAAAAAAAAAA.

–Agora você vai morrer por ter jogado aquela pedra em mim– disse o Esqueleto Arqueiro mirando o arco e flecha para Lupe.

–Não fui eu, foi uma gatuna– disse Lupe.

–Não tem gatuna nenhuma aqui, só tem aprendizes seu idiota– disse o Esqueleto Arqueiro.

Poly apareceu ao lado do esqueleto, que ele não viu e sussurrou no ouvido dele:

–Mate-o

Como se fosse um boneco de Poly ele puxou a flecha mirando em Lupe, Poly olhou pra ele rindo sarcasticamente.

–ESPERA AÍ– gritou Dudu

Dudu, Fábio, Carol, Pricea e Lila chegaram avançando pra cima de Poly que se afastou um pouco e desapareceu, e do Esqueleto Arqueiro. Os cinco atacaram com suas adagas o esqueleto que depois se desmontou totalmente e sumiu dropando o arco e a Aljave (aquele negócio onde coloca as flechas que os arqueiros usam) com flechas.

–Como eu vou ser uma arqueira, eu vou usar isto– disse Lila deixando a adaga e a Vembrassa de aprendiz pra equipar o arco e a Aljave.

–Que bom, mas vê se toma cuidado pra não ferir nenhum aprendiz, só os esqueletos– disse Carol.

–Pode deixar eu sei como usar isto– disse Lila.

–Aí meu Deus, o Lupe ta ferido– disse Pricea olhando pra flecha encravada na perna dele.

–Vamos fazer o seguinte, Fábio, Carol e Lila vão derrotar os Esqueletos General e Soldado, enquanto eu e Pricea levamos Lupe pra enfermaria– disse Dudu.

–Tudo bem primo, vamos garotas– disse Fábio que foram correndo procurar os Esqueletos General e Soldado.

Os três encontraram o Esqueleto Soldado indo pra cima do casal Richard e Lisa, Lila tirou uma flecha do Aljave, mirou no esqueleto soldado e atirou pegando no braço direito dele onde ia ferir o casal.

–Poxa você nasceu mesmo pra ser arqueira, heim Lila– disse Carol.

–Eu tinha um arco e flecha de brinquedo e eu brincava muito quando eu era criança– disse Lila.

–Cuidado, aí vem ele– disse Fábio.

O Esqueleto Soldado foi pra cima deles, Fábio correu se desviou e usou a adaga atingindo a costela direita que caiu alguns ossos da costela e também o braço direito, Carol usou a adaga atingindo o meso local só que na parte esquerda e caíram também alguns ossos da costela e o braço esquerdo deixando alguns ossos do corpo( que ficaram balançando), a cabeça, as pernas e o pé, pra finalizar com o monstro Lila pegou tirou duas flechas e disse:

–Receba essa Rajada de Flechas, seu esqueleto sem-braço.

As flechas atingiram uma na cabeça e outro no osso no local onde ficaria a barriga do esqueleto que se desmontou totalmente, que não dropou nada.

–Agora só falta o Esqueleto General– disse Fábio.

Enquanto isso, Dudu e Pricea levam Lupe com a perna ferida para o castelo, mas quando chega à entrada o Esqueleto General barra a entrada deles e diz:

–Vocês não vão entrar vocês vão morrer junto com esse pobre aprendiz ferido.

Ele tira as adagas que estavam no bolso do short rasgado, Dudu tira sua adaga do bolso e a Vembrassa das costas e diz:

–Pricea tome conta do Lupe, eu vou lutar com esse esqueleto de uma figa.

Ela olha preocupada pra ele e diz sim com a cabeça, Dudu parte pra cima do Esqueleto General e ficaram lutando, o Esqueleto General ataca com uma das adagas e bate na Vembrassa de Dudu e ele resiste segurando, e o Esqueleto General diz:

–Vamos ver se você segura isso, ATAQUE DUPLO.

Ele usou as duas adagas ao mesmo tempo, que atingiu no braço direito onde segurava a adaga e na barriga e cai no chão, e o Esqueleto General diz:

–É o seu fim.

–NÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOO– gritou Pricea que foi direto atacar um osso da costela esquerda que cai no chão.

O Esqueleto General viu o osso no chão e olha com uma raiva e diz:

–Sua fedelha, vc vai morrer por ter quebrado um dos meus ossos da costela.

Ela se assusta, e Dudu grita:

–PRICEA, FOGE!

Mas quando ele vai atacar com uma adaga Lupe chega empurrando o esqueleto pra o chão que alguns ossos do pulmão caem, Pricea aproveita e socorre Dudu ajudando a levantar e diz pra Lupe:

–Obrigada, Lupe, mas não se force tanto, você está ferido.

–Eu sei Pricea, mas eu precisava fazer alguma coisa senão você iria morrer– disse Lupe.

O Esqueleto General se levantou e viu os três e disse:

–SEUS MISERÁVEIS EU VOU MATAR TODOS VOCES.

Mas quando o esqueleto vai preparar pra correr ele é atingido por uma flecha no ombro esquerdo, o Esqueleto General olha pra onde veio a flecha, Dudu, Pricea e Lupe acompanham o olhar do monstro e vêem Lila com o arco e flecha apontado para o esqueleto, Fábio e Carol que os três ficam na frente de Pricea, Lupe e Dudu, Carol diz:

–Pelo jeito, vocês dois estão feridos, deixa que nós iremos acabar com ele

–Pricea, tome conta do Dudu e do Lupe– disse Lila continuando a apontar a flecha pra o esqueleto.

–Sim Lila– disse Pricea.

–Vamos acabar com ele– disse Fábio.

Fábio e Carol parte pra cima do Esqueleto General, o esqueleto corre pra cima deles quando o monstro ataca, eles desviam, Carol ataca com a adaga dela e diz:

–ISSO É POR TER FERIDO O LUPE.

Ela quebra mais ossos do pulmão do lado esquerdo caindo no chão.

–ISSO É POR FERIR MEU PRIMO DUDU.

Ele ataca as pernas quebrando e deixando o esqueleto só com a parte cima que é da barriga até a cabeça, sem contar que tinha ossos do pulmão do lado direito, e Lila coloca três flechas no arco e diz:

–E ISTO É POR TER FERIDO NÃO SÓ OS MEUS AMIGOS, MAS TODOS OS APRENDIZES.

Ela atira as três flechas atingindo o osso que fica na barriga, no osso do pescoço e na cabeça e ele se desmonta todo. Os aprendizes saíram dos esconderijos e bateram palmas para Carol, Dudu, Fábio, Lila, Lupe e Pricea, mas a turma de Richard que era a namorada dele Lisa, Anita, Max, Monique e Tarsila nem aplaudiram, ficaram com inveja. O diretor chegou com os dois soldados e perguntou:

–O que aconteceu aqui?

Ele viu o Esqueleto General todo desmontado e pergunta:

–Quem foi que derrotou esse esqueleto?

–Foram eles diretor– disse Kain apontando pra Carol, Dudu, Fábio, Lila, Lupe e Pricea.

–Vocês seis derrotaram o Esqueleto General?

Eles respondem que sim com a cabeça, o diretor olha pra Lila e diz:

–Me desculpe mocinha, mas você não pode usar esse arco você é ainda uma aprendiz.

–Mas eu dropei do Esqueleto Arqueiro, diretor– disse Lila.

–Vocês também derrotaram os Esqueletos Soldado e Arqueiro?– pergunta o diretor.

–Fui eu, a Carol e o Fábio que matamos os dois– responde Lila.

–Quanto ao general, a gente chegou e viu ele já quase sem os ossos, então eu acho que Dudu, Pricea e Lupe, também ajudaram a matar– completou Fábio.

–Espera, mas vocês quatro– disse o diretor apontando pra Lila, Pricea, Dudu e Fábio– foram suspensos, porque vocês vieram pra cá?

–Foi porque esse meu amigo aqui– disse Dudu botando mão nas costas de Lupe– estava em perigo.

–E nós viemos salvar ele desses esqueletos– disse Pricea.

–Hum, gostei desse ato de coragem que vocês fizeram– disse o diretor– vocês sabem que foi que invocou esses esqueletos?

–Foi uma gatuna– respondeu Lupe.

–Num sei como uma gatuna conseguiu entrar nesse castelo– disse o diretor.

–Ela pulou o muro e quando chegou ao chão ela trouxe o galho seco e quebrou, invocando os esqueletos– disse Carol.

Nossa que história– disse o diretor– nesse caso vocês não vão fazer mais teste nenhum, já estão classificados para terceira e última parte do treinamento.

–E qual seria essa última parte do treinamento?– perguntou Lila.

–Fazer um teste de perguntas e respostas para avaliar qual profissão você deseja ser– respondeu o diretor.

–AH, graças a Deus, já estava querendo que esse dia chegasse– disse Pricea.

–Então soldados, ajudem os feridos a irem para a enfermaria e os outros aprendizes, voltem para seus quartos, o teste acabou por hoje– disse o diretor.

Os aprendizes foram pros quartos e outros aprendizes feridos, inclusive Lupe e Dudu foram pra enfermaria.

No dia seguinte, Dudu e Lupe tiveram alta e foram para o quarto e já receberam abraços e comemorações por finalmente chegar na terceira e última parte do treinamento.

–Que bom finalmente vamos fazer um teste pra escolher a nossa primeira classe– disse Carol.

–Pelo meu jeito eu já vou ser arqueira– disse Lila.

–Tomara que eu seja mago– disse Lupe.

–Eu sei que você vai ser Lupe– disse Pricea– tenha fé em Deus, e eu tenho fé Nele que eu serei uma noviça.

–E eu e Dudu seremos espadachins– disse Fábio.

–Mas na segunda classe eu vou ser um templa e você vai ser um kina– disse Dudu.

O soldado entrou no quarto e disse:

–Pessoal o instrutor final aguarda vocês.

Ele saiu e Lupe disse:

–Então vamos lá?

–VAMOS–gritaram em coro Dudu, Fábio, Lila, Carol e Pricea.




Capítulo 4- O Teste Final

Sala do teste final, 9h00min da manhã

Carol, Dudu, Fábio, Lila, Lupe e Pricea chegaram à sala do teste final. A sala tinha dez mesas com duas cadeiras com cada instrutor sentado em uma deixando outra pros aprendizes se sentar, mas não tinha mais nenhum aprendiz além dos seis que estavam e cada um ocuparam as cadeiras para fazerem o questionário, quando Lupe se sentou a instrutora disse:

–Nossa! Vocês seis foram corajosos, derrotando aqueles esqueletos, até parecem que vocês já sabiam lutar!

–É a gente já sabemos– disse Lupe.

–Pois bem, Lupe– disse a instrutora– você está aqui para fazer um questionário para saber qual classe você pretende ser, está preparado?

–Estou– disse Lupe.

–Então vamos começar, são três questionários, nesse primeiro questionário você escolhe as alternativas com a qual você mais se identifica, está pronto?– pergunta a instrutora.

–Estou sim, instrutora– disse Lupe.

–1ª coluna de respostas qual você escolhe? Estudos, exercícios, caridade ou violência?– pergunta a instrutora pra ele.

Lupe pensa um pouco e depois responde:

–Estudo.

–2ª quesito: mudança ou permanência?– pergunta a instrutora

–Mudança– responde Lupe.

–3º quesito: consumidor, fornecedor, ou produtor?

–Eu nem sei o que são essas respostas, instrutora, mas eu vou escolher consumidor– disse Lupe.

–4º quesito: fama ou prudência?

–Lógico que é fama.

–Calma Lupe– disse a instrutora– 5º quesito: teoria ou experiência?

–Experiência.

–6º quesito: o passado, a realidade ou o futuro?

–Lógico que é futuro– responde Lupe.

–Boa escolha– disse à instrutora que continua– Agora o 2º questionário é pra você responder sim ou não. Ta preparado?

–Estou sim, instrutora– disse Lupe.

–Aqui vai– disse a instrutora que pegou o papel e fala– 1º quesito: É melhor viver do que a vida submissa?

–Sim.

–2º quesito: O sucesso de outras pessoas te incomoda?

–Sim, incomoda muito– disse Lupe se lembrando da turma de Richard.

–3º quesito: Você não tem medo de explorar lugares perigosos?

–Não, eu tenho medo– respondeu Lupe.

–4º quesito: Você gosta de estar na liderança?

–Não isso é mais pra quem vai ser espadachim ou gatuno– respondeu Lupe.

–5º quesito: Imagine que você está explorando uma caverna, e você acaba encontrando um beco sem saída. Examinando um muro ao seu lado você percebeu uma pequena alavanca com uma inscrição gravada ao lado dizendo “puxar”. Ao ver a placa “puxar”, você sentiu uma vontade imensa de puxar esta alavanca?

–Lógico que sim, quem sabe possa ser que eu abra uma saída– disse Lupe.

–6º quesito: Você vê coisas que não existem?

–Até agora não.

–7º quesito: Se caísse de um penhasco, você tem certeza de que poderia voar?

–Se eu quero continuar a viver, sim– responde Lupe.

–8º quesito: Dinheiro fala?

–Não, claro que não– respondeu Lupe.

–Muito bem– disse a instrutora– Agora uma nova série de perguntas. Elas são do mesmo tipo de antes. Apenas relaxe e escolha a alternativa mais de acordo com a sua personalidade. Está pronto?

–Estou sim, pode mandar.

–Nossa que interesse– disse a instrutora impressionada– eu digo a pergunta e te dou três alternativas você tem que escolher uma ta bom?

–Sim.

–1º quesito: Ao se deparar com uma vida rotineira você: 1-se sente como um robô; 2-se sente seguro e satisfeito; ou 3-você não conhece a rotina?

–Eu não conheço a rotina.

–2º quesito: Finge que você está andando casualmente por um shopping, e encontra um item interessante a venda em uma das duas vitrines. Você: 1- fica pensando se deveria ou não comprá-lo; 2-checar o preço; ou 3-comprar sem pensar?

–Depende do item, mas como você diz que é muito importante eu compro sem pensar.

–3º quesito: Você: 1- não liga; 2-não gosta ou 3-não tem interesse de competir com as outras pessoas?

–Eu não gosto de competir com as pessoas, porque eu sempre perco.

–4º quesito: Você é responsável por um serviço que exige que você trabalhe em equipe com muitas pessoas. Se você cuidar disso sozinho, levará mais tempo e esforço, mas você pode fazer do seu jeito. Mas se você fizer o trabalho em equipe, como esperado, será uma tarefa mais simples e rápida. Qual a sua escolha?

–Bem, como eu quero ser um mago, eu vou ter que escolher trabalhar em equipe– responde Lupe.

–Hum, ótima escolha– disse a instrutora–5º quesito: Finge que ao andar pela rua calmamente, você encontra uma moça desmaiada no chão. O que você faz? 1-Você a leva para o hospital; 2-vê se tem alguma prioridade; ou 3-ignora?

–Eu a ajudo e a levo para o hospital.

–6º quesito: Você achou um item não identificado, que parece ser algum tipo de vestimenta. O que você faz?– pergunta a instrutora que depois diz as alternativas– 1-você checa que tipo de item é? ; 2-você se pergunta quem perdeu e tenta encontrar a pessoa? ; ou 3-deixa onde está?

–Eu checo que tipo de item é.

–7º quesito: Finge que você está em um jantar social e sem querer você comete uma gafe no meio da conversa. Como você consertará a situação? 1-Você finge que é uma piada e muda de assunto? ; ou 2-você analisa o que falou e pede desculpas sinceras?

–Eu analiso o que falei e peço desculpas sinceras.

–8º quesito: Finge que você está viajando com sua amada e ela pede que você compre pra ela um souvenir especialmente inútil. O que você faz? 1-Você compra e dar de presente pra ela? ; 2-Você se recusa a comprar? ; ou 3- Deixa pra uma outra hora?

–Eu nem sei o que eu faço, mas... – Lupe olha pra Carol e imagina ela bonita com vestido e tudo, e nem percebe que ela acaba de olhar pra ele, depois de ficar imaginado, Lupe vê que Carol está olhando para ele e vira a cara com vergonha e diz– Eu compro e dou de presente pra ela.

–Nossa calma– disse a instrutora– bem você já fez os três questionários agora você espera aqui junto com os seus amigos que a gente para o instrutor final.

Os outros também acabaram de fazer o questionário e Carol chega pra perto de Lupe e pergunta:

–Por que você ficou me olhando daquele jeito?

–Ãaahn... Nada Carol, nada– responde Lupe com vergonha.

–Hum, vai ver ele está apaixonado por você Carol– disse Lila que ri e os outros riram também.

–Olha aqui eu não estou a fim de namorar agora, ouviu?– disse Carol com raiva.

–O que é que tem Carol? Pra deixarem de mistério eu e o Dudu estamos namorando– disse Pricea.

–Nossa, primo, isso é verdade?– perguntou Fábio.

–É verdade sim, foi até quando nós estávamos suspensos e vocês quatro estavam lá no capo de treinamento e a gente começou a namorar– disse Dudu.

–Então meu caro priminho– disse Fábio colocando a mão no ombro de Dudu– já que você está namorando com Pricea, você precisa ser um templário para proteger a sua amada.

–Ok eu vou ser um templário na segunda classe, não só para proteger a minha amada– disse Dudu que depois deu um beijo na boca de Pricea e depois diz– mas para proteger vocês também.

–Sabe que vendo isso, me lembrou de uma história de um casal aqui em Rune-Midgard?– disse Lila.

–Quem?– perguntaram em coro.

–O Roan e a Yuufa– responde Lila.

–Está falando do templário e da sacerdotisa que derrotaram o Senhor das Trevas há anos atrás?– perguntou Fábio.

–Isso mesmo– disse Lila que continua– minha mãe contou que foi bonito a história, mas teve coisas tristes, como o irmão da Yuufa o Keough que morreu em Glast Heim por um Cavaleiro do Abismo, depois ele renasceu com ódio no coração se aliando ao Senhor das Trevas que acabou tirando a alma da irmã e matou o próprio amigo, o mercenário Iruga.

–Que horror, fazer isso com a própria irmã– disse Pricea.

–O senhor das trevas disse que ela está com o coração aflito, e que ele precisa dessa alma para se ressuscitar, e foi o que Keough fez– disse Lila

–Mas eu ouvi dizer que o Iruga se sacrificou salvando o Keough das trevas– disse Dudu.

–E foi isso que ele fez– disse Lila que continua– ele atirou a lamina do Katar bem na ferida que ele levou a espadada do Cavaleiro do Abismo, e magicamente a ferida some, mas o Keough antes de morrer ele falou com um ódio dizendo que graças a ele o mundo vai mudar, e ele tinha a alma de ódio que o Senhor das Trevas queria.

–Quer dizer que almas se transformaram em cristais?– perguntou Fábio.

–Sim– respondeu Lila– as almas ficaram em cristais, como Doppelganger, Maya a rainha das formigas, Osíris, Jirtas, Yuufa, Zephyr e Keough.

–O que aconteceu com a Yuufa depois de não ter mais a alma dela– perguntou Lupe.

–Ela foi possuída e estava com ódio, muito ódio de Roan– disse Lila que continuou a história– quando Roan chegou em Glast Heim ela se fingiu de pessoa doce e o beijou, mas ela estava com o Rubi Amaldiçoado na boca e passou pra Roan através do beijo e o Roan sentiu muita dor no coração.

–Poxa que horror– disse Pricea– o que aconteceu depois?

–Yuufa queria matar Roan– disse Lila que continuou– minha mãe disse que a alma de Keough entrou nela pra dizer que ela não deve seguir o mesmo caminho que ele, e ela acordou e viu Roan deitado e chorou muito, mas Roan conseguiu falar e diz que ama ela, ela diz o mesmo pra ele e se beijaram.

–Poxa que lindo– disse Carol– o que aconteceu depois?

–Graças ao poder do amor o rubi saiu do corpo de Roan e foi quebrado– disse Lila.

–Isso é que é amor, o amor é tão forte que é capaz de superar tudo– disse Dudu que beijou Pricea mais uma vez na boca– e eu soube que além dos três, Roan, Yuufa e Iruga, Judia e Maaya também estavam lá né?

–Sim– respondeu Lila– Judia ficou derrotando os soldados do Senhor das Trevas, mas ela sentiu uma dor no coração que o Iruga morreu, mas ela não desistiu e derrotou os soldados e ajudou Roan e Yuufa a derrotar o Senhor das Trevas.

–A mercadora Maaya? Ela fez o que?– perguntou Fábio

–Ela queria vingar a morte de Alice e Jirtas– disse Lila– elas apareceram pra Maaya pra falar que tem que destruir os sete cristais para enfraquecer o Senhor das Trevas, e ela conseguiu usando todos os zenys que ela tinha.

–Então ela usou a Mammonita– disse Fábio.

–Sim e até ajudou os outros a derrotar o Senhor das Trevas e conseguiram– disse Lila.

–Nossa que final feliz– disse Carol– o que aconteceram com eles depois de matarem o Senhor das Trevas?

–Minha mãe disse que Roan e Yuufa se casaram, tiveram dois filhos, Judia estava grávida e deu a luz a um menino e Maaya continuou a vender suas mercadorias pelo mundo de Rune-Midgard¬, me disseram que ela já é uma alquimista– disse Lila.

–Que bonito, mas o que aconteceu a sábia Takius?– perguntou Pricea.

–Ela morreu tentando salvar o mestre dela, o bruxo Zephyr– respondeu Lila.

–Nossa, mas porque ela morreu?– perguntou Lupe.

–Porque Zephyr também estava sendo manipulado pelo Senhor das Trevas, Lupe– respondeu Lila que continua– o Senhor das Trevas encontrou ele desesperado por sem querer ter matado a família e viu que ele tinha que descobrir a verdade para salvar as pessoas.

–Então, o Senhor das Trevas veio com aquela história de também ser a outra pessoa que quer encontrar a verdade?– perguntou Fábio.

–Sim– respondeu Lila que continuou– é isso mesmo, ele foi se aliar ao Senhor das Trevas, depois disso ele conheceu uma menina chamada Katherine e ajudou ela a se tornar uma maga, depois de treiná-la muito passou a chamá-la de Takius.

–Coitada dela, ela nem sabe que estava sendo usada– disse Pricea.

–Mas ela soube, Pricea– disse Lila– porque os aliados dele Keough e a monstrenga Jirtas contaram, fazendo ela sofrer muito, demorou um pouco pra ela acreditar.

–Mas ele a manipulava o tempo todo?– perguntou Dudu.

–Sim– respondeu Lila– o cajado que ele deu a ela era o hipnotizador, quando o cajado brilhava, era Zephyr que estava falando com ela, e ele ainda teve a idéia de colocar a venda nos olhos para dizer que aumenta a concentração e não vê os males do mundo.

–Coitada dela, mas ela causou alguma morte esse tempo todo que estava sendo manipulada?– perguntou Carol

–Sim– respondeu Lila que continua– minha mãe disse que quando Takius, Yuufa, Roan, Maaya, Iruga e Judia estavam andando pelo deserto de Sograt, Takius queria que o pessoal visitasse o Formigueiro Infernal, onde vive as formigas e a Maya, a rainha das formigas.

–Então quer dizer que ela matou a Maya, a rainha das formigas?– perguntou Lupe.

–Sim– respondeu Lila que continuou– infelizmente ela teve que fazer isso, foi quando Maya botou o ovo da próxima rainha numa noite de lua cheia, e Takius quebrou o ovo e Maya chorou e as outras formigas ficaram com raiva e queria atacar ela e os outros.

–Que horror, eles conseguiram sair do formigueiro, vivos?–perguntou Pricea.

–Sim– respondeu Lila – eles estavam chegando à saída, mas Maya apareceu e atacou, Roan que estava usando uma katana flamejante estava lutando com Maya e teve um momento que eles chegaram perto do gêiser que estava soltando um gás e a katana de Roan com a espada de Maya bateram encima do gêiser e transmitiu o fogo da katana incendiando o local que estavam Judia e Iruga ajudaram Roan lutando com ela, e Takius estava perdida, o cajado dela brilhou e ela lançou um relâmpago e atingiu a rainha das formigas.

–Que horrível, e o formigueiro explodiu? E Roan e os outros estavam vivos?– perguntou Pricea.

–Sim, sorte que a Yuufa usou a habilidade Angelus que protege ela e o grupo de qualquer explosão– disse Lila.

Enquanto o grupo conversava, o soldado chegou pra eles e disse:

–Eu lamento interromper a conversa de vocês, mas o instrutor final quer ver vocês agora, por favor, me acompanhem.

–Ok, nós estamos indo– disse Dudu.

Eles seguiram o soldado indo para um corredor até chegar à outra sala onde ficava o instrutor final, quando chegaram o instrutor final estava lá esperando os 6 aprendizes, ele era quase um senhor de cabelos vermelhos um pouco brancos.

–Bom dia, aprendizes.

–Bom dia– responderam.

–Meu nome é Jason, eu sou o instrutor final, eu irei avaliar os questionários que vocês fizeram, mas não se preocupe se, por exemplo, nesse questionário eu achar que você está apto a ser um gatuno e você não gostar você pode escolher a profissão que gostaria de ser.

Jason recebeu os 6 questionários de cada um e disse:

–Bem eu vou escolher aqui e vocês ficam um do lado do outro, e quando eu chamar o nome fique a frente da minha mesa.

–Sim senhor– responderam os aprendizes.

Eles foram ao meio da sala, ficando um do lado do outro, da direita pra esquerda ficaram Dudu colocando a mão direita no ombro de Pricea e ela segura a mão esquerda de Dudu, depois Fábio, Lila, Lupe e Carol.

–Vamos começar com uma mulher– disse Jason– quem é Lila?

–Sou eu senhor– disse Lila que foi pra frente da mesa de Jason.

–Bem, senhorita Lila, me contaram que você matou o esqueleto arqueiro e dropou o arco e a aljave de flechas e conseguiu manusear bem e tudo, estou certo?– perguntou Jason.

–Sim senhor– disse Lila– eu sei que não é permitido, mas eu fiz isso pra salvar não só meus amigos, mas os aprendizes também.

–Nossa que menina corajosa– disse Jason admirando Lila – bom, eu vejo que pelo questionário e pela sua determinação de usar arco e flecha está ligado a ser uma arqueira.

–Sim senhor Jason– disse Lila– eu quero muito ser uma arqueira, é o meu sonho.

–Então seu sonho será realizado, pegue aqui 10 vales, 5 são de armazém da Kafra e 5 de teleporte– disse Jason pegando os vales e entregando pra Lila– e a cidade onde fica a guilda dos arqueiros é em Payon. Está pronta?

–Antes eu posso me despedir dos meus amigos?– perguntou Lila.

–Pode sim– disse Jason.

Ela foi abraçar e beijar na bochecha de cada um e depois disse:

–Gravem o número celular nos seus celulares– Lila disse o número que continua– talvez a gente se encontre em Rune-Midgard pra fazer muitas aventuras.
Eles anotaram e Dudu disse:

–Acho melhor nós gravarmos os números dos celulares de cada um.

Eles demoraram um pouco pra cada um gravar e dar o número do celular, Jason não estava nem aí ele era muito paciente, quando acabaram Lila foi pra perto da mesa e disse:

–Me desculpe ter feito esperar, agora eu estou pronta.

–Tudo bem, eu sei como é isso, eu já me acostumei– disse Jason.

–Ah, ta– disse Lila.

–O portal irá abrir sobre você– depois que Jason disse isso o portal se abriu sobre os pés dela envolvendo-a e continuou a falar– ele vai te mandar para Payon. Boa sorte e adeus Lila.

–Adeus, Jason– disse Lila que se virou rapidamente e disse pros amigos– vejo vocês em Rune-Midgard– e depois ela desapareceu.

–Vejamos o próximo é... Fábio– disse Jason.

–Bem, senhor Fábio– disse Jason olhando o questionário usando os óculos– pelas alternativas acho que você está mais apto a ser espadachim. Você quer ser um espadachim?

–Não– respondeu Fábio.

–Não– disse Jason.

–NÃO– gritaram surpresos Carol, Lupe, Pricea e Dudu.

–Porque primo? Você disse que queria tanto ser um espadachim pra depois se tornar um cavaleiro– disse Dudu.

Fábio se virou pra Dudu e disse:

–Mudei de profissão, primo, pela história que a Lila contou sobre Roan e Yuufa, isso me fez mudar de profissão– e virando-se pra Jason– eu decidi ser um gatuno.

–GATUNO– gritou Dudu surpreso que continua– ENTÃO VOCÊ QUER SER LADRÃO?

–Calma Dudu, eu não vou ser arruaceiro como a maioria faz pra roubar dinheiro até dos pobres– quando Fábio disse isso Lupe começou a lembrar da cena que era um garoto pobre e sujo e os três gatunos apareceram e tomaram os zenys dele e bateram.

Fábio percebeu que Lupe ficou de cabeça baixa ao ouvir o que ele disse, foi até Lupe abraçar e disse:

–Me desculpe Lupe, por fazer você se lembrar disso– depois de consolar um pouco Lupe, Fábio se virou pra Dudu e continuou– eu vou querer ser mercenário.

–Ah, ta tudo bem isso é bom– disse Dudu– mas que susto você fez, heim?

E Fábio foi pra Jason e repetiu:

–Eu quero ser um gatuno.

–Ok, sua decisão é essa não é?– perguntou Jason.

–Sim senhor– respondeu Fábio.

–Aqui pegue os vales armazém e teleporte Kafra, e pode se despedir dos seus amigos e do seu primo– disse Jason.

–Obrigado– disse Fábio.

Ele foi abraçar cada um, deu um beijo na bochecha das meninas Carol e Pricea, quando chegou em Dudu, ele disse:

–Me desculpe se o assustei, primo, mas essa é a minha decisão.

–Ta tudo bem– disse Dudu que abraçou e disse– boa sorte, primo.

Depois de se despedir de todo mundo, Fábio foi pra perto da mesa de Jason e disse:

–Estou pronto

–Ok, um portal vai abrir sobre você– disse Jason que o portal apareceu sobre os pés dele e subiu até envolver Fábio e Jason continuou a falar– o portal vai te levar pra entrada da pirâmide de Morroc, a guilda dos gatunos fica no subterrâneo da pirâmide. Boa sorte Fábio e adeus.

–Adeus Jason– disse Fábio que se virou pra os 4 e disse– até mais pessoal– e desapareceu.

Depois que ele desapareceu, Dudu disse pros outros:

–Cara, que mudança repentina ele teve, eu mal posso acreditar.

–Vai ele tinha um bom motivo pra mudar, né amor?– disse Pricea que abraçou Dudu.

–Quando ele disse aquilo, me fez lembrar aquele dia– disse Lupe.

–Mas ele pediu desculpas Lupe, eu ouvi– disse Carol.

–É eu sei, mas aquilo foi muito doloroso– disse Lupe.

–Não se preocupe Lupe, eu conheço o meu primo, ele não vai ser ladrão que nem aqueles gatunos que você encontrou– disse Dudu.

–Então tudo bem– disse Lupe.

–Pricea, você é a próxima– disse Jason.

–Eu estou indo– disse Pricea que foi até a mesa de Jason.

–Vejamos– disse Jason olhando o questionário com os óculos– você foi muito sincera nas respostas, e as respostas que você deu são muito tocantes, pelo jeito você quer ser uma noviça.

–Sim eu quero, eu quero muito ser uma noviça pra poder ajudar as pessoas, como o meu namorado ali– disse Pricea apontando pra Dudu– e o meu amigo Lupe– ela apontou pra Lupe.

Dudu e Lupe ficaram felizes em ouvir isso e Carol os abraçou pra sentir a felicidade também.

–Isso é que é amizade, você não acha?– perguntou Pricea.

–É mesmo senhorita Pricea– disse Jason que pegou os vales e disse– pegue esses vales armazém e teleporte Kafra

–Obrigada, eu vou me despedir do pessoal– disse Pricea depois de pegar os vales e colocar no bolso.
Ela foi abraçar Lupe e disse:

–Boa sorte Lupe, tomara que você seja um bom mago.

–Obrigado, Pricea, e serei um bom mago– disse Lupe.

E beijou Lupe na bochecha e foi pra Carol e disse:

–Boa sorte Carol, minha amiga, seja uma boa lutadora Taekowdo.

–Obrigada pela força, amiga, eu serei uma lutadora taekowdo com certeza– disse Carol.

Quando chegou em Dudu, ela beijou ele na boca e disse:

–Dudu, meu amor, boa sorte no seu teste de espadachim, e espero que você proteja não só a mim, mas os outros também.

–É claro que vou proteger Pricea querida, e que você também seja uma boa noviça– disse Dudu.

–É claro que vou ser, quero ajudar todo mundo– disse Pricea.

Depois se beijaram de novo, depois de um beijo um pouco demorado, Pricea foi pra frente da mesa de Jason e disse:

–Estou pronta.

–O portal vai abrir sobre você– disse Jason que o portal se abriu sobre os pés dela e subiu envolvendo-a e ele disse– o portal vai te levar pra entrada da catedral em Prontera, a guilda dos noviços fica lá. Boa sorte Pricea e adeus.

–Adeus Jason– disse Pricea que se virou pra os três e disse– até mais tarde e eu ficarei rezando por vocês e os outros.

–Tchau Pricea– disseram Lupe e Carol.

–A gente se ver amor– disse Dudu mandando um beijo, Pricea retribuiu e depois desapareceu.

–Ela foi muito decidida, não acham?– perguntou Carol.

–Sim, ela foi– respondeu Lupe.

–A minha namorada é sempre decidida– disse Dudu.

–Dudu, você é o próximo– disse Jason que Dudu ficou na frente da mesa de Jason e ele disse– vejo que o seu primo tomou um rumo diferente do que você queria que ele fosse, mas eu quero dizer que não pode influenciá-lo na escolha da profissão, quem escolhe é a própria pessoa.

–OK, Jason me desculpe– disse Dudu– mas é que eu não gosto de gatunos, a maioria deles se torna um arruaceiro, só pra roubar dos pobres, como aconteceu com o meu amigo ali– ele aponta pra Lupe, tomando as dores.

–Mas ele disse que não vai ser um arruaceiro, ele vai ser um mercenário– disse Jason– você tem que confiar nele.

–Tudo bem, eu confio– disse Dudu.

–Bom, voltando a sua avaliação, as respostas que você deu são muito boas– disse Jason olhando o questionário de Dudu– pelas suas respostas acho que espadachim é a sua escolha, não é?

–Sim senhor– responde Dudu que continua- depois eu quero me tornar um templário.

–Que bela escolha você fez, eu sugiro que você vá se despedir dos seus amigos enquanto eu pego os vales armazém e teleporte pra você– disse Jason.

Ele foi abraçar e beijar Carol na bochecha e disse:

–Até mais tarde Carol, e tomara que você seja uma boa lutadora Taekowdo.

–Obrigada Dudu, eu irei ser, isso é o meu sonho– disse Carol.

Depois ele apertou a mão e abraçou Lupe e disse:

–Boa sorte Lupe, tomara que você seja um bom mago.

–Valeu amigo, eu vou ser um mago sim– disse Lupe.
Depois de se despedir de Carol e de Lupe, Dudu foi pra frente da mesa de Jason para receber os vales armazém e teleporte Kafra e Jason disse:

–O portal irá abrir sobre os seus pés– um portal aparecer e sobe envolvendo Dudu– ele vai te levar pra cidade de Izlude, a guilda dos espadachins fica lá, boa sorte Dudu e adeus.

–Adeus Jason– disse Dudu que depois se vira pra Carol e Lupe– até mais tarde Carol e Lupe– e desapareceu.

–A próxima é a Carol– disse Jason que ela foi pra frente da mesa dele.

–Sou eu Jason– disse Carol.

–Bem, você quer ser uma lutadora Taekwondo não é?– perguntou Jason.

–Sim, eu quero ser muito uma lutadora Taekwondo– respondeu Carol.

–Mas, infelizmente não temos o teleporte direto pra guilda dos taekwondos e no seu teste o resultado foi pra ser arqueira– disse Jason.

–Mas eu não quero ser arqueira– disse Carol.

–Ah, tudo bem, me desculpe– disse Jason– e que eu estou ficando meio velho, sabe? Eu esqueci que tinha uma guilda dos taekwondos em Payon.

–É mesmo?– perguntou Carol.

–Sim– disse Jason– me disseram que é ao ar livre, talvez você encontre a sua amiga Lila, lá em Payon.

–Ah, que bom– disse Carol que ficou feliz ao saber que vai pra mesma cidade onde Lila está.

–Pegue aqui seus vales armazém e teleporte Kafra– disse Jason dando os vales pra ela.

–Eu vou me despedir do Lupe antes de você abrir o portal pra mim– disse Carol.

–À vontade– disse Jason.

Ela foi pra perto de Lupe e disse:

–Então isso é um adeus, né?

–Não, não é um adeus– disse Lupe– é um até logo, a gente vai ser ver em Rune-Midgard.

–Ah, é mesmo– disse Carol demonstrando vergonha– então boa sorte no seu teste de mago, Lupe.

–Obrigado Carol e boa sorte pra você também no seu teste de lutadora Taekwondo– disse Lupe.

Eles se abraçaram e Carol foi andando até a mesa de Jason, mas ela parou no meio do caminho e voltou correndo para abraçar e beijar na boca de Lupe, eles demorou alguns segundos e ela parou de beijar e voltou correndo pra mesa de Jason e disse:

–Abre logo o portal pra Payon.

–Tudo bem– disse Jason que apareceu um portal sobre os pés dela que a envolveu e desapareceu sem olhar pra Lupe.

Lupe ficou impressionado e passou o dedo nos lábios e se perguntou:

–Porque ela fez isso?

–Lupe, Lupe, é você agora– disse Jason.

–Estou indo– disse Lupe que saiu do transe e chegou perto da mesa de Jason que avalia o questionário dele.

–Nossa pelas respostas você quer mesmo ser um mago, eu posso saber por que você escolheu essa profissão?

–Bem Jason, eu tive um sonho que um sábio apareceu e disse que esse é o melhor caminho para eu seguir– respondeu Lupe.

–Interessante esse seu sonho, Lupe– disse Jason– as vezes os sonhos falam a verdade, se você sonhou com esse sábio dizendo que quer ser um mago, então você terá que corre atrás desse sonho.

–É isso mesmo que eu vou fazer– disse Lupe.
–Aqui, pegue os vales armazém e teleporte Kafra e a cidade que você vai é pra Geffen, a guild dos magos fica lá– disse Jason que o portal aparece sobre os pés de Lupe que depois o envolve– Boa sorte Lupe, realize o seu sonho de ser mago e adeus.

–Adeus, Jason.

Lupe teve a última visão da sala, e da ilha dos aprendizes, que desaparece ficando escuro por alguns segundos que depois ele se vê estando numa Praça em Geffen.


Geffen, 13:00 h da tarde


Lupe ficou impressionado ao ver a cidade com um monte de pessoas indo e vindo e ele olha pra a torre de Geffen e se impressiona.

–Que legal.

Ele ficou caminhando pela cidade pra conhecer mais, depois de caminhar um pouco ele se depara com uma pessoa conhecida que disse:

–Até que enfim você chegou Lupe.

–Você!

Lupe vê o sábio que apareceu no seu sonho.


Última edição por lupe89 em Qua Jul 07, 2010 11:06 am, editado 1 vez(es)

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5º e 6º capítulo

Mensagem por Lupe89 em Qua Jul 07, 2010 11:04 am

Capítulo 5- Você vai me ajudar?

Glast Heim, ontem, 20h00min da noite

No castelo onde vive o Senhor das Trevas, ele se encontrava sentado no seu trono, resolveu se levantar, mas quando começou a caminhar ele sente as pernas enfraquecidas e cai, Jirtas viu isso acontecer e chicoteou no chão para que aparecessem dois Injustiçados para ajudá-lo a se levantar e colocá-lo de volta ao trono e ele disse:

–Ah, eu estou fraco demais, eu preciso daquelas almas.

–Sim, Senhor das Trevas você vai ter aquelas almas– disse Jirtas.

O Senhor das Trevas ficou pensando um pouco, minutos depois o sábio Mephysto aparece e diz:

–Me chamou Senhor das Trevas?

–Sim chamei, eu soube que você conseguiu um aprendiz não é?– disse o Senhor das Trevas.

–Sim, ele era um menino de rua e aqueles três gatunos que eu o trouxe aqui eles roubaram os zenys dele e ficou sofrendo muito– disse Mephysto que o Senhor das Trevas e Jirtas riram.

–Fez bem você trazer eles até aqui para se tornarem meus servos apesar de eles terem feito uma coisa ruim– disse o Senhor das Trevas.

–Mas depois desse acontecimento, mestre, uma sacerdotisa apareceu e ajudou ele, e ela conseguiu fazer com que ele seja um aprendiz– disse Mephysto
Quando o Senhor das Trevas ouviu a palavra “sacerdotisa” ele se enfureceu e deu um murro na parede e disse:

–Eu odeio esse nome.

–Eu também odeio esse nome, Senhor das Trevas– disse Jirtas.

–Mas eu consegui entrar nos sonhos dele e pedi pra que ele fosse me seguir pelo caminho da verdade– disse Mephysto.

–Ou seja, o caminho das trevas – disse o Senhor das Trevas que depois riu sarcasticamente e Mephysto e Jirtas riram com ele também, e o Senhor das Trevas continuou– isso mesmo manipule esse garoto e faça ele destruir três MVPs.

–Sim, Senhor das Trevas– disse Mephysto.

–Quero ver a marca– disse o Senhor das Trevas.
Mephysto mostrou a marca que estava atrás do antebraço e ele tocou fazendo com que a marca ficasse mais escura, Mephysto sentiu isso e disse:

–Ahhh, sabe mestre quando você toca nessa sua marca eu tenho a sensação que eu estou mais forte.

–Sim, eu sei cada toque que eu faço na minha marca que esta no seu antebraço faz com que a pessoa que tenha essa marca ficará mais forte quando completar a missão– disse o Senhor das Trevas.

–Então a missão é eu manipular o garoto para destruir três MVPs de qualquer lugar que você mandar, não é?– perguntou Mephysto.

–Sim, eu direi pra você por telepatia, quais os MVPs que eu quero que você mande o garoto matar pra ter as almas– disse o Senhor das Trevas.

–Sim, Senhor das Trevas– disse Mephysto se retirando.

–Espere– disse o Senhor das trevas que Mephysto se virou– Jirtas pegue aquele cajado.

–Sim, Senhor das Trevas– disse Jirtas que saiu e minutos depois ela trouxe o cajado do hipnotizador preto que tinha asas pretas de morcego e entre essas asas tinha um rubi vermelho e deu pra o Senhor das Trevas.

–Segure esse cajado, Mephysto– disse o Senhor das Trevas que quando Mephysto pegou o cajado o rubi do cajado brilhou que nem uma luz vermelha e o Senhor das Trevas diz– Você Mephysto será o hipnotizador e aquele que segurar esse cajado será hipnotizado por você e essa pessoa fará o que você quiser.

A luz vermelha do cajado apagou e Mephysto disse:

–Então é só eu entregar esse cajado esse cajado ao meu aprendiz que ele irá fazer o que eu mandar?

–Sim, agora vá– disse o Senhor das Trevas.

–Sim, Senhor das Trevas– disse Mephysto que depois desapareceu.


Geffen, hoje, 13h00min da tarde


Lupe encontra Mephysto, o sábio que apareceu no seu sonho e ele diz:

–Olá, eu sou Mephysto e como você se chama?

–Eu me chamo Lupe– respondeu Lupe.

–Então você escolheu ser um mago, não é?– perguntou Mephysto.

–Sim, e eu estou indo pra guilda dos magos, mas eu não sei onde fica– disse Lupe

–Eu te levo pra lá, e você vai precisar desses itens– disse Mephysto que deu um pó especial com os números 3735 escritos.

–Pra que isso?– perguntou Lupe

–Isso vai te ajudar a se tornar um mago, ja que voce tem jellopy, felpa e leite– disse Mephysto.

–Ok, muito obrigado, mestre Mephysto– disse Lupe.
Mephysto conseguiu ganhar a confiança de Lupe, eles chegaram a guilda dos magos e Mephysto disse:

–A partir daqui é você que vai entrar boa sorte.

–Obrigado, mestre– disse Lupe que entrou na guilda dos magos.

Quando Lupe entrou, ele viu a maga com uma roupa diferente de outras magas depois de serem aprendizes, e falou com ela:

–Você é a guardiã da guilda?

–Olá, sou sim, então você quer ser um mago, não é?– disse a maga guardiã.

–Sim, eu quero– respondeu Lupe.

–Você vai preparar pra mim– disse a maga pensando um pouco que depois continuou– a poção número dois pegue esse tubo de ensaio e vá pra aquela prateleira de livros que tem lá escrito e depois coloque naquela máquina de misturas.

Lupe pegou o tubo de ensaio e foi até a prateleira de livros e pegou o livro que tinha escrito a poção número dois.

Foi como o Mephysto previa, a poção número 2 pede 3 jellopys, 1 felpa, um leite e pó especial com os números 3735 escritos. Lupe leu e foi até a máquina de misturas e viu que tinha o local onde sai o líquido, como se fosse um filtro de beber água. Ele colocou o tubo de ensaio embaixo de onde vai sair o líquido da poção que ele vai preparar, e ele colocou os jellopy, felpa, leite e o pó especial e apertou o botão de misturar. Depois de misturar, o líquido misturado ficou verde e desceu pra onde estava o tubo de ensaio enchendo-o. Lupe pegou o tubo de ensaio com a poção e entregou à maga guardiã ela olhou e disse:

–Meus parabéns, a fórmula está certa fale com aquela moça que ela te dará a roupa de mago e te encaminhará para o provador pra você se vestir.

Lupe foi falou com a moça e minutos depois ele já está com a roupa de mago vestida, e a maga guardiã disse:

–Hum, ficou bem em você, mas você ainda não é totalmente um mago, beba esta poção que você acabou de preparar pra mim.

Lupe com um pouco de medo, bebeu a poção e sentiu uma energia fluindo de seu corpo que fechou os olhos e sentiu que estava levitando um pouco e depois voltou pra chão e disse:

–O que aconteceu comigo?

–Eu fiz com que essa poção que você acabou de preparar pra mim para que quando você beber essa poção, você terá poderes de um mago– disse a maga guardiã.

–Que poderes?– perguntou Lupe.

–São magias de água, terra, fogo, ar e pirocinese, mas isso você vai aprender com a treinadora dos magos chamada Maná que fica naquela sala– disse a maga guardiã.

–Ah ta, então muito obrigado– disse Lupe.

–De nada, e bem vindo a guilda dos magos– disse a maga guardiã sorrindo pra ele.

Duas horas depois de aprender as magias Lupe saiu da guilda e encontrou Mephysto segurando o cajado do hipnotizador preto que o Senhor das Trevas deu pra ele que disse:

–Vejo que agora você se tornou um mago.

–Sim, eu me tornei graças a você, mestre Mephysto– disse Lupe.

–Ora não precisa me agradecer– disse Mephysto.

–Eu quero ser um sábio que nem você– disse Lupe.

–Então você quer se tornar um sábio igual a mim?– perguntou Mephysto

–Sim, eu quero.

–Você terá que viajar comigo para eu te mostrar o caminho certo, o caminho da verdade para você se tornar um sábio, você quer ir comigo?–perguntou Mephysto.

–Sim, mestre eu quero.

–Você vai precisar desse cajado, esse cajado é raro e é poderoso pra quem o segurar, eu já usei e agora quero que você use.

–Como quiser mestre– disse Lupe pegando o cajado do hipnotizador preto.

Assim que Lupe pegou o cajado, o rubi brilhou que nem uma luz, os olhos de Lupe ficaram vermelhos e Mephysto diz:

–A partir de agora você não irá largar esse cajado por nada nesse mundo, e irá fazer tudo o que eu mandar, entendeu?

–Sim, mestre– respondeu Lupe hipnotizado.

–Quando você concluir a tarefa que eu te passar, você terá mais poder, suas magias de mago ficarão mais fortes, entendeu?

–Sim, mestre.

–Agora desperte– disse Mephysto que deu uma batida de palmas e Lupe saiu da hipnose.

–Nossa, esse cajado tem uma aura que eu nunca vi, é como se a gente fosse um só– disse Lupe.

–É bom saber disso, você quer viajar comigo para aprender as coisas verdadeiras neste mundo?

–Eu quero sim, mestre, e você vai me ajudar a me tornar um sábio?

–Sim, meu caro aprendiz Lupe, vem comigo que eu te ajudarei.

–Como quiser mestre.

Lupe e Mephysto saíram ao norte de Geffen, indo pras montanhas de Mjolnir e viram 3 Argiopes vindo na direção deles e Mephysto disse:

–Olhe e aprenda.

Mephysto tirou o seu livro que é usado por sábios e invocou uma magia, quando começou a invocar o círculo de magia apareceu sob os pés dele e subiu uma poeira vermelha e diz:

–BARREIRA DE FOGO!

Ele disse segurando o livro na mão esquerda e a mão direita aberta mirando nos Argiopes e o círculo de magia apareceu a três metros a frente de onde Lupe e Mephysto estavam e apareceu a barreira de fogo os Argiopes tocaram na barreira e se queimaram e morreram desaparecendo depois.

–Nossa que demais, mestre, eu também usarei esse livro quando eu for sábio que nem o senhor?– perguntou Lupe.

–Sim você vai, agora é a sua vez de usar magia, segure o cajado com a mão esquerda e coloque a mão direita aberta perto do símbolo do cajado pra carregar a magia– disse Mephysto.

Andando mais um pouco eles viram 3 Argos que são uma aranhas gigantes vindo na direção deles e Mephysto disse:

–Eles são fracos contra fogo, gelo e raio, pode usar qualquer magia com esses elementos.

–Vou usar o gelo– disse Lupe.

Lupe segurou com a mão esquerda o cajado e mão direita colocou perto do símbolo do cajado que é as asas de morcego vermelha com o rubi no meio. O círculo de magia apareceu sobre os pés de Lupe e subiu a poeira azul, que significa que vai usar uma magia de água, olhou pros Argos e disse:

–LANÇAS DE GELO!

Depois que disse a magia o círculo de magia marcou os 3 Argos e as lanças de gelo apareceram no céu caindo encima deles e morreram.

–Muito bem Lupe, viu como você ficou forte? Por isso não largue esse cajado por nada nesse mundo, ele será o seu suporte quando lançar as magias.

–Sim, mestre.

–Está ficando tarde, é melhor chegarmos rápido em Al de Baran– disse Mephysto.

–Porque mestre você quer que a gente vá pra Al de Baran?– perguntou Lupe.

–Porque de lá nós vamos pra Juno a parir da Kafra, eu moro lá e em Juno tem uma biblioteca enorme, você vai gostar de lá– disse Mephysto.

–Poxa é mesmo? Eu quero ir com você pra Juno– disse Lupe.

–Então vamos.

E assim Lupe e Mephysto foram pra Al de Baran e de lá falaram com a Kafra pra mandarem os dois pra Juno.


Juno, 17h00min da tarde


Lupe e Mephysto chegaram a Juno, Lupe se impressionou ao ver a cidade flutuando pelo céu.

–Poxa eu nunca vi uma cidade bem perto do céu.

–Foram os sábios antigos que criaram essa cidade e com o passar do tempo foi ficando assim– disse Mephysto que continuou– vamos para a minha casa.

A casa de Mephysto fica numa rua um pouco próxima a biblioteca de Juno, entraram e Lupe começou a olhar a casa na sala ele viu um monte de porta-retratos com fotos dele, da mulher que tinha cabelos pretos e olhos azuis sendo uma sábia e de dois filhos: um homem que tinha cabelos pretos e de olhos azuis e sendo um ferreiro e uma mulher que tinha cabelos pretos e olhos castanhos sendo uma alquimista.

Mephysto chegou na sala e viu Lupe olhando as fotos, Lupe olhou pra Mephysto e pergunta:

–Onde eles estão mestre?

–Infelizmente a minha mulher morreu– disse Mephysto que começou a chorar.

Lupe foi consolar Mephysto e perguntou sobre os filhos e Mephysto um pouco mais calmo respondeu:

–Eles estão viajando pelo mundo, os nomes dos meus filhos são Billy e Kimberly, eles tinham 20 e 19 anos quando a mãe deles morreu e essa foi à última foto antes da minha esposa morrer.

–Poxa que triste mestre.

–Depois do enterro eles saíram de casa e nunca mais voltaram e eles estão viajando pelo mundo.

Lupe não conteve as emoções e chorou junto com ele e Mephysto:

–Mas agora eu tenho você e vou te ajudar a se tornar um sábio que nem eu.

–Obrigado, mestre.

E assim Lupe ficou na casa de Mephysto e indo pra biblioteca estudar sobre Rune Midgard e sobre as magias por 8 anos.



Capítulo 6– O reencontro

Prontera, 14h00min da tarde

8 anos se passaram, e nesse tempo passou Dudu se tornou um espadachim e é noivo de Pricea que já é uma noviça, eles estavam na Praça de Prontera esperando os outros chegarem e Dudu disse:

–Nossa, querida, muito tempo se passou e nem vi mais aquele pessoal que a gente se conheceu na Ilha dos Aprendizes.

–É amor, faz muito tempo mesmo, quero ver como estão Carol, Lila, Fábio e Lupe– disse Pricea.

–E eles vão ter uma surpresa que a gente já noivou e estamos prestes a se casar– disse Dudu que abraçou Pricea e ela retribuiu abraçando e depois beijou na boca.

–Aí estão vocês.

Lila já sendo uma arqueira com o arco nas costas e o porta flechas na cintura, chegou e abraçou e deu um beijo na bochecha dos dois e Pricea disse:

–Nossa Lila, você se tornou uma arqueira profissional.

–É, lembra que eu usei o arco e as flechas que dropei do Esqueleto arqueiro lá na ilha?– perguntou Lila

–É eu lembro– disse Pricea.

–Eu agora já tenho prática e muita precisão e logo, logo me tornarei uma caçadora– disse Lila.

–Olá, eu encontrei vocês.

Carol já sendo uma lutadora Taekowdo chegou e abraçou o pessoal e Dudu disse:

–Foi difícil você se tornar uma lutadora Taekowdo?

–No começo sim, quando eu virei uma lutadora, eu não parei de treinar, e ganhei algumas medalhas nas competições de taekowdo que teve lá em Payon– disse Carol.

–É verdade e eu fiquei na torcida– disse Lila.

–É até aventuramos nas florestas de Payon pra chegar até aqui– disse Carol.

–Bem, só falta o Fábio e o Lupe chegarem– disse Dudu que depois sentiu um beliscão na suas costas ele se virou e não viu ninguém atrás dele.

–O que foi amor?– perguntou Pricea.

–Alguém me beliscou nas costas– disse Dudu.

–Quem te beliscou... AI eu senti uma batida no meu bumbum– disse Pricea.

–Quem é que está fazendo isso com vocês?– disse Lila que depois sentiu a batida no bumbum dela– quem é que está fazendo isso?NÃO TEM GRAÇA NENHUMA.

–Fui eu– disse Fábio que apareceu atrás deles e já sendo um gatuno.

–Isso não teve graça nenhuma, Fábio, você me beliscou bateu na bunda da minha futura mulher e na de Lila– disse Dudu.

–Ainda bem que não bateu na minha bunda porque se não você iria levar um chute bem no seu saco– disse Carol.

–Me desculpem Dudu, Pricea e Lila, eu só queria brincar– disse Fábio.

–Está desculpado, primo– disse Dudu que abraçou Fábio.

–Eu também aceito suas desculpas, mas só se você não fizer mais isso comigo– disse Lila.

–Eu também digo o mesmo que a Lila– disse Pricea.

–Ok, eu não irei fazer mais isso– disse Fábio.

–Desculpas aceitas– disse Lila e Pricea ao mesmo tempo.

–Só está faltando o Lupe– disse Dudu.

–É mesmo só falta ele– disse Pricea.

–Será mesmo que ele se tornou um mago?– perguntou Carol.

–É lógico Carol, quando uma pessoa quer ser o que sonhou ele corre atrás, como foi no meu caso e hoje estou aqui sendo uma arqueira– disse Lila.

Pricea sentiu sua barriga roncar e disse pra Dudu:

–Amor eu estou morrendo de fome.

–Eu também estou– disse Carol depois que a barriga dela roncou.

–Então vamos todos para a estalagem, assim também passamos uma noite lá, o que acham?– perguntou Dudu.

–É uma boa idéia, primo– disse Fábio.

–Depois de comer eu quero dormir, eu estou morta de tanto andar– disse Lila.

–Eu também, Lila e eu andamos desde Payon pra Izlude e estávamos muito cansadas e pegamos teleporte da Kafra de Izlude pra cá pra Prontera– disse Carol.

–É bom pra gente, comer, descansar e nós vamos ter muito que conversar porque a gente num se vê faz 8 anos– disse Pricea.

–É mesmo querida, você está certa– disse Dudu abraçando a noiva e beijou na testa dela– vamos.

A caminho da estalagem, de repente eles ouvem gritos de socorro, pararam e percebiam que o grito vinha de um beco perto de onde eles estavam. Duas crianças de rua, um menino e uma menina que ambos são irmãos saíram do beco e eles estavam chorando, Pricea, Carol e Lila foram consolar as crianças e Pricea perguntou:

–O que está acontecendo?

–O nosso pai está ferido– disse a menina chorando.

–Que horror– disse Pricea levando as mãos até a boca em sinal de espanto.

–E um mago está lutando com dois arruaceiros e um mercenário pra salvar o nosso pai– disse o menino chorando.

–Vendo vocês assim me lembram de um amigo que passou pela mesma situação que vocês– disse Dudu.

–Espera aí, vocês num acham que o mago que está lutando com os ladrões seja o Lupe?– perguntou Carol.

–Como é que a gente vai saber?– perguntou Fábio.

–Vocês dois sabem como é esse mago que está salvando o seu pai?– perguntou Carol.

–Ele tem cabelos e olhos castanhos– respondeu a menina ainda chorando e sendo consolada por Pricea.

–Deve ser ele, Carol– disse Lila.

De repente eles viram clarões azuis, vermelhos e amarelos vindo do beco.

–É ele mesmo, eu tenho certeza– disse Carol.

–Então vamos ajudá-lo– disse Fábio.

–Não vão é muito perigoso– disse o menino de rua.

Dudu se ajoelhou pra perto do menino botou a mão na cabeça do menino e disse:

–Não se preocupe, nós vamos proteger vocês e o seu pai.

–Fica calma ta?– disse Pricea alisando a cabeça da menina de rua.

Eles foram pra o beco e quando chegaram ao fim do beco dando acesso a outro beco viram o pai das crianças caído no chão ferido, Lupe em pé ferido segurando o cajado do hipnotizador preto e os arruaceiros Poly, Rokusho e o mercenário Jerry. Lupe tentava ficar em pé e Jerry fez um ataque de corpo empurrando Lupe que foi arremessado batendo na parede, fazendo com que ele gritasse de dor, Jerry foi pra perto dele e disse:

–Foi pra isso que você se tornou um mago seu moleque imundo.

–Não me chame mais POR ESSE NOME– disse Lupe que quando se levantou Jerry chutou Lupe fazendo com que ele caísse e Lupe gritou de dor e ficou desacordado.

–Acaba logo com esse mago e com esse velho– disse Poly

–Eu quero o dinheiro dos dois logo– disse Rokusho.

–Com muito prazer– disse Jerry.

Quando Jerry levantou o Katar da mão direita, uma pedra atingiu a sua cabeça, Jerry olhou, Poly e Rokusho acompanharam o olhar dele e viram Fábio, Dudu, Carol, Lila, Pricea e as duas crianças.

–Boa pontaria, Fábio– disse Carol.

–Parece que essas crianças trouxeram reforços– disse Rokusho.

–Deixem o nosso amigo e esse senhor em paz– disse Dudu pegando a espada.

–Vocês são amigos desse moleque imundo?– perguntou Poly.

–Não chame ele POR ESSE NOME– disse Carol que continuou– vou dar um chute nessa tua boca.

–Quero ver se você consegue– disse Poly.

Carol luta com Poly, Dudu luta com Rokusho e Fábio com Jerry enquanto eles lutavam Lila disse:

–Pricea vá curar Lupe e o pai dessas crianças, eu tomo conta delas.

–É pra já– disse Pricea.

Ela foi primeiro pra perto do mendigo colocou as mãos abertas pra frente mirando nele e disse:

–CURAR!

A luz verde-brilhante brilhava nas mãos de Pricea e apareceu em volta homem de rua, quando acabou o homem abriu os olhos e viu a noviça que curou pegou nas mãos dela e disse:

–Muito obrigado noviça por me curar.

–De nada senhor, noviços servem para ajudar as pessoas– disse Pricea.

A luta continuava e Poly disse:

–ATAQUE DUPLO!

Ela usou as adagas encima de Carol, mas Carol conseguiu conter o ataque com as pernas que estavam com as proteções de ferro e os pés também com protetores de pé e Carol revidou:

–CONTRACHUTE!

Ela fez a posição mantendo o pé esquerdo pra trás e alguns segundos ela chutou e o chute bateu no queixo de Poly que caiu e Carol disse:

–Gostou do meu chute, vadia?

Ela ficou de cara feia. Dudu e Rokusho continuaram lutando, Rokusho conseguiu ferir Dudu no braço esquerdo, Pricea viu e antes de curar Lupe ela rapidamente se levantou colocou as mãos abertas pra frente mirando em Dudu e disse:

–CURAR!

A luz verde-brilhante envolveu Dudu e Pricea ainda na mesma posição disse outra magia de noviça:

–BENÇÃO!

Os anjos apareceram voando em círculos encima da cabeça de Dudu e ele deu uma espadada que fez um corte grande no braço esquerdo de Rokusho que gritou de dor.

–Obrigado, querida– disse Dudu mandando um beijo pra Pricea.

Na outra briga Jerry conseguiu ferir Fábio nos dois braços, Pricea foi pra perto dele fez a mesma posição e disse:

–CURAR!

A luz verde-brilhante envolveu Fábio e rapidamente Pricea disse outra magia de noviça:

–AUMENTAR AGILIDADE!

Fábio olhou o seu corpo ficar embaçado e depois voltou ao normal, isso indica que a agilidade dele aumentou, e com essa agilidade aumentada ele usou as adagas e correu como uma bala e disse:

–ATAQUE DUPLO!

Fábio conseguiu ferir rapidamente os braços de Jerry que gritou de dor. Os três Poly, Rokusho e Jerry estavam feridos e Poly disse:

–Vamos embora daqui.

Os três saíram correndo do beco sumindo de vista e as crianças correram pra abraçar o pai e abraçaram chorando e o pai chorou também ao receber o abraço dos filhos, depois ele olhou pra Pricea e os outros de disse:

–Muito obrigado a vocês todos, se não fossem por vocês estarem aqui, eu já estaria morto.

–De nada senhor, deveria agradecer aos seus filhos, porque se não fossem por eles, a gente nem sabia que você estaria em perigo e também o nosso amigo– disse Dudu.

–Ah meu Deus, esqueci de curar o Lupe– disse Pricea.

–Anda logo, cura ele– disse Carol.

Ela foi pra onde Lupe está desacordado, ela botou as mãos pra frente e pra perto de Lupe e disse:

–CURAR!

A luz verde-brilhante envolveu Lupe, depois que acabou a magia de cura Lupe abriu os olhos, tossiu um pouco e quando virou ele disse:

–Quem são vocês?

–Você não se lembra de mim? Sou eu a Pricea lá da Ilha dos aprendizes– disse Pricea.

–Então vocês são...– disse Lupe tentando se lembrar e acabou lembrando deles lá da ilha dos aprendizes, dos momentos felizes que tiveram.

–Nós éramos aprendizes que nem você na época e agora estamos aqui– disse Dudu.

–Poxa é mesmo, há quanto tempo– disse Lupe que foi ajudado por Pricea a se levantar e depois ela o abraçou que depois foi Dudu, Carol, Fábio e Lila.

–Pelo jeito você conseguiu se tornar um mago– disse Fábio.

–Sim, graças a uma pessoa que encontrei em Geffen– disse Lupe.

–Conversaremos isso depois, agora vamos para estalagem estamos morrendo de fome– disse Lila.
Lupe olhou pro mendigo e disse:

–O senhor está bem?

–Sim, graças aos seus amigos e quero agradecê-lo também por me salvar, se não fosse por você e pelos seus amigos eu não estaria aqui– disse o mendigo.

–De nada, eu também era assim que nem você– disse Lupe que pegou o cajado que estava no chão.

–Eu gostaria que vocês fossem com a gente pra estalagem com a gente– disse Pricea ao homem e as crianças.

–Nós não podemos– disse a menina.

–O dono da estalagem não quer que a gente fique lá, ele acha que somo uma má influencia pra clientela dele– disse o homem.

–Isso é o que ele pensa– disse Lila.

–A gente fala que vocês estão com a gente– disse Dudu.

–É pai, vamos com eles– disse o menino.

–Tudo bem a gente vai– disse o homem.

Eles foram pra a estalagem e quando entraram o homem de bigode que era o dono viu os três mendigos e gritou:

–PONHAM SE JÁ PRA FORA DAQUI, AQUI NÃO É LUGAR PRA MENDIGOS.

–Auto lá, eles estão com a gente– disse Lila.

–E a gente vai pagar a comida que eles escolherem– disse Fábio.

–Ah não, isso me lembra uma sacerdotisa que trouxe um moleque imundo pra cá– disse o homem de bigode.

Lupe foi pra perto do dono e disse:

–Sabe que aquela criança que você viu com a sacerdotisa, era eu.

–VOCÊ?– disse o homem de bigode olhando espantado pra Lupe– então você já é um homem e ainda por cima um mago, meus parabéns.

–E tenha mais respeito com esse pessoal, você nunca imaginou estar na pele deles?– perguntou Lupe.

–Não, cruz credo– disse o homem de bigode que continuou– ah, tudo bem eles podem ficar.

–Que bom ouvir isso– disse Lupe.

Eles escolheram a mesa que tem 6 cadeiras e os mendigos ficaram na mesa com 3 cadeiras e chamaram o garçom para pedir o que querem comer. Depois de comerem, o homem de rua chegou e disse:

–Muito obrigado a vocês todos, Deus lhe paguem.

–Aceite isso– disse Dudu que deu 3 notas de 1k de zeny.

–Ora, num precisava– disse o mendigo.

–A gente faz questão de lhe dar– disse Pricea.

–Façam como minha irmã que ajudou Lupe, você compra as roupas de aprendiz pra seus filhos e mandem eles pra lá pra ilha dos aprendizes que eles vão ser muito bem tratados lá– disse Lila.

–Farei isso, muito obrigado de coração– disse o mendigo.

–Obrigado– disse às crianças que depois eles e o pai saíram da estalagem.

–Que bom que fizemos uma coisa boa, ajudando os necessitados– disse Pricea.

–Hei, eu quero saber como foi à vida de vocês depois que saíram da ilha e quantos anos vocês estão agora? Eu estou com 21– disse Lila.

–Eu estou com 20 anos– disse Carol

–Eu estou com 23– disse Dudu.

–Eu também estou com 23– disse Pricea.

–Eu estou com 19– disse Lupe.

–Eu estou com 21 a mesma idade que Lila, Lupe– disse Fábio que botou a mão dele no ombro de Lupe e disse brincando– Então você é o caçula do grupo.

Todos riram e Dudu disse:

–Pessoal num sei se vocês perceberam, mas...

Dudu e Pricea mostraram o anel de noivado que tinha na mão direita e Carol disse:

–Poxa vocês noivaram. Quando é que vai ser o casamento?

–É isso que eu chamei vocês para cá– disse Pricea.

–Em breve nós vamos nos casar, mas a gente tem que escolher os padrinhos e madrinhas do nosso casamento– disse Dudu.

–E quem vocês escolheram?– perguntou Lila.

–Lógico que são vocês 4– respondeu Pricea.

–NÓS 4?– disseram ao mesmo tempo Carol, Fábio, Lila e Lupe.

–Resolvemos assim: Lupe e Carol serão meus padrinhos e Fábio e Lila serão os da minha futura mulher– disse Dudu que beijou Pricea na boca.

–É uma honra ser sua madrinha de casamento, Pricea– disse Lila.

–De nada, vocês são nossos melhores amigos e resolvi homenageá-los– disse Pricea.

Carol percebeu que Lupe não estava muito contente.

–O que foi Lupe, num gostou da notícia?

–Eu gostei sim Carol, mas eu estava pensando em outra coisa– disse Lupe.

–Em que?– perguntou Carol.

–Acho que você sabe muito bem o porquê– disse Lupe.
Carol percebeu que Lupe que conversar com ela a sós, e disse:

–Com licença pessoal, eu vou ali com o Lupe rapidinho.

–À vontade, amiga– disse Pricea.

Eles subiram e foram pra um quarto.

Enquanto isso fora da estalagem, Poly, Rokusho e Jerry olhavam o grupo que atacou no beco e Rokusho disse:

–Esse pessoal me paga, justo quando a gente ia pegar a grana daquele velho aquele mago imundo aparece.

–O que a gente vai fazer?– perguntou Jerry.

–Nós vamos usar isto– disse Poly tirando um galho seco do bolso.

–Você está doida não podemos usar isto aqui na cidade– disse Rokusho.

–Quem disse isso? Eu uso quando eu quiser– disse Poly.

Enquanto isso na estalagem, Carol e Lupe foram pra um quarto e Lupe perguntou:

–Antes de você ir pra Payon, eu lembro que você me beijou, por quê?

–E sabia que você iria perguntar isso– disse Carol.

–Por quê?– perguntou Lupe.

–Porque eu estou apaixonada por você– respondeu Carol ficando com vergonha.

Lupe se assustou, e Carol continuou.

–Depois que eu fui teleportada pra Payon eu fiquei pensando em você direto, por que você é um cara legal e gentil e passou por um monte de problemas.

–Eu não sei o que dizer– disse Lupe envergonhado.

–Não precisa dizer nada– disse Carol.

Eles aproximaram os rostos, mas quando eles estavam perto de se beijarem, ouviram gritos.

–Que gritaria é essa?– perguntou Carol.

–Num sei, vamos lá fora ver– disse Lupe que eles saíram correndo do quarto.

Quando chegaram ao bar, a entrada da estalagem estava destruída por um Serial Killer, um monstro grande de máscara com capa rasgada com as algemas de correntes quebradas nas mãos e nos pés segurando uma espada sangrenta.

Ele ficou atacando o pessoal que estava na estalagem e depois ele foi pra rua atacar quem passava pela frente. Lupe e os outros saíram da estalagem e Lupe disse:

–É um Serial Killer.

–Serial Killer?Como você sabe disso?– perguntou Fábio.

–Eu li um livro falando sobre ele– respondeu Lupe.

–Mas o que esse Serial Killer está fazendo aqui?– perguntou Pricea.

–Como é que eu vou saber– respondeu Dudu.

Lupe viu Poly, Rokusho e Jerry, olhado pra ele e pra os outros rindo sarcasticamente na esquina com a outra rua e disse:

–Acho que aquele pessoal que a gente enfrentou, querem vingança.

–Aqueles três, que estávamos lutando, porque queria a grana daquele senhor?– perguntou Carol.

–Eu tenho certeza que eles usaram galho seco pra invocar esse monstro– disse Lupe.

–Eita, povo covarde, querem que um monstro faça isso por eles– disse Lila.

O Serial Killer usava a sua espada sangrenta destruindo o que via pela frente, casas, árvores, lojas ( que os mercadores saíram correndo), até que ele viu as crianças e o pai que são mendigos, os mesmos que foram salvos por Lupe e os outros encostados na parede de medo.

–Oh, não vai atacar eles– disse Pricea.

–Vamos resgatá-los– disse Dudu.

Os 6 foram correndo, mas o Serial Killer levantava a espada sangrenta, e quando ele ia atingir os mendigos, um espadachim conteve o ataque com a espada e disse:

–Rápido fujam.

Os mendigos saíram correndo e Lila imediatamente reconheceu o espadachim.

–Olhem aquele ali é o Kain.

–Poxa como ele cresceu– disse Carol.

Kain estava ficando sem forças pra segurar o ataque do serial, mas Fábio chegou e deu um ataque de corpo, empurrando o Serial Killer fazendo ele cair no chão.

–Você está bem, Kain?– perguntou Fábio.

–Oi Fábio, há quanto tempo, eu estou bem sim, graças a você– disse Kain.

–Fábio, aqui– disse Lila.

–Oi Lila e olá a todos– disse Kain.

Ele cumprimentou Dudu, Lila, Carol, Pricea e Lupe.

–Há quanto tempo num vejo vocês.

–Conversaremos depois Kain, nós temos que bolar uma estratégia pra destruir esse monstro– disse Dudu.

–Eu já sei– disse Lupe que continuou– Dudu, Carol, Kain e Fábio ganhem tempo atacando e distraindo o monstro; Lila, Pricea e eu ficamos na retaguarda, entenderam?

–Sim– responderam todos.

–Amor, abençoe e aumente a nossa agilidade– disse Dudu.

–Tudo bem– disse Pricea.

Ela botou as mãos abertas na frente mirando em Carol, Dudu, Fábio e Kain e disse as magias de suporte:

–AUMENTAR AGILIDADE! BENÇÃO!

Os anjos apareceram voando encima da cabeça de cada um, depois o corpo ficou embaçado e voltaram ao normal, significa que a agilidade deles aumentou e foram correndo atacar o monstro. O Serial Killer se levantou e viu os quatro vindo pra cima dele e tentou atacar Fábio, ele errou, Carol deu um salto e gritou:

–CHUTE AÉREO!

O chute dela atingiu a cabeça dele fazendo ele ficar um pouco tonto, Dudu e Kain tiram as espadas e atacaram ferindo as pernas dele, e Fábio tirou as adagas, saltou e gritou:

–ATAQUE DUPLO!

Ele fez um corte em formato de um “x” na barriga dele, que caiu.

–Conseguimos– disse Kain.

Mas o Serial Killer se levantou, gritou e fez um ataque de corpo empurrando Kain pra bater contra a parede, que gritou de dor, Lila disse:

–Cure ele, Pricea.

Ela botou as mãos abertas pra frente, mirou em Kain, mesmo estando um pouco longe e disse:

–CURAR!

A luz verde-brilhante envolveu Kain, que sentiu que estava sendo curado, mas viu que o Serial Killer estava com espada no alto para cair encima dele, Lupe não precisava perder tempo, segurou o cajado com a mão esquerda e a mão direita aberta encima do símbolo do cajado, o círculo de magia apareceu sobre os pés dele, levantando uma poeira azul e disse a magia:

–RAJADA CONGELANTE!

O círculo de magia marcou o alvo, que era o Serial Killer e a onda de gelo foi andando até atingir o Serial Killer, deixando ele congelado.

–Parabéns Lupe, você salvou o Kain– disse Lila.

–Obrigado Lila, mas creio que isso não vá segurar ele muito tempo– disse Lupe.

Mal Lupe terminou de falar isso, que as rachaduras apareceram e quebrou o gelo, e o Serial Killer gritou e Lila aproveitou pegou duas flechas que estavam no Aljave, colocaram elas no arco, puxou, mirou no monstro e disse:

–RAJADA DE FLECHAS!

As flechas atingiram as costas do monstro, o Serial gritou de raiva e foi correndo pra cima dela com a espada sangrenta encima, mas quando chegou e desceu à espada, Lupe rapidamente ficou na frente dela botando o cajado na frente como escudo e a espada atingiu o cajado e foi arremessado e caiu no chão.

–LUPE– gritaram o pessoal.

Carol se arretou, correu pra cima do monstro saltou e gritou:

–CHUTE AÉREO!

O chute dela fez com que o mostro caísse no chão e Carol gritou:

–PRICEA VÁ CURAR O LUPE.

Pricea foi correndo pra onde Lupe está se ajoelhou, botou as mãos abertas pra frente mirando em Lupe disse:

–CURAR!

A luz verde brilhante envolveu Lupe que gritou de dor e sentiu que estava sendo curado. Lila chegou pra ele e disse:

–Obrigado por me salvar, mas cara, você teria morrido se Pricea não estivesse aqui.

Kain, Fábio, Dudu e Carol continuavam atacando o monstro, Lupe se levantou e disse:

–Pricea me abençoe, Lila fica atirando flechas pra conter o monstro.

–Ok, Lupe– disse Lila.

Pricea fez o mesmo gesto mirando em Lupe e disse:

–BENÇÃO!

Lupe começou a invocar a magia, o círculo apareceu sobre os pés dele e depois subiu a poeira amarela, enquanto invocava os 5 deixaram o monstro tonto e fraco, Pricea também resolveu atacar, botou as mãos abertas pra frente mirando no monstro e disse:

–LUZ DIVINA!

A luz divina atingiu o peito do monstro.

–AGORA LUPE– gritou Dudu.

Lupe colocou a mão direita que estava sob o símbolo do cajado para o céu, um relâmpago caiu deixando o corpo todo eletrocutado, depois olhou pro monstro fazendo com que o círculo de magia o marcasse como o alvo e gritou:

–RELÂMPAGO!

A magia foi pro dedo indicador e médio de Lupe formando uma bola de raio e quando atirou saiu um relâmpago que foi indo até atingir o Serial Killer que foi eletrocutado e caiu morto.

O pessoal gritou e foi correndo pra cima de Lupe abraçá-lo em comemoração por derrotar o monstro.

–Poxa, Lupe foi demais– disse Carol.

–Gostei dessa magia final– disse Fábio.

–Obrigado, mas vocês também derrotaram o monstro– disse Lupe.

–Sim eu sei, mas você deu o golpe final– disse Kain.

–E eu o abençoei pra que a sua magia ficasse mais forte– disse Pricea.

–Fez muito bem querida, ajudou o nosso amigo a matar esse monstro– disse Dudu.

–Muito obrigado de novo por ter me salvado naquela hora– disse Lila.

Os cavaleiros de Prontera chegaram e o líder deles chamado Simon perguntou:

–Alguém se feriu?

–Não estamos bem– respondeu Carol.

–Vocês 7 derrotaram esse Serial Killer?– perguntou Simon.

–Sim, e esse aqui deu o golpe final– disse Dudu botando a mão no ombro de Lupe.

–Muito obrigado a vocês 7 por salvarem essa cidade, se bem que ele causou vários estragos– disse Simon olhado pros estragos que o monstro fez.

–Bem a gente fez o que pode– disse Dudu.

–Vocês nos salvaram de novo– disse o mendigo que está com as crianças.

–E ainda por cima salvaram essas pessoas, que coragem vocês tem– disse Simon– uma salva de palmas pra esses 7.

O pessoal bateu palmas e Dudu e os outros ficaram com vergonha, e Simon convidaram eles para irem pra cavalaria de Prontera.


Última edição por Lupe89 em Qua Nov 10, 2010 12:06 am, editado 1 vez(es)

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7º capítulo

Mensagem por Lupe89 em Qua Jul 07, 2010 11:19 am

Capítulo 7- A jornada vai começar

Cavalaria de Prontera, 18h30min da noite

Carol, Dudu, Fábio, Kain, Lila, Lupe e Pricea foram convidados por Simon, o líder dos cavaleiros de Prontera a irem pra lá porque ele e os outros cavaleiros queriam fazer uma homenagem a eles, montou um palco, Simon subiu pegou o microfone e disse:

–Boa noite senhoras e senhores, cavaleiros e cavaleiras. Estamos aqui reunidos para parabenizar 7 pessoas que derrotaram um monstro mais difícil que é o Serial Killer.

Os cavaleiros deram um grito de “OOOHHH”.

–Como todos sabem esse Serial Killer não apareceu por acaso, ele foi invocado por alguém que usou o galho seco, e infelizmente ainda não foi aprovada a lei de não usar galhos secos e sangrentos nas cidades. E essas 7 pessoas que derrotaram o Serial Killer nas ruas de Prontera, tiveram a determinação, coragem e trabalho de equipe para conseguir derrotar o monstro. E olhem que eles são 1ª classe– disse Simon

Outro grito de “OOOHHH”.

–Portanto eu chamo eles pra cá pro palco: a lutadora taekowdo Carol, os espadachins Dudu e Kain, o gatuno Fábio, a arqueira Lila, a noviça Pricea e o mago Lupe que estão ali– disse Simon apontando pra onde eles estavam que era na entrada.

Os 7 foram aplaudidos desde a entrada de onde eles ficaram até o palco. As meninas acenaram e mandaram beijos, alguns cavaleiros até assobiavam pra elas, Dudu ficou com ciúme, mas ele se controlou, nem ele e nem os outros meninos acenaram de tanta vergonha que estavam, mas às cavaleiras gritaram por eles.

Quando chegaram ao palco Simon disse:

–Esses são os heróis que derrotaram o Serial Killer, que se não fossem por eles, a cidade ficaria destruído– disse Simon que continuou– o que vocês querem ser na 2ª classe.

Eles responderam:

–Mestra-Taekowdo– disse Carol.

–Mercenário– disse Fábio.

–Sacerdotisa– disse Pricea.

–Sábio– disse Lupe.

–Caçadora– disse Lila.

–Templário– disse Dudu.

–Cavaleiro, que nem vocês todos– disse Kain.

–Ora, ora temos um espadachim que quer ser um de nós, já que você estava ajudando a derrotar, eu tenho uma proposta a fazer pra você, Kain– disse Simon.

–E qual é?– perguntou Kain.

–Você quer ser cavaleiro agora?Lembrando que precisa fazer muitos testes pra ser. Você quer ou não?–pergunta Simon.

Às cavaleiras gritaram: “ACEITA, ACEITA”, e Kain respondeu na hora:

–Lógico que sim, é o meu sonho.

O povo gritou e bateu palmas, e Simon disse:

–Meus parabéns, o seu teste começará amanhã de manhã.

–Obrigado, senhor Simon– disse Kain.

–Num precisa agradecer, nós é que agradecemos não só
a você, mas os seus amigos aqui presentes, isso é uma retribuição– disse Simon.

–Ah ta, mas mesmo assim obrigado– disse Kain.

–Vamos comemorar pessoal– disse Simon.

Eles comemoraram num salão de festas, onde tinha mesas, cadeiras e a mesa com o buffet, teve música e tudo, e é só diversão. Na mesa de onde os 7 estavam, Dudu disse pra Kain:

–Parabéns Kain, amanhã você já vai ser um cavaleiro.

–Também 7 anos sendo espadachim já fica chato– disse Kain.

–Quer dizer que você ficou na Ilha dos Aprendizes por mais um ano?– perguntou Carol.

–Sim, depois que vocês saíram, aquele grupo que tinha inveja de vocês ficaram com muita raiva, e também queriam sair de lá o mais rápido possível– disse Kain.

–Aquele grupo de Richard é todo antipático, inclusive a namorada dele a Lisa– disse Lila.

–Eles receberam muita punição, eu soube que eles ficaram por 5 anos lá– disse Kain.

–Bem feito pra eles– disse Fábio.

–Me conta como foi à vida de vocês, depois que saíram– disse Kain.

–Mas antes eu quero saber qual a sua idade agora– disse Lila.

–Tenho 20 anos– disse Kain.

–Ah, você tinha 12 quando nós estávamos na ilha, poxa como o tempo passou rápido– disse Lila.

–E pelo que estou vendo vocês dois já são noivos– disse Kain olhando pra Dudu que estava com a mão direita no ombro esquerdo de Pricea.

–Sim– disse Dudu que ele e Pricea mostraram o anel de noivado.

–Depois dessa festa eu quero descansar cedo pra amanhã começar a fazer o teste de cavaleiro, e me disseram que não é fácil– disse Kain.

–Bem, no começo eu também queria ser cavaleiro, mas por um motivo maior eu decidi ser gatuno pra depois ser mercenário– disse Fábio.

–Mesmo contra a minha vontade, você foi– disse Dudu.

–Ou primo, a vida é minha e quem manda nela sou eu– disse Fábio.

–Pera aí vocês num vão começar a brigar nessa noite tão especial– disse Carol.

–Ok desculpa– disse Fábio.

–Eu também peço desculpas– disse Dudu.

–Ai, ai querem saber, essa festa está me dando sono, eu vou pra estalagem descansar– disse Lupe– boa noite a todos.

–Espere, eu vou com você– disse Carol.

–Eu também, eu preciso dormir cedo pra acordar cedo pra o teste de Cavaleiro– disse Kain.

Carol, Kain e Lupe foram caminhando até a estalagem e Kain disse:

–Lupe, eu soube que você estava salvando três mendigos não é?

–Sim, ele estava– respondeu Carol.

–É que eu era assim que nem eles– disse Lupe.

–Você era um menino de rua?– perguntou Kain.

–Sim– disse Lupe que continuou– e aqueles três eles me roubaram zenys há 8 anos, e eles eram gatunos e graças à irmã de Lila, ela me ajudou, cuidou de mim, comprou roupas de aprendiz e me mandou pra lá pra Ilha dos Aprendizes.

–E você não sabe quem são os seus pais?– perguntou Carol.

–Não infelizmente eu não sei– respondeu Lupe meio tristonho.

A conversa morreu ali, chegaram à estalagem e cada um foi pra seu quarto, Carol até queria falar com Lupe sobre ontem, mas ela resolveu deixar ele quieto porque sem querer tocou no assunto que não deveria, ela chorou muito no quarto tomando as dores, e Lupe também estava chorando no quarto dele e eles demoraram pegar no sono.


Prontera, 10h45min da manhã


Lupe demorou acordar, mas quando saiu do quarto, Carol saiu do quarto dela também, ambos levantaram juntos.

–Ah, que sono, bom dia Lupe– disse Carol bocejando.

–Bom dia Carol– disse Lupe.

Eles desceram juntos quando chegaram ao bar, os outros esperaram.

–Bom dia, dorminhocos– disse Lila– o café de vocês está aí.

Eles sentaram e comeram pão, café, leite e bolacha. Enquanto comiam Dudu disse:

–O Kain levantou cedo, porque ele está muito ansioso pra ser um cavaleiro.

–Mas já tão cedo, nós que somos mais velhos que ele, nós já deveríamos está na segunda classe– disse Pricea.

–Calma, meu amor, é que a gente ainda não está preparado– disse Dudu abraçando Pricea.

–Eu vou dá uma volta na cidade, quem quer vir comigo?– pergunto Fábio.

–Eu quero ir, preciso comprar mais flechas e um novo arco– disse Lila.

–Nós também vamos não é querido– perguntou Pricea pra o noivo.

–É claro querida, nós vamos namorar– disse Dudu.

Eles saíram deixando Carol e Lupe sozinhos, Carol disse:

–Lupe, me desculpe tocar naquele assunto de ontem, eu sei que é muito doloroso pra você– disse Carol.

–Tudo bem, mas eu sei que um dia eu encontrarei os meus pais, irei viajar pelo mundo pra descobrir alguma informação– disse Lupe.

–Eu quero ir com você– disse Carol.

–Você quer ir comigo?– perguntou Lupe.

–Por favor, me deixe ir com você, eu te protegerei– disse Carol.

–Espera aí, é o homem que tem que proteger a mulher– disse Lupe envergonhado.

–Mas nesse caso é o contrário, você é um mago e é um alvo fácil para os monstros, já que eu sou uma lutadora taekowdo eu te protejo– disse Carol.

Lupe ficou sem saber o que falar Carol sem pensar duas vezes abraçou Lupe e começou a chorar e disse:

–Quando eu disse aquilo, eu tomei as suas dores e fiquei chorando no meu quarto.

Lupe começou a chorar também e disse:

–É difícil pra mim, eu fui abandonado quando eu era uma criança, e quando eu vi aquelas crianças de ontem, eu fiquei meio triste, disfarcei a minha tristeza pra vocês não perceberem.

–Só me lembro de um ditado que homem não chora isso é puro marxismo, todos têm um motivo pra chorar– disse Carol que parou de abraçar Lupe.

–Obrigado por me consolar, Carol– disse Lupe botando a mão no rosto pra tirar as lágrimas que saiam dos olhos.

Carol botou as mãos na bochecha de Lupe e disse:

–Olhe bem pra mim Lupe, nós vamos viajar por esse mundo pra encontrar os seus pais e eu quero ir com você.

–Tudo bem você vai comigo– disse Lupe.

Eles se olharam por um momento, e depois eles se beijaram.


Mercado de Prontera, 11h45min, da manhã


Fábio e Lila estavam comprando itens e equipamentos e Fábio disse:

–Vou comprar essas adagas elementais, cada par, a adaga da Obsidiana, Jujube, Pescador e Incendiária.

–Pra que tantas essas adagas?– perguntou Lila.

–Porque os monstros devem ter um ponto fraco, e eles são vulneráveis a um dos elementos– disse Fábio.

–Nossa como você sabe, disso?–perguntou Lila.

–Eu li um livro lá na guilda dos gatunos falando sobre essas adagas– disse Fábio.

–Achei o arco que eu queria– disse Lila olhando pra uma Gakkung e ela perguntou pro mercador– quanto custa?

–45K de zeny– respondeu o mercador.

–O que?– disse Lila que olha a sua bolsinha que tinha zeny– eu só tenho 25k de zeny.

–Calma, eu tenho 20k aqui– disse Fábio pegando a sua carteira tirou duas notas de 10k e deu pra Lila.

–Ahn, obrigada por realizar o meu sonho– disse Lila que ficou olhando apaixonada pra Fábio.

–De nada– disse Fábio que olhou pra ela apaixonado.
Segundos depois o mercador fez:

–Hum, hum.

Eles saíram do transe apaixonado e disfarçaram, e Lila deu os 45k e o mercador deu o Gakkung.

–Obrigada– disse Lila.

–De nada, tenha um bom dia– disse o mercador.

Depois de saírem do mercado, Lila disse:

–Muito obrigada mesmo Fábio, essa Gakkung é o sonho de todo arqueiro ter, ele foi usado por Goongsoo, um arqueiro coreano da antiguidade, capaz de derrubar o mais forte dos inimigos.

–Por isso você queria ficar mais forte– disse Fábio.

–Eu quero viajar por esse mundo não só pra lutar e ficar mais forte, eu quero conhecer as cidades de Rune-Midgard, talvez eu até encontre a minha irmã para agradecê-la por ter ajudado o Lupe– disse Lila.

–Eu também vou com você, também quero ser mais forte e conhecer Rune-Midgard– disse Fábio.

–Vamos dizer isso pros outros, acho que eles querem ir também– disse Lila.

–É vamos– disse Fábio.


Estalagem, 13h00min, da tarde


O grupo estava almoçando, quando alguém entrou na estalagem e chegou perto deles e disse:

–Voltei.

Eles olharam e ficaram impressionados com o que viram, Kain acabar de se tornar um cavaleiro.

–Parabéns, Kain por ter se tornado um cavaleiro– disse Lila.

–Obrigado– disse Kain que continuou– pessoal, eu fui encarregado de uma missão– disse Kain.

–Que missão?– perguntou Pricea.

–De entrar nos esgotos– disse Kain.

–Eca que nojo– disse as meninas Carol, Lila e Pricea.

–É que os insetos estão se comportando de uma maneira estranha, até o Simon disse que é melhor que vocês me ajudassem– disse Kain.

–Acho que eu sei por que eles estão agindo assim– disse Lupe.

–Por quê?–perguntaram todos.

–Por que vive um MVP lá, ele se chama Besouro Ladrão Dourado– respondeu Lupe.

–É isso mesmo, Lupe– disse Kain que continuou– Simon disse que muitos grupos foram para lá tentar acabar com ele, e não conseguiram, alguns conseguiram escapar e outros morreram, servindo de alimento pros insetos.

–Aí– gritou Pricea de medo.

–Calma meu amor, eu vou te proteger– disse Dudu abraçando Pricea.

–Eu também quero ir, já que é pra matar o MVP, eu também quero ajudar– disse Lupe.

–Isso ae cara, eu também vou– disse Fábio.

–Se o Lupe for eu também vou, eu quero enfrentar os meus medos– disse Carol.

–Eu também quero ir, quero testar esse novo arco que eu comprei– disse Lila pegando a Gakkung.

–Você também quer ir Pricea?– perguntou Kain.

–Bem, já que o meu futuro marido vai, eu vou ter que ir também, porque eu não quero ficar sozinha aqui– disse Pricea.

–Relaxa meu amor, eu vou te proteger, por isso que eu quero ser um templário– disse Dudu que abraçou e depois beijou Pricea na boca.

–Então vamos– disse Kain.


Esgotos de Prontera, 13h30min, da tarde


O grupo desceu quanto mais eles desciam, mais as meninas ficaram com medo e nojo, principalmente a Pricea que ficava segurando o tempo todo em Dudu, disse:

–Falta muito pra gente chegar?

–A gente está ainda no 2º andar, o MVP vive no 4º andar– disse Kain que estava na frente, depois Fábio e Lila, Lupe e Carol, e por último o casal Dudu e Pricea.

Eles escutaram um barulho, que vinha na frente deles, os besouros-ladrões apareciam em bando, seguido de esporos e morcegos chamados “Familiares”.

–O “comitê de recepção” chegou– disse Kain tirando a espada, Dudu fez o mesmo, Fábio tirou as adagas incendiárias, que brilhavam de vermelho.

Os besouros, esporos e familiares avançaram pra cima deles. Kain, Carol e Fábio atacavam Dudu até queria atacar, mas ele preferiu ficar junto de Pricea, porque estava com muito medo dos besouros. Lila atacava usando flechas de fogo, que as pontas da flecha estavam de cor vermelha, dizendo que é do tipo fogo, e quando ela atirou no esporo, a ponta flecha de fogo começa a queimar e o esporo que foi atingido por essa flecha foi queimado também. Kain gritou:

–IMPACTO DE TYR.

A espada soltou uma onda grande que destruiu os insetos e esporos. Lupe invocou a magia, fazendo com o que o círculo de magia aparecesse sobre os pés dele e depois subiu a poeira amarela, e Lupe gritou:

–TEMPESTADE DE RAIOS.

O círculo de magia gigante apareceu, marcando a maioria os familiares e alguns insetos, os raios caíam do teto atingindo cada um que está no círculo. Outros insetos apareciam e eles cercaram Carol e ela olhando pros insetos ela fez a postura de uma técnica e gritou:

–CHUTE DO TORNADO.

Ela ficou girando e a perna direita que servia como chute,ficou girando, subindo pra cima e pra baixo, atingindo os insetos, quando acabou ela disse:

–Ah, eu estou tonta.

–Vá curar ela amor, eu te protejo– disse Dudu.

Ele foi na frente matando os besouros, quando chegou perto dela, Pricea colocou as mãos abertas na frente mirando em Pricea e disse:

–CURAR!

A luz verde-brilhante envolveu Carol, quando acabou ela disse:

–Muito obrigada, Pricea.

Fábio que usava as adagas incendiárias em cada mão ficou atacando e Pricea colocou as mãos abertas na frente mirando em Fábio e disse:

–AUMENTAR AGILIDADE!

O corpo de Fábio ficou um pouco embaçado por alguns segundos e depois voltou a ficar normal e Fábio disse:

–Muito obrigado, Pricea.

Ele atacou rápido e 15 segundos depois ele matou todo o resto dos monstros.

–Muito bem, vamos andando– disse Kain.

No 3º andar eles mataram um grupo de besouros-ladrões fêmeas e machos, depois eles ouviram um grito de socorro, eles correram, viram uma montanha de besouros ladrões machos, Pricea gritou de medo, depois eles escutaram uma voz de uma mulher vindo de dentro da montanha de insetos:

–Me ajudem, por favor.

–Ajudem, por favor– disse Pricea.

–Dudu eu preciso de você– disse Kain.

–Certo, para trás todo mundo– disse Dudu.

Os outros ficaram na esquina e Kain e Dudu levantaram a espada mirando no chão e gritaram:

–IMPACTO EXPLOSIVO!

A onda de fogo apareceu de onde eles estavam quando colocaram a espada pra tocar o chão, indo em direção a montanha de besouros ladrões que envolviam uma mulher, quando atingiu os besouros caíram, e a mulher que estava sendo envolvida pelos besouros era uma alquimista que estava ferida e tonta, Lupe viu a mulher e imediatamente a reconheceu.

–Obrigada mesmo– disse a alquimista tonta.

–Cura ela amor– disse Dudu pra Pricea.

Ela foi pra perto da alquimista, colocou as mão abertas pra frente mirando nela e disse:

–CURAR!

A luz verde-brilhante envolveu a alquimista curando-a, quando acabou ela ficou feliz e agradeceu e disse:

–Muito obrigada, se não fossem por vocês eu estaria morta.

–De nada– disse Kain.

–Me esqueci de apresentar, o meu nome é Kimberly– disse a alquimista.

–Kimberly– disse Lupe que imediatamente lembrou-se da foto que tinha ela, o irmão Billy que é o ferreiro, a mãe e Mephysto visto há 8 anos quando estava na casa de Mephysto.

–Eu num me lembro de ter visto você, mago– disse Kimberly que olhou pra Lupe- do jeito que voce esta falando agora parece que me conhece há muito tempo.

Lupe ficou meio envergonhado.

–Deixe me apresentar– disse Pricea que continuou– eu sou a Pricea, esses são Kain e o meu noivo Dudu, aqueles são Fábio, Carol, Lila e Lupe.

Eles acenaram, e Kimberly disse:

–O que vocês estão fazendo aqui?

–Nós viemos matar o Besouro–Ladrão Dourado– respondeu Kain.

–Estão brincando né, muitos grupos foram pra lá e quase ninguém saiu de lá, pouca gente sobreviveu– disse Kimberly.

–Mas nós vamos mesmo assim, alguns aqui não queriam vir, mas criaram coragem e vieram– disse Kain.

–Quer saber eu vou com vocês, eu também quero ajudá-los a matar esse MVP– disse Kimberly.

Eles chegaram no 4º andar, e viram alguns corpos de pessoas, mortos e as meninas ficaram com medo, e Pricea disse:

–Se eu tivesse sido uma sacerdotisa, eu iria ressuscitá-los.

–Você vai ser amor– disse Dudu abraçando e depois a beijou na boca.

De repente eles ouviram passos, e Kimberly disse:

–Só pode ser ele, ele sempre vem junto com os besouros-ladrões machos.

E foi o que ela disse, o Besouro-Ladrão Dourado que era grande apareceu,tinha uns chifres apareceu junto com os besouros ladrões machos indo pra cima deles e Kain disse:

–Nos de cobertura Pricea.

Pricea colocou as mãos abertas na frente, mirando no grupo e disse:

–BENÇÃO!

Os anjos voavam em círculos encima da cabeça de cada um, significando que aumentou a força pra Carol, Kain, Dudu, Lila e Fábio; a inteligência pra Lupe e a precisão pra Carol, Fábio e Lila.

–Eu cuido dos besouros-ladrões machos– disse Lupe.

Ele invocou a magia, fazendo com o que o círculo de magia aparecesse sobre os pés dele e depois subiu a poeira amarela, e Lupe gritou:

–TEMPESTADE DE RAIOS.

O círculo-alvo de magia apareceu gigante marcando os besouros-ladrões machos que são azuis e um pouco grandes do que o normal, os raios caíram encima deles, matando-os, deixando só o MVP e Carol, Kain, Dudu e Fábio foram atacar ele. Carol e Fábio ficaram de um lado e Dudu e Kain no outro. Carol começou a atacar:

–CHUTE AÉREO!

O chute bateu nas costas do besouro, que gritou de dor e de raiva virando se pra e levantou seu corpo pra fazer o esmagamento encima dela, Fábio aproveitou e usou as adagas incendiárias:

–ATAQUE DUPLO!

Fazendo um corte “X” na barriga, o besouro gritou
mais ainda, mas no nariz dele começa a espirrar fogo e espirrou encima de Carol e Fábio, Fábio pegou Carol e saltou, pulando para o outro lado dele. Kain usou uma técnica:

–RAPIDEZ DE DUAS MÃOS!

Assim que usou essa técnica o corpo dele ficou amarelo dourado, e foi pra cima do besouro, deu um salto e atacou com a espada:

–GOLPE FULMINATE!

Ele atacou bem no chifre esquerdo, fazendo com que esse chifre caísse, o besouro gritou de dor, Dudu tentou fazer a mesma coisa no chifre direito, mas o besouro fez um ataque de corpo empurrando ele e caiu no chão, o besouro queria fazer um esmagamento nele, e Lila como era rápida e precisa, pegou três flechas de fogo, mirou pra cima e disse:

–CHUVA DE FLECHAS!

Ela atirou pro teto e o círculo de magia apareceu e um monte de flechas caiu encima do besouro, mas isso não adiantou, ele conseguiu se levantar. Lupe invocou a magia, fazendo com o que o círculo de magia aparecesse sobre os pés dele e depois subiu a poeira azul, e Lupe gritou:

–RAJADA CONGELANTE.

O círculo de magia marcou o besouro dourado e a onda de gelo saiu de onde Lupe estava e foi direto pra o monstro congelando-o, e Pricea gritou:

–Saí logo daí amor.

–Eu não consigo, o ataque dele foi forte demais, eu não consigo me mexer– disse Dudu.

O gelo se quebrou e o besouro gritou e o besouro chegou mais perto de Dudu, Pricea começou a chorar e Kimberly começou a agir,a alquimista pegou um frasco e gritou:

–TERROR ÁCIDO!

Kimberly jogou o frasco que tinha a bomba e quando o frasco bateu no besouro ele explodiu, fazendo com que ele caísse pra trás. Lupe aproveitou e invocou outra magia, fazendo com o que o círculo de magia aparecesse sobre os pés dele e depois subiu a poeira azul, e Lupe gritou:

–LANÇAS DE GELO.

O círculo de magia marcou o besouro dourado que está deitado sem conseguir se levantar, e as lanças de gelo caíram encima dele, depois que caíram as 10 lanças de gelo, Kain fez o golpe final, levantou a espada e cravou ela no peito do besouro que gritou, e depois não se mexeu mais.

–CONSEGUIMOS, MATAMOS O MVP– gritou Kain.

Depois que ele tirou a espada o besouro desapareceu e deixou dropar a carta dele, Kain pegou e disse:

–Poxa, essa é a carta do Besouro-Ladrão Dourado.

–Isso é uma prova de que você matou– disse Lila.

–Mas eu não matei ele sozinho– disse Kain que continuou– vocês me ajudaram a matar.

Pricea foi correndo até o Dudu estava deitado e disse:

–Amor você está bem? Calma que eu vou te curar.

Ela botou as mãos abertas na frente mirando em Dudu e disse:

–CURAR!

A luz verde-brilhante envolveu Dudu, curando-o e ele fechou os olhos pra sentir essa cura, quando acabou ele ficou sentado, botou a mão no queixo de Pricea e disse:

–Eu agora estou bem graças a você.

–OH, Dudu– disse Pricea que beijou ele na boca, foi um beijo demorado.

–HUM, HUM– disse Kain.

O casal parou de se beijar e Kain disse:

–Me desculpe atrapalhar, mas nós temos que sair daqui.

–Ah ta, desculpe– disse Pricea.


Prontera, 17h00min da tarde


O grupo estava na praça, Kain chegou da Cavalaria de Prontera e disse:

–Pessoal, graças a vocês eu faço parte da Cavalaria de Prontera.

–Como assim? Mas você já é um cavaleiro– disse Dudu.

–Aquela missão da gente ir matar o MVP, foi um teste– disse Kain.

–Teste– disseram em coro.

–Sim, o Simon queria testar mais uma vez a minha coragem e a de vocês também, mas ele disse que se nós conseguimos uma prova de que matamos o Besouro-ladrão Dourado, ele disse que eu iria entrar na Cavalaria de Prontera.

–Poxa e o que você ganhou?– perguntou Lila.

–Já que eu estava só com os equipamentos de treinamento pra Cavaleiro, eles me deram os equipamentos definitivos, um elmo, uma armadura, grevas, espada, lança e um Peco-Peco– disse Kain.

–Um Peco-Peco?– perguntou Carol.

–Sim, ele vai ser a minha montaria, fora que eu vou ter que alimentar e dá água a ele– disse Kain.

–Que bom a gente vai te ajudar a cuidar do Peco-Peco– disse Fábio.

Lupe se levantou e disse:

–Pessoal eu peço desculpas a todos, mas eu preciso dizer uma coisa.

O grupo olhou pra Lupe e disse:

–Como vocês sabem, eu fui criado nas ruas, e graças a sua irmã Lila, ela me ajudou a me tornar um aprendiz, e foi lá que conheci vocês.

–Mas você me conheceu lá nos esgotos– disse Kimberly.

–Esqueci esse detalhe– disse Lupe que continuou– eu conheci um sábio, e ele me ajudou muito, e passou a ser o meu mestre, fiquei 8 anos lá treinando com o meu mestre e estudando em Juno sobre todos os monstros, mas uma coisa que não sai da minha cabeça, onde está a minha família verdadeira? Por isso eu tenho duas missões.

–Que missões– disse Dudu.

–A de encontrar os meus pais e procurar a verdade pra salvar os males desse mundo, por isso eu quero viajar pelo mundo– disse Lupe.

–E eu decidi ir com ele– disse Carol se levantando que continuou– eu quero ajudar ele nessas missões.
Houve uma longa pausa e Fábio disse:

–Eu também quero ir com você.

–Você quer ir com agente Fábio?–perguntou Carol.

–Eu quero ir não só pra ajudar o Lupe, nessas missões, mas eu quero ficar mais forte e conhecer Rune-Midgard– respondeu Fábio.

–Eu digo o mesmo, eu também quero ir– disse Lila.

–Você também quer ir?– perguntou Lupe

–Eu faço as palavras de Fábio as minhas também– respondeu Lila.

–Nós também vamos– disseram Dudu e Pricea.

–Mas porque vocês querem ir, e o casamento de vocês?– perguntou Lupe.

–Isso pode esperar, o mais importante é que a gente quer que você seja feliz, pra você esta no nosso casamento feliz, e não triste– disse Pricea.

–Eu também concordo com a minha futura mulher, a gente vai com você– disse Dudu.

–Eu vou ficar, porque eu quero vender umas coisas, eu até iria, mas eu estou ficando pobre, algumas poções que eu fiz foram um fracasso e eu perdi quase tudo e preciso criar outras para poder vende-las– disse Kimberly.

–Tudo bem Kimberly, e muito obrigada por nos ajudar lá no esgoto, sem você o meu futuro marido estaria morto– disse Pricea.

–De nada, e boa sorte na sua jornada Lupe, espero que você encontre os seus pais– disse Kimberly que foi embora levando o carrinho cheio de mercadorias e algumas poções.

–Eu também quero ir, Lupe, quero ajudar você a encontrar sua família– disse Kain.

–Ok, vocês podem ir comigo– disse Lupe.

–A gente quer que você seja feliz– disse Pricea.

–Ahn, obrigado por se preocuparem comigo– disse Lupe envergonhado.

–Que é isso cara, vamos dar um abraço coletivo em Lupe– disse Dudu.

Eles gritaram e abraçaram Lupe ao mesmo tempo, depois de abraçarem coletivamente, Pricea diz:

–Está ficando tarde, a gente vai partir amanhã de manhã, ok Lupe?

–Sim, a gente vai amanhã de manhã– respondeu Lupe.
E assim Lupe e os outros foram pra estalagem, e amanhã começa o início de uma grande jornada.


Glast Heim, 19h00min da noite


O Senhor das Trevas estava sentado no trono e Mephysto apareceu e disse:

–Chamou mestre.

–Eu tenho uma tarefa pra você, quero que faça com que o seu aprendiz mate o Doppelganger, eu quero a alma desse monstro– disse o Senhor das Trevas.

–Como quiser mestre– disse Mephysto que desapareceu.


Casa de Mephysto em Juno, 19h05min da noite


Mephysto apareceu na rua onde ficava a casa dele, ele entrou e chegou ao quarto dele e apertou um botão que estava escondido atrás do quadro que tinha foto dele e da falecida esposa abrindo uma passagem que ia direto pra uma porta, ele abriu e quando ele entrou era uma mini-biblioteca, alguns livros estavam jogados no chão, tinha pôsteres do Senhor das Trevas e de alguns bichos do mal, uma mesa e uma cadeira.

Mephysto sentou e colocou os dedos em cada lado da testa, fazendo uma telepatia pra o cajado de Lupe, nessa hora Lupe estava sentado na cama segurando o cajado que o rubi vermelho que ficava entre as asas de morcego de cor preta brilhou e Mephysto disse:

–Lupe, tenho uma missão pra você.

–Pode falar mestre– disse Lupe que os olhos dele ficaram vermelhos.

–A missão é: ir pros calabouços de Geffen e derrotar o Doppelganger– disse Mephysto.

–Sim mestre, eu vou pra Geffen e mato o Doppelganger– disse Lupe hipnotizado.

–Lembre-se que tudo isso é pelo bem da verdade, só assim você será igual a mim– disse Mephysto.

–Como quiser mestre– disse Lupe.

Ele tirou os dedos de cada lado da testa, assim que acabou a telepatia o rubi vermelho do cajado de Lupe parou de brilhar, depois Mephysto se levantou e gritou rindo sarcasticamente:

–HAHAHAHA! ISSO LUPE, FAÇA ISSO, MATE O DOPPELGANGER, SÓ ASSIM A GENTE FORTALECE O SENHOR DAS TREVAS, PARA MUDAR ESSE MUNDO PRA MELHOR, MATE-O LUPE, MATE-O, HAHAHAHAHA.

E ficou rindo sarcasticamente a noite toda.


Fim da 1ª temporada


Última edição por Lupe89 em Qua Nov 10, 2010 12:20 am, editado 1 vez(es)

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Re: A Jornada de Lupe - 1ª temporada

Mensagem por Kadysuka Zynatch em Qui Jul 08, 2010 8:05 pm

Bom, eu vou tentar acompanhar as demais temporadas, assim que forem postadas.
Bom trabalho, Lupe... Eu sei que você sempre me apoio nas minhas histórias/fanfic's, foi até por seu intermédio que eu comecei as minhas, quando na NC nos falamos das suas fic's...

Obrigada por seu apoio.

Boa Sorte !

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Re: A Jornada de Lupe - 1ª temporada

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