A Jornada do Lupe - 3ª temporada

Ir em baixo

A Jornada do Lupe - 3ª temporada

Mensagem por Lupe89 em Sex Set 17, 2010 1:09 pm

Olá pessoal do Lendas de Midgard, eu vou postar a 3ª temporada da minha fic, espero que gostem

Lupe89
Super Aprendiz
Super Aprendiz

Mensagens : 39
Data de inscrição : 07/07/2010
Idade : 28
Localização : Recife

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

1º e 2º capítulo

Mensagem por Lupe89 em Sex Set 17, 2010 1:17 pm

A Jornada do Lupe
Volume 3 – Fugitivos

Capítulo 1 – Um grupo de exilados

Campos de Lighthalzen, 01 de março de 2009, 15h30min da tarde

Carol, Luclock e Lupe ficaram correndo dos seguranças do avô de Lupe, que ainda os seguiram, Lupe mal conseguia correr, pois tinha uma dor de cabeça forte, Carol percebeu e diz:
–Essa não, acho que depois daquilo que aconteceu com ele, agora está com dor de cabeça.
–Então não temos outra escolha a não ser lutar– disse Luclock que pega o arco e atira uma flecha atingindo um dos seguranças.
Carol leva Lupe até uma grande pedra que tinha no caminho e deixou-o sentado e encostado na pedra, Lupe estava suando, ela põe a mão na testa dele e sente que está queimando.
–ESSA NÃO, LUPE ESTÁ ARDENDO EM FEBRE– gritou Carol em pânico.
–Que droga, Carol eu preciso de ajuda– disse Luclock que estava atrás de uma pedra se escondendo, enquanto os seguranças também estavam escondidos nas pedras e atiravam neles.
Depois que atiraram Luclock se levantou, pegou duas flechas e gritou:
–RAJADA DE FLECHAS!
Dois seguranças se levantaram pra atirar, mas foram atingidos pelas flechas. Luclock voltou a se agachar atrás da pedra e foi engatinhando pra onde Carol e Lupe estavam. Ele vê Lupe que estava suando e Carol chora e diz:
–A febre dele está aumentando, temos que levá-lo pra um hospital.
–Mas agora temos problemas piores, os seguranças estão vindo nos matar– disse Luclock.
–A...culpa... é... toda... minha... me... desculpe– arfou Lupe.
–Não é hora pra se desculpar, amor, você está doente– disse Carol.
–CHUVA DE FLECHAS– gritou Luclock atirando uma flecha pra cima que depois um monte de flechas caíram encima dos seguranças que restaram.
Minutos depois Luclock se juntou aos dois.
–Acabou, matei os seguranças, mas é melhor a gente sair daqui, devem estar vindo mais seguranças do avô de Lupe querendo matar a gente.
–Me ajuda a levar o Lupe, por favor, Luclock– disse Carol.
–Sim eu ajudo, vamos embora– disse Luclock.

Campos de Rachel, 16h40min da tarde

O sol começava se por, os três estavam andando exaustos, quando eles avistaram uma placa que dizia:

Rachel - 2 km

–Nós vamos para Rachel, tomara que lá tenha um hospital– arfou Luclock que segurava Lupe do lado esquerdo.
–Lógico que tem que ter um hospital, toda cidade de Rune-Midgard tem um hospital– arfou Carol que segurava Lupe do lado direito.
–Assim que chegar vou deixar vocês no hospital e depois ir pra uma estalagem, tomar um banho e relaxar– disse Luclock.
Lupe ficou respirando ofegante de dor e fechando os olhos, por causa da febre. De repente, uns pássaros grandes de cor amarela vieram na direção dos três.
–Ou, ou estão vindo do céu– disse Luclock.
–Essa não, quem são esses monstros?– perguntou Carol que fica com medo.
Lupe abre os olhos lentamente e diz:
–Vento... da... colina.
–Vento da colina? Que nome estranho para um pássaro– disse Carol.
–Proteja o Lupe, deixa que eu cuido desses pássaros– disse Luclock.
–Tudo bem– disse Carol que ela leva Lupe atrás de uma pedra.
Luclock pega uma flecha mira num dos ventos e grita:
–DISPARO VIOLENTO.
Ele puxa com força e atira, e a flecha atinge violentamente um dos ventos que morre.
–RAJADA DE FLECHAS.
Ele puxa duas flechas e atira atingindo mais dois. Os Ventos da Colina se aproximaram rapidamente, que nem deu tempo de Luclock pegar outra flecha e deram um rasante nele, que grita de dor a cada ataque.
–LUCLOCK– gritou Carol.
–Ajude... ele... Carol... não se... preocupe... comigo– disse Lupe gemendo de dor.
–Ok amor eu vou ajudá-lo– disse Carol que saiu de trás da pedra deixando Lupe lá e correu, saltou e gritou– CHUTE AÉREO.
Ela atingiu um deles, fazendo com que esse pássaro que foi atingido, batesse em mais dois deles que os três morreram.
–Belo ataque... Carol– disse Luclock gemendo de dor.
Tres Ventos da Colina cercaram Carol, que rapidamente fez a postura do chute e gritou:
–CHUTE DO TORNADO.
Ela girou chutando, e atingiu os três em cheio, morrendo em seguida. Mais ventos apareceram vindo do céu em direção a Carol e Luclock, ela olha e fica assustada.
–Essa não, nós vamos morrer.
Eles começaram a fazer a posição do rasante pra que descessem rápido pra cima dos dois, mas de repente...
–LANÇAS DE GELO.
Os círculos de magia marcaram os Ventos e as lanças atingiram todos os pássaros.Carol se vira e vê Lupe terminando de invocar a magia e ele diz:
–Carol... me diz... se você... está bem.
Ele desmaia. Carol grita:
–LUPE.
Ela escuta o som dos pássaros, e vê que mais Ventos da Colina se aproximam pra cima deles.
–Isso não vai ter fim– disse Luclock se levantando de dor.
–Vamos lá pra trás daquela pedra onde o Lupe está, rápido– disse Carol ajudando Luclock ferido a ir atrás da pedra, eles mal chegaram perto da pedra e os Ventos da Colina se aproximaram e deram um rasante nos dois, Lupe ficou abaixado atrás da pedra, mas quando os pássaros resolvem atacar Lupe, de repente...
–VAI FALCÃO ACABA COM ELES.
Um falcão aparece e dá um rasante em alguns pássaros, os três olham e vêem um caçador de olhos e cabelos castanho-escuro e um alquimista de cabelos castanho-claro e olhos castanho escuro.
–FOGO GREGO– gritou o alquimista que joga os frascos de fogo grego nos Ventos da Colina que eles morrem queimados.
O falcão volta e pousa no braço esquerdo do caçador que ele estendeu, os Ventos da Colina olham pros dois e vão pra cima deles.
–Pronto irmãozinho?– perguntou o caçador.
–Pronto irmãozão– responde o alquimista.
O caçador faz com que o falcão voe.
–Pronto falcão?– pergunta o caçador que o falcão faz o sinal de “sim” com a cabeça, o caçador levanta a mão aberta esquerda pro céu e grita– ATAQUE AÉREO.
Como se fosse uma bola invisível, na hora que ele faz com que a mão aberta que mirava pro céu fosse pra frente, o falcão dele foi pra frente e o corpo do falcão ficou vermelho e deu um rasante nos Ventos da Colina e eles morreram, o falcão voltou ao normal.
–CRIAR MONSTRO PLANTA– grita o alquimista que joga três frascos e quebram no chão e magicamente aparecem três parasitas, uma árvore com uma única folha, cuja qual está sentada uma menina de cabelo verde, as parasitas jogaram os espinhos nos Ventos da Colina e todos morreram.
Depois de matar todos os Ventos da Colina o caçador e o alquimista foram ajudar os três.
–Vocês estão bem?– perguntou o caçador.
–Graças a vocês dois nós estamos bem, muito obrigada– respondeu Carol que foi levantada pelo caçador.
–De nada moça, nós escutamos os Ventos da Colina e os gritos de vocês e por isso viemos– disse o alquimista.
–Muito obrigado graças a vocês, nós quase morremos– disse Luclock que foi levantado pelo alquimista.
–LUPE– grita Carol que foi pra perto dele e chora e depois diz– ele desmaiou.
–Vamos pra nossa barraca, nós temos remédios e cuidaremos de vocês– disse o alquimista.

Campos de Rachel, 18h30min da noite

O grupo ficou no acampamento que os irmãos fizeram, tem duas barracas e uma fogueira acessa com duas pedras grandes em cada lado da fogueira e três pedras finas e longas encima, parecendo um churrasco a céu aberto. Eles tinham espetos de pau pra colocar as carnes de Ventos da Colina e da hiena chamada Roween pra assar na fogueira.
O caçador chamado Rafael, conhecido como Rafa, estava colocando as carnes nos espetos para assar na fogueira, enquanto o alquimista chamado Gabriel cuidava dos três, colocando curativos em Carol e Luclock, em Lupe o alquimista deu um antitérmico e colocou um pano molhado na testa de Lupe que diz:
–Assim ajuda ele a melhorar da febre.
–Muito obrigada por cuidar da gente Gabriel– disse Carol.
–Eu digo o mesmo– disse Luclock.
Lupe ficou dormindo e os três saem da barraca pra se juntar ao Rafael que diz:
– O jantar está pronto, peguem seus pratos que hoje tem carne assada no capricho.
–O meu irmão adora cozinhar– disse Gabriel no ouvido de Luclock.
–É da pra ver– disse Luclock.
Eles comeram a metade da carne e pararam pra conversar.
–Me diga o que vocês fazem aqui?– perguntou Carol.
–Nós fomos exilados, o povo de Rachel acha que a gente matou um mago na caverna de gelo– respondeu Rafa.
–Caverna de Gelo, onde é que fica?– perguntou Luclock.
–Fica no norte de Rachel é dois quilômetros pra chegar até lá, mas tem um local onde o MVP chamado Atroce vive, e mata qualquer aventureiro que passar por lá– respondeu Rafa.
–É como se ele fosse um guardião da caverna, mas só que ele não é– disse Gabriel.
–E o mago é amigo de vocês?– perguntou Carol.
–Sim, e nós insistimos pro povo de Rachel que ele está congelado, e está vivo, e povo acha que se a pessoa é congelada ele morre, e culpa até o meu irmão, por dizer que ele criou a poção de congelar– disse Rafa.
–Mas eu nem sei criar uma poção de congelamento– disse Gabriel.
–Exatamente, mas mesmo assim o povo de Rachel quer nos matar e falamos que o culpado é o MVP Ktullanux, mas eles não acreditaram e por isso vivemos aqui– disse Rapha.
–Poxa que pena esse povo é tão ruim– disse Carol.
–E vocês o que fazem aqui?– perguntou Gabriel.
–Pra falar a verdade, nós estamos na mesma situação que vocês– respondeu Luclock.
–É mesmo?– perguntou Rafa.
–Sim, mas na verdade nem eu nem o Luclock sabemos o porquê que o Lupe matou o avô dele– disse Carol.
–O que aquele mago matou o próprio avô? Porque ele fez isso?– perguntou Gabriel.
–Bem, é que o avô dele chamado Arthur, não gostava de ter um filho vindo de uma pessoa que mora na periferia de Lighthalzen, e o filho dele estava tendo um caso com uma mulher que mora na periferia e ela engravidou dele– respondeu Luclock.
–Então está me dizendo que o Lupe é filho, do filho desse tal Arthur?– perguntou Rafa.
–Sim, e ao descobrir isso tudo, Arthur matou o próprio filho e queria matar a mulher que estava com Lupe nos braços quando ele era um bebê, e Necronx e Wampi a ajudaram a se livrar dos seguranças dele, mas ela foi morta por eles em Juno– disse Carol que começa a chorar.
–Poxa que história triste, então ele queria matar Lupe também?– perguntou Gabriel.
–Sim, e Lupe recebeu uma carta quando nós estávamos em Lutie, e decidiu ir pra Lighthalzen pra conversar com ele, nós ficamos na sala de espera no palácio quando o alarme tocou, e nós saímos correndo até os seguranças nos cercarem– disse Luclock.
–E foi aí que começou a parte estranha, o avô de Lupe falou mal da mãe dele, ele ficou furioso que o rubi do cajado de Lupe brilhou e invocou os raios, mas estavam de cor vermelha– disse Carol.
–Eu sei como é isso, o meu Vanilmirth quando fica com raiva ele também solta raios de cor vermelha, ainda bem que ele esta dormindo agora– disse Gabriel.
–O pior é que por causa dessa raiva ele matou os seguranças e o avô dele– disse Carol.
–Caramba que história, mas porque o rubi do cajado dele brilhou quando ele estava com raiva?– perguntou Rafa.
–É ai que está o problema Rafa, depois o Lupe ficou fraco e de repente, o rubi do cajado brilhou de novo e ele parecia estar possuído, ele estava falando com alguém– respondeu Luclock.
–E quem era que estava falando com ele?– perguntou Gabriel.
–Ele me disse que foi o mestre dele, o Mephysto– respondeu Carol.
–Mephysto? Esse nome não me é estranho– disse Rafa.
–O que você está querendo dizer com isso Rafa?– perguntou Carol.
–Ah eu sei quem é, passou uma notícia há muito tempo na Rádio Midgard que o meu pai disse que um sábio chamado Mephysto foi acusado de matar a própria mulher– disse Gabriel.
–Caramba Gabriel, você ainda se lembra disso, era isso que eu estava querendo falar– disse Rafa.
–Mas você não falou, eu falei primeiro– disse Gabriel debochando da cara de Rafa.
–O que? Estão me dizendo que Mephysto matou a própria esposa?– perguntou Luclock.
–Sim, e eu me lembro bem do que o meu pai disse sobre essa notícia e até falou pra gente não se envolver com eles, lembra disso Rafa?– disse Gabriel.
–Agora me lembrei, obrigado por refrescar a memória– disse Rafa.
–Então quer dizer que o Mephysto é assassino? E Lupe está...– Carol mal terminou de completar que chorou e Luclock foi consolá-la e ele continua.
–Depois que Lupe voltou ao normal, um dos filhos de Arthur culpou ele e nós, chamando eu e ela de cúmplices e mandaram os seguranças nos matarem e aí escapamos até chegarmos aqui.
–Nossa que história, agora vocês se tornaram fugitivos igual à gente– disse Gabriel.
–Acho que agora podemos formar um grupo e chamar de Grupo dos Exilados que tal?– perguntou Rafa.
–Rafa pare com isso, você não está vendo que ela está chorando por se tornar uma fugitiva e saber que o mestre do namorado dela é um assassino– disse Gabriel.
–Ta bem, me desculpe eu só queria alegrar um pouco o ambiente– disse Rafa.
Depois de conversar eles foram dormir, Gabriel e Rafa ficaram numa barraca e deixou Carol, Luclock e Lupe dormirem na outra barraca.


Capítulo 2 – Os novos servos do Senhor das Trevas

Campos de Rachel, 02 de março de 2009, 1h12min da madrugada

Lupe que está com febre, dormia e começa a sonhar. No sonho ele vê que está na cadeia junto com Carol, Luclock, Gabriel e Rafa, e vê os quatro chorando e ele acaba chorando também. O sonho muda, ele vê os inimigos Jerry e Rokusho serem mortos, depois o sonho muda de novo e vê Richard e os outros serem possuídos, depois ele vê o mestre Mephysto.
–Olá Lupe– disse Mephysto.
–Mestre, porque você não me responde mestre?– perguntou Lupe.
–Responder sobre o que?– perguntou Mephysto.
–Eu não entendo mestre, porque você disse que depois que eu matei o meu avô você me deu poder? Eu pensei que fosse pra matar MVPS– disse Lupe.
–Ora é muito simples, eu percebi que você iria se vingar da morte dos seus pais, e já que você se vingou e lhe dei mais poder– disse Mephysto.
–Quer dizer que eu ganhei mais poder por causa da vingança?– perguntou Lupe.
–Sim, Lupe, é isso mesmo você deveria comemorar meu aprendiz, agora os seus pais descansarão em paz– respondeu Mephysto.
–Mas eu não queria matá-lo eu só queria saber mais, queria saber o porque da ambição dele– disse Lupe.
–Ora esqueça isso meu aprendiz, viva a vida agora você está indo bem, indo pelo caminho certo o caminho da verdade– disse Mephysto que riu e depois desapareceu.
–Espera mestre Mephysto, eu quero saber mais coisas sobre o meu avô, VOLTA– disse Lupe que acorda depois ele se recupera do transe e volta a dormir.

Glast Heim, 1h 45min da madrugada

Jerry e Rokusho se apresentaram ao Mephysto e ao Senhor das Trevas que estava sentado no seu grande trono.
–Chamou a gente Senhor das Trevas?– perguntou Jerry.
–Sim chamei, quero dizer que vocês não serão mais necessários pra ajudar a coletar almas– disse o Senhor das Trevas.
–Porque mestre?– perguntou Rokusho.
–Porque vocês não prestam mais, e eu quero a suas almas e vocês irão se juntar a sua amiga querida, a Poly– respondeu o Senhor das Trevas que riu sarcasticamente e pediu pra que Mephysto junto com Barão Coruja e Jirtas que apareceram do lado de Mephysto para matar os dois.
Jirtas usou o chicote sangrento fazendo com que atingissem o rosto, os ombros e a barriga. O Barão Coruja chamou os Duques pra darem um rasante neles e Mephysto pegou o livro que tinha magia de bruxos e invocou uma magia.
–COLUNA DE FOGO!
O círculo de magia marcou os dois e um círculo de fogo apareceu envolvendo cada um e o fogo subiu queimando os dois que gritaram de dor e depois morreram.
As bolas brancas que são as almas deles saíram e foram parar na mão direita do Senhor das Trevas, que depois ele pega a mão esquerda e abre e na mão esquerda estava a alma de Poly. O MVP juntou as três almas e transformou num cristal e que foi lá pra o local onde ficavam os outros dois cristais.
–Ah como é bom sentir isso, tou ganhando mais poder– disse o Senhor das Trevas que riu sarcasticamente.
Depois que ele fez isso o Barão Coruja disse:
–Mestre, com sua licença eu gostaria de falar que eu e Jirtas conseguimos um grupo de aventureiros para ajudar a gente a matar os MVPS que te as almas que o senhor tanto deseja.
–Tragam eles aqui– disse o MVP.
–Sim Senhor das Trevas– disseram o Barão Coruja e Jirtas que ela trouxe o grupo que estava amarrado a uma só corda.
O grupo era o rival de Lupe e dos outros lá da Ilha dos aprendizes, Richard que se tornou um cavaleiro; Lisa a namorada de Richard que se tornou uma odalisca; Max que se tornou um monge; Anita que se tornou uma sacerdotisa; Aurion o namorado de Anita que se tornou um sábio; Monique que se tonou uma caçadora e Tarsila que se tornou uma mercenária.
Vendo isso Mephysto disse:
–Então estes vão ser os novos contratados para servirem ao Senhor das Trevas?
–O que, a gente vai ser servo desse MVP? Nem morta quero ser– disse Lisa.
–Olhem pra mim vocês sete– disse o Senhor das Trevas que os olhos deles ficaram vermelhos e os olhos dos sete também ficaram vermelhos que eles gritaram, depois voltaram ao normal.
–Agora vocês irão se servir a mim estão prontos?– perguntou o Senhor das Trevas.
–Sim mestre– responderam os sete.
–Agora estão dispensados– disse o MVP que os sete saíram.
–Agora eu tenho certeza que eu e o Barão Coruja fizemos a escolha certa pra eles nos ajudarem a coletar as almas que o senhor tanto quer mestre– disse Jirtas.
–Sim, e eles vão– disse o MVP que ele, junto com os outros riram sarcasticamente.
–Bem mestre, já temos quatro almas agora né?– perguntou Mephysto.
–Sim, graça ao seu aprendiz Mephysto, tenho o Orgulho de Doppelganger, a Ira de Osíris e a Ambição do avô dele, e agora tenho a Inveja desses três em um só cristal– disse o Senhor das Trevas que riu sarcasticamente.
–Ah mestre só falta três almas, o ódio, o sofrimento e o desespero– disse Jirtas.
–Isso, minha cara colega Jirtas, mas onde a gente vai conseguir pessoas ou monstros que tenham isso?– perguntou o Barão Coruja.
–Em breve a gente vai descobrir meus caros servos, agora vamos nos divertir vendo os sete contratados, acabarem com várias vidas– disse o Senhor das Trevas que ele e os outros riram sarcasticamente olhando pra bola de cristal que mostra cada um dos sete fazendo o mal.

Prontera, 03 de março de 2009, 9h30min da manhã

Dudu, Pricea, Lily e Tom depois de tomarem o café da manhã, eles resolveram passear por Prontera, os casais compraram alguns itens e armas e Lily disse:
–Eu gostei desse Mato Sagrado querido, isso vai me ajudar a proteger não é?
–Sim, meu amor vai, e daqui a pouco eu vou a Refinaria de Prontera aprimorar o meu escudo– disse Tom.
–Que coincidência cara, eu também estava pensando nisso– disse Dudu.
–Boa idéia, assim vocês ficam com o escudo melhor e dá mais defesa– disse Pricea.
–Vocês duas vão ficar por aqui?– perguntou Tom.
–Pode ir querido, eu e a Pricea vamos ficar por aqui– respondeu Lily.
–Eu digo o mesmo pra você amor– disse Pricea.
–Tudo bem, cuidado vocês duas– disse Dudu.
As sacerdotisas deram um beijo na boca de seus templários, Lily em Tom e Pricea em Dudu, os templários foram pra refinaria, depois que foram as sacerdotisas começaram a caminhar, enquanto caminham Pricea disse:
–Sabe Lily, eu estou preocupada com o Luclock, a Carol e o Lupe.
–Eu também estou, tomara que não tenha acontecido nada com eles, eu rezo tanto pra que Deus os proteja– disse Lily.
–Eu também rezo, é como eles fossem nossos irmãos, sabe?– disse Pricea.
–Eu sei, nós somos filhos de Deus– disse Lily.
Elas continuaram a caminhada e de repente um casal aparece na frente delas, e elas olham pra eles, Pricea reconhece o casal, era Richard e Lisa e Lisa diz:
–Ora, ora se não é aquela menina amiga do menino de rua.
–Nunca chame o meu amigo por esse nome, e como é que você já virou odalisca tão rápido?– perguntou Pricea.
–Porque eu quis sua Nuba, fiz pra ficar fazendo dança pro meu marido– disse Lisa que se esfrega em Richard.
–Quem são eles Pricea?– perguntou Lily.
–São aqueles que eu te falei, um grupo que não gostou de Lupe, só porque ele é um menino de rua, eles são uns caras de pau– disse Pricea.
–É o que, você nos respeite, que morrer com minha espada?– disse Richard começando a ficar com raiva.
–Deixa, ela comigo amor, o meu chicote de fogo vai ensinar a ela a nunca mais nos insultar– disse Lisa que tira o chicote de fogo.
Ela começa a correr pra cima dela, Pricea fica assustada, mas quando dá a chicotada, rapidamente Lily fica na frente dela e é atingida, Lily grita de dor.
–LILY– grita Pricea assustada que rapidamente bota as mãos abertas na frente mirando em Lisa e grita– LUZ DIVINA!
A luz divina atinge o rosto dela, ela fica atordoada.
–AMOR– gritou Richard que socorre a amada e diz– você esta bem?
–Que luz forte ela deu, num consigo ver nada– disse Lisa atordoada.
Ele solta Lisa que fica no chão e olha pra Pricea e grita:
–VOCÊ ME PAGA SUA NUBA!
Ele tira a espada e corre pra cima dela, mas quando vai dar a espada e Pricea grita de medo, de repente...
–REDENÇÃO!
Um raio azul rasteja até Pricea envolvendo-a, virando um escudo mágico, e um raio amarelo sai do escudo mágico e atinge Dudu que estava junto de Tom.
–Amor, que bom que você veio– disse Pricea.
–Essa não Lily– disse Tom que correu até ela, pegou ela apoiando a no braço direito e usou a mão esquerda aberta e disse:
–CURAR!
A luz verde-brilhante envolve Lily.
–Obrigada amor – disse ela que depois beija Tom na boca.
Depois de beijar ela se levanta, Dudu tira a técnica de Redenção e diz:
–Se quer ferir minha futura mulher, vai ter que passar por cima do meu cadáver, Richard.
–Com muito prazer, Noob.
E eles ficaram lutando até que Richard consegue atingi-lo no braço direito onde Dudu segura à espada e ele gemeu de dor. Mas ele não deixou barato, cravou a espada no chão e gritou:
–CRUX MAGNUM!
Uma grande cruz branca apareceu, e como Richard estava perto de Dudu, ele sentiu a dor, afinal ele é o novo servo do Senhor das Trevas. Lisa se recupera do atordoamento e vê o cavaleiro desmaiado no chão.
–RICHARD– grita ela.
Ela corre pra perto dele, chora e se vira pros 4.
–Seus dias estão contados, não só de vocês 4, mas os seus outros amigos também, Dudu e Pricea.
–Você esta falando de Lupe, Carol, Luclock, Kain, Lila e Fábio?– perguntou Pricea.
–Sim esses mesmos, e nós dois junto com outros amigos meus que vocês conhecemos voltamos– respondeu Lisa.
–Voltaram para que?– perguntou Dudu.
–Por vingança, nós recebemos a ajuda de um ser muito bom, e temos força pra acabarmos com vocês– disse à odalisca que ri sarcasticamente.
–Nossa que maldade de vocês, a gente não fez nada, vocês é que começaram– disse Pricea.
–Eu não quero saber, estão avisados– disse Lisa que joga uma bomba de fumaça neles
Os quatro tossiram por causa da fumaça e quando a fumaça saiu eles desapareceram.
–Quem são eles? Algum de vocês pode me dizer o que esta acontecendo?– perguntou Tom.
–É uma longa história cara, e agora estamos ameaçados de morte– respondeu Dudu.
–Tomara que os outros estejam bem– disse Pricea.

Montanhas de Mjolnir, 11h00min da manhã

Kain, Saria a odalisca e namorada de Kain e Tmolo que já é um monge estavam matando os monstros do local como Argos, Argiope, Flora e Besouro Ladrão Macho.
–Nossa como é bom matar monstros– disse Kain depois que matou um Argiope.
–É querido, é muito bom– disse Saria depois de matar uma flora, usando o seu arco e flecha.
–É bom que ajuda a fortalecer– disse Tmolo depois de matar um Besouro Ladrão Macho.
Depois de matar monstros, eles perceberam que tinham um vulto que corria rapidamente se escondendo nas plantas.
–Acho que tem alguém aqui– disse Tmolo.
–Eu também estou percebendo isso– disse Kain.
–Quem é? Eu estou ficando com medo– disse Saria que se agarra em Kain.
O vulto aparece e os três reconheceram imediatamente, era o monge Max.
–Ora,ora vejo que você também se tornou um monge não foi?
–Isso mesmo Max, me tornei pra me vingar de você– respondeu Tmolo.
–Então venha pra cima de mim seu Noob– disse Max
–Você vai ver quem é Noob– disse Tmolo que foi pra cima dele.
Max aparou o soco dele botando o braço na frente, ele revida e Tmolo faz o mesmo. Max usa a técnica:
–COMBO TRIPLO!
Ele deu três socos rápidos no rosto de Tmolo que ficou atordoado, mas Tmolo se recupera rapidamente e fez outra técnica:
–COMBO QUÁDRUPLO!
Tmolo deu três socos direto no rosto e o quarto ele fez o próprio punho subir pra atingir o queixo de Max que cai no chão atordoado.
–Ai que dor! VOCE ME PAGA– disse Max.
Enquanto Tmolo e Max ficaram lutando entre si, Kain e Saria ficavam assistindo.
–Nossa porque ele só gosta de provocar o Tmolo? Ele não fez nada– disse Saria.
–Eu aposto que os outros voltaram por vingança, eles tem raiva da turma do Lupe– respondeu Kain.
–Lupe? Aquele mago que era um menino de rua?– perguntou a odalisca.
–Sim esse mesmo, eu nem estou mais com eles depois daquele acontecimento em Morroc, o raio que ele invocou quase me atingiu– respondeu Kain.
–É bom mesmo você ficar longe desse mago, e da turma dele, amor– disse Saria que da um beijo na boca dele.
–Mas ainda tenho contato com a Lila, o Fábio e a Safira, eles também não gostaram do que o Lupe fez e o grupo se separou– disse o cavaleiro.
–Que bom, mas será que eles estão bem?– perguntou Saria.
–Tomara que sim– respondeu Kain.

Campos de Morroc, 11h30min da manhã

O casal Lila e Fábio andavam pelo deserto, Fábio acaba de se tornar um mercenário, ele ficou treinando os seus golpes matando monstros e Lila o ajudava a matar monstros difíceis, já que ela ainda é uma arqueira.
–Que bom que você se tornou um mercenário querido.
–Agora eu posso realizar ataques rápidos e me esconder de certas pessoas– disse Fábio.
–Deve esta falando do Lupe né? Aqueles raios incontroláveis dele quase atingiram você– disse Lila.
–Isso mesmo, mas graças a Lily eu fui ressuscitado e se eu vir aquele mago de novo... – disse Fábio, mas ele foi interrompido pela ventania de areia que passava por eles.
–AH, ESSE VENTO AQUI NÃO É NORMAL– disse Lila.
Depois a ventania de areia sumia lentamente e aparecia dois vultos na frente deles, e quando a ventania parou eles reconheceram, era a caçadora Monique e a mercenária Tarsila.
–Olá Noobs, lembram da gente?– perguntou Monique.
–Como é que vocês viraram 2ª classe tão rápido?– perguntou Lila.
–Graças a um grande amigo, que esta ajudando a gente na vingança contra vocês– respondeu Tarsila.
–E quem é ele?– perguntou Fábio.
–Eu não vou falar, porque você não tenta arrancar de mim?– perguntou Tarsila que já prepara seus katares.
Fábio também coloca os katares nas mãos e disse:
–Eu não vou maneirar nos golpes só porque você é mulher.
–Então venha com tudo seu Noob– disse Tarsila.
–Com muito prazer– disse Fábio que ele e Tarsila começaram a correr mais rápidos do que um raio e ficaram golpeando e desaparecendo.
–Já eu vou cuidar você sua nuba– disse Monique.
–Me respeite, nuba é você– revida Lila.
–Bem já que você ainda nem virou caçadora, eu não vou sujar as minhas mãos, o meu falcão vai cuidar disso rapidinho, FALCÃO– disse Monique que depois veio um falcão que ficou perto dela batendo as asas– acabe com ela.
Ela aponta pra Lila e o falcão começa a preparar um ataque rasante nela, e Lila começa a correr, Monique ri sarcasticamente.
Fábio lutava com Tarsila intensamente, ele consegue ferir o braço direito dela, e ela consegue fazer o mesmo com ele, depois eles correm ficando um do lado do outro, se olharam e deram um salto pra trás e ficaram se encarando.
–Até que você é bom com esses katares, só que eu sou a mais rápida– disse Tarsila.
–E você é péssima nos katares– disse Fábio provocando.
–Então tome isso– disse Tarsila que vai pra cima dele e ele rapidamente esquiva e começa a correr e ela corre atrás.
Lila continuava correndo e se desviando dos rasantes do falcão de Monique, a arqueira começa a ficar cansada, mas assim que olha pra trás e pra cima o falcão já estava perto dela, ela só conseguiu jogar o corpo pro lado, mas o falcão consegue atingi-la no braço direito, ela grita de dor.
–Já chega de fugir– disse ela que geme de dor e preparando o arco e flecha e mirando no falcão que sobe pro céu pra preparar outro rasante.
O falcão começa a descer, e Lila prepara a flecha e grita:
–DISPARO...
Ela espera o falcão descer pra mais perto e quando percebe que é a hora ela termina:
– ...VIOLENTO!
Ela dispara e o falcão é atingido no peito, e cai no chão de areia do deserto.
Monique que viu de longe, correu pra onde o falcão está e Lila aproveitou pra correr. Depois que Lila conseguiu ficar longe dela e do falcão Monique grita:
–VOCE VAI ME PAGAR SUA NUBA, VOCE E SEUS AMIGOS.
Ela dá a última olhada pra trás e continua correndo até sumir de vista de Monique que chora pelo falcão ferido.
Fábio e Tarsila estão feridos de tanto lutar, e ela pergunta ofegante:
–Voce quer jogar a toalha pra depois eu acabar com você?
–Nunca vou me render– arfou Fábio.
Os dois correram pra cima e disseram ao mesmo tempo a mesma habilidade:
–LAMINAS DESTRUIDORAS!
As sequências de laminas, batiam uma na outra e não atingiram nem nele e nem nela, mas quando deram a última lamina, Fábio se esquivou rapidamente e consegue atingir Tarsila no ombro esquerdo, que ela grita de dor.
Ele aproveita pra correr, e ela grita:
–TODOS OS SEUS AMIGOS VÃO ME PAGAR, ESPECIALMENTE VOCÊ.
Depois que Fábio some da vista de Tarsila, Monique que estava com o falcão ferido segurando no braço pergunta:
–Você está bem?
–Me deixa Monique– disse Tarsila gemendo de dor e depois elas olham pra onde Fábio e Lila correram.
–Eles vão nos pagar muito caro– disse Monique.
–Isso mesmo, mas quem mais vai me pagar caro é esse mercenário que me feriu– disse Tarsila.
Agora a guerra esta declarada, você acompanhará isso nos próximos capítulos.

Lupe89
Super Aprendiz
Super Aprendiz

Mensagens : 39
Data de inscrição : 07/07/2010
Idade : 28
Localização : Recife

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

3º e 4º capítulo

Mensagem por Lupe89 em Sex Set 17, 2010 1:24 pm

Capítulo 3 – Procurados

Prontera, 04 de março de 2009, 10h30min da manhã

Depois de tomarem café na estalagem, Dudu, Pricea, Lily e Tom leram o Jornal de Rune Midgard que tinha uma notícia que diz:

Procurados:
Um caçador chamado Rafael e um alquimista chamado Gabriel, ambos sendo irmãos são acusados de matarem um mago na caverna de gelo.
Um mago chamado Lupe, acompanhado de uma lutadora Taekwondo e um bardo. O mago é acusado de matar o presidente de Lighthalzen, que é o avô dele, e a lutadora e o bardo são cúmplices.
Se vocês virem essas pessoas, por favor, entre em contato com a polícia de Rune-Midgard pra que eles não causem mais confusão. Manteremos o nome em sigilo a pessoa que for informar o paradeiro deles.


–Essa não agora eles viraram fugitivos– disse Dudu.
–Lupe, porque você foi fazer uma coisa dessas– disse Pricea.
–Eu não sei vocês, mas acho que ou o avô queria matar ele e revidou, ou o Lupe matou por vingança– disse Tom.
–Você acha que ele deve ter feito isso Tom?–perguntou Lily.
–É uma das hipóteses que eu acho que deve ter acontecido– respondeu Tom.
–Tomara que eles estejam bem– disse Pricea.

Al de Baran, 11h00min da manhã

Na estalagem Kain, Saria a odalisca e namorada de Kain e Tmolo que já é um monge também leram a notícia.
–Eu não acredito que ele fez isso, bem feito, agora ele virou um fugitivo– disse Kain.
–Eu me lembro dele, quando ele contou confesso que fiquei triste, mas se eu estivesse no lugar dele acho que eu faria a mesma coisa– disse Tmolo.
–Mas é o avô dele, agora que ele já fez isso está sendo procurado e aposto que quem estava com ele é a namorada dele a Carol e o Luclock– disse Kain.
–Eu não acredito que ele se envolveu nisso, ele é uma boa pessoa– disse Saria.
–Eu sei querida, eu disse pra ele vir comigo quando estava em Morroc, mas ele não quis, queria ajudar Lupe, bem feito pra ele também– disse Kain.
–Mas eu acho que nem a namorada dele e nem o nosso amigo não fizeram nada– disse Tmolo.
–Como não Tmolo?– disse Saria que pega o jornal e mostra– leia o jornal, aqui diz “a lutadora e o bardo são cúmplices”.
–Isso é o que o Jornal de Rune Midgard acha, mas eu acho que não– disse Tmolo.

Morroc, 11h30min da manhã

Na estalagem de Morroc, Fábio que já é um mercenário e Lila também leram a notícia.
–Essa é boa, o Lupe, a Carol e Luclock virarem fugitivos– disse Fábio.
–Ainda bem que nos separamos amor, porque senão a gente iria acabar que nem eles, bem feito pro Lupe quem mandou matar o próprio avô– disse Lila.
–Eu fico pensando o que será que eles estão fazendo agora?– perguntou Fábio.
–Devem ter se juntado a esse caçador e esse alquimista pra ver se consegue matar mais uma pessoa, só pode ser isso– disse Lila.

Comodo, 12h10min da tarde

Na casa de Necronx e Wampi, o casal estava almoçando quando Safira chega e diz:
–Boa tarde vovô e vovó.
–Boa tarde minha netinha, vejo que você virou uma alquimista em breve você vai ser criadora igual a mim, num é verdade Lif?– disse Wampi.
–Sim ela vai ser– respondeu Lif, uma homunculu de cabelos verdes com uma veste branca longa.
–Eu até queria escolher esse vovó, mas eu escolhi o Filir– disse Safira que mostrou um passarinho pequeno de cor azul.
–Tomara que esse pássaro ajude você, queridinha do avô– disse Necronx.
–É lógico vovô, ele vai me ajudar sim– disse Safira.
–Só não se esqueça de alimentar ele, é importante pra que ele confie em você– disse Wampi.
–Sim vovó eu farei isso, agora mudando de assunto leiam o que está escrito no Jornal de Rune Midgard, tem um ex- amigo meu que virou fugitivo– disse Safira.
Eles leram quando viram quem é o “ex-amigo” de Safira, Wampi fica em pânico e diz:
–EU NÃO ACREDITO NISSO! PORQUE ELE FEZ ISSO!
–Ah meu pai do céu, porque ele foi fazer uma coisa dessas– disse Necronx botando a mão na cabeça.
–Vocês não estão falando do Lupe estão?– perguntou Safira.
–É claro que estamos, Safira– disse Wampi alto que depois chora e Necronx abraça ela.
–Vocês... conhecem... ele?– perguntou Safira espantada.
–Lógico, nós até ajudamos a mãe dele a escapar do avô, que infelizmente ela morreu quando estávamos em Juno, aí ela pediu pra que cuidássemos dele– disse Necronx.
–E... vocês... cuidaram... dele?– perguntou Safira espantada.
–Sim, nós cuidamos dele até os dois anos de idade– disse Wampi chorando.
–Que bom que se livraram desse assassino– disse Safira.
Necronx foi pra perto dela e deu uma tapa na boca com força que quase quebra os dentes dela.
–Nunca mais chame ele assim, esta ouvindo?
–Mas é verdade– Safira começa a chorar por causa da dor do tapa que Necronx deu a ela– ele matou a minha amiga, mas graças a uma sacerdotisa chamada Lily, ela foi ressuscitada.
–Lily, foi ela quem ajudou o Lupe a se tornar um aprendiz e hoje ele é um mago– disse Wampi mais calma.
–Não acredito que estou ouvindo isso, até ela ajudou? Não acredito– disse Safira ainda chorando.
–Pode acreditar Safira, mas eu acho que deve haver algum motivo por ele ter matado o Arthur– disse Necronx.
–Será que foi porque o Arthur queria matar ele, mas o Lupe foi rápido e matou o avô? Ou Arthur contou pra Lupe o motivo de ter matado os pais, e ficou com raiva e matou o avô?– pergunta Wampi pra Necronx.
–Eu não sei querida, só ele explicando isso pra gente– responde Necronx.
–Tomara que ele, a namorada dele e esse bardo estejam bem– disse Wampi.
–Num sei por que vocês o defendem, eu vou pro meu quarto e vovô, essa sua tapa que deu em mim, QUASE QUEBRA OS MEUS DENTES– disse Safira que depois gritou e foi pro quarto dela chorando.
Agora todos sabem que Lupe e os outros estão sendo procurados, mas nem Lupe, Carol, Luclock, Rafa e Gabriel sabem que estão sendo procurados.

Campos de Rachel, 12h30min da tarde

O grupo de exilados estava almoçando carne de Vento da Colina e carne de Roween com suco de uva feito por Gabriel.
–Esse suco está muito gostoso Gabriel, diferente do que a gente tomava nas estalagens– disse Carol.
–Obrigado por elogiarem o meu suco, eu sei medir a quantidade de açúcar que devo colocar pra ficar gostoso– disse Gabriel.
–E a suas também estão boas Rafa– disse Luclock.
–Obrigado, eu aprendi com o meu pai, ele é um atirador de elite e me ensinou a caçar quando eu era arqueiro– disse Rafa.
–E o suco e as poções foi a minha mãe que me ensinou, ela é uma criadora– disse Gabriel.
–Nossa é bom saber que vocês aprenderam com os seus pais– disse Luclock.
Lupe terminou de comer a carne e disse:
–Pessoal eu tive umas visões, e algumas não são nada boas.
–Visões?– perguntaram Gabriel e Rafa.
–É que o Lupe prevê o futuro através de sonhos, e um deles aconteceu que é ele matando o avô– disse Luclock.
–Poxa que legal isso é um dom que você tem Lupe– disse Rafa.
–Mas em um dos sonhos vocês também estavam– disse Lupe se referindo ao Gabriel e ao Rafa.
–Nós dois?– perguntaram Gabriel e Rafa.
–Sim, e no sonho nós estávamos sendo levados presos– respondeu Lupe.
–Mentira né? Nós vamos ser presos?– perguntou Gabriel.
–É o que eu vi Gabriel, acho que a gente não vai ficar aqui se escondendo por muito tempo– respondeu Lupe.
–Querem saber de uma coisa?– disse Rafa se levantando que continuou a falar– eu vou limpar o meu nome, e eu quero a ajuda de vocês três– disse apontando pra Lupe, Carol e Luclock.
–O que você quer dizer com isso irmão?– perguntou Gabriel.
–Nós vamos a Caverna de Gelo salvar o nosso amigo Gabriel– respondeu Rafa.
–Está brincando Rafa? É melhor a gente não ir, se encontrarmos o MVP Ktullanux a gente vai ficar congelado que nem ele– disse Gabriel.
–Eu não vou ficar congelado, eu sou imortal graças à carta de Osíris– disse Lupe.
–O que? Você matou Osíris e ganhou a carta?– perguntou Rafa.
–Na verdade ele estava possuído, eu queria pará-lo com uma poção explosiva, mas uma arruaceira apareceu para provocá-lo de perto e acabou sendo atingida e o relâmpago que o Lupe iria mirar nela acabou acertando o buraco para que o raio de sol atingisse Osíris– respondeu Carol.
–Caramba que história, vocês salvaram Morroc– disse Gabriel.
–Bom já chega de contar as aventuras de vocês, eu quero saber se vocês topam ajudar a gente a salvar o nosso amigo, topam?– perguntou Rafa aos três.
–Eu topo– respondeu Lupe que se levantou.
–Se o Lupe for eu também vou– disse Carol que se levantou.
–Eu também quero ir, quero ver como é essa caverna de gelo– disse Luclock.
–Ok, você venceu Rafa eu nem queria ir, mas já que todo mundo vai fazer o que, como diz o ditado: se não pode vencê-los, junte-se a eles – disse Gabriel se levantando.
–Então está decidido, vamos pra Caverna de Gelo– disse Rafa.
E assim os cinco foram pro norte em direção a Caverna de Gelo.

Capítulo 4 – Vamos salvar o mago

Campos de Rachel,14h30min da tarde

O grupo chega ao novo campo de Rachel faltando poucos quilômetros pra chegar à Caverna de Gelo, quando Rafa diz:
–Pessoal cuidado nesse campo, porque aqui vive o MVP Atroce e por pouco eu e o Gabriel não morremos.
–É verdade, tivemos que correr muito e o meu Vanil ficou distraindo ele, se bem que ele morreu, mas ainda bem que eu aprendi a ressuscitar homonunculus– disse Gabriel que o Vanilmirth dele que é uma gelatina cor de rosa que ficava andando do lado dele.
–É melhor a gente ir correndo até a caverna de gelo, antes que o MVP apareça– disse Rafa.
Eles começaram a correr, minutos depois eles viram o MVP Atroce que viu eles também e começou a gritar e correr atrás deles.
–CORRAM PESSOAL, EU VOU DISTRAÍ-LO– gritou Rafa.
–Eu também quero ajudar– disse Gabriel.
–Não Gabriel, leve os três pra caverna de gelo, assim que eu conseguir deixar ele longe eu vou atrás de vocês– disse Rafa.
–Tudo bem irmão cuidado– disse Gabriel que se vira pros três e diz– vamos logo.
–Ta– disseram os três.
Carol, Gabriel, Luclock e Lupe correram pra outro campo enquanto Rafa foi distrair o Atroce. O Atroce invocou cinco Galions pra atacarem Rafa, ele pegou uma flecha mirou pro céu e gritou:
–CHUVA DE FLECHAS!
Ele atirou a flecha pra cima e segundos depois as flechas caíram encima dos Galions. O MVP ficou furioso, levantou o machado e corre pra cima do caçador, ele pegou duas flechas, mirou no MVP e gritou:
–RAJADA DE FLECHAS!
Rafa atirou as flechas, uma atingiu o olho direito e a outra o ombro direito que ele gritou.
–Agora é a chance de eu fugir– disse Rafa que saiu correndo, mas o MVP começou a correr atrás dele.
Rafa assoviou usando o polegar e o indicador pra chamar o falcão.
–Falcão me ajude– Rafa se vira na direção do MVP, levanta a mão direita pra cima, o falcão prepara pra descer e Rafa grita– ATAQUE AÉREO!
O corpo do falcão ficou vermelho, ele desceu rápido feito um cometa pra dar um rasante no MVP e nesse rasante ele conseguiu atingir direto no olho esquerdo deixando ele cego. Atroce gritou mais uma vez de dor e Rafa aproveita a chance para escapar.

Caverna de Gelo, nível 1, 15h00min da tarde

Gabriel, Carol, Lupe e Luclock entraram na caverna de gelo e sem impressionaram com o local.
–Uau como é lindo aqui dentro, parecem cristais– disse Carol olhando várias pedras de gelo coloridas.
–Só o ambiente é bonito, o que é feio aqui são os monstros– disse Gabriel.
–Por isso que está tão iluminado, por causa dessas pedras brilhantes de gelo– disse Luclock.
Lupe começa a ter outra visão, ele vê o mago congelado no 2º andar e ele esta sendo rodeado pelos Yetis, Gazetis e Titãs de Gelo. Quando voltou a si, Carol pergunta:
–O que foi que você viu Lupe?
–Eu vi o mago congelado, ele esta rodeado por vários monstros– respondeu Lupe.
–Ele deve está sendo protegido pra que nenhum humano possa libertá-lo– disse Luclock.
–Você deve estar certo Luclock, mas pra limpar o meu nome e o de Rafa nós temos que fazer isso– disse Gabriel.
–Mas isso não vai limpar os nossos nomes– disse Carol.
–Mas eu e o Rafa vamos falar que vocês são pessoas boas e nos ajudaram, aí eles devem reduzir a pena de vocês quando forem presos– disse Gabriel.
–Ah ta, tomara que isso ajude– disse Carol.
–Acho que o lugar que o Lupe viu é no 2º andar, tive amigos que se aventuraram por aqui– disse Luclock.
–Que bom saber disso Luclock, agora sim nós temos que ficar ligado no 2º andar– disse Gabriel.
–Pessoal olha que vem ali– disse Carol apontando pra uma sombra que parecia uma carranca, e apareceu um Gazeti.
–Cuidado ele dispara pedras de gelo sem parar– disse Gabriel.
–Deixa isso comigo– disse Lupe invocando uma magia depois ele gritou– ESCUDO MÁGICO!
Quatro escudos cor-de-rosa apareceram envolvendo Lupe, Carol, Luclock e Gabriel.
–Vanil, hora de atacar– disse Gabriel que o homunculu foi pra cima do Gazeti que depois ele invocou as lanças de fogo gritando e as lanças caíram encima do Gazeti que começou a derreter uma parte do rosto do lado direito.
–Eu sei que um dia vou fazer esse meu Vanil falar, todos os alquimistas conseguem fazer seu homunculus falar, tomara que eu consiga– disse Gabriel.
–Eu sei que você vai conseguir– disse Carol.
–RAJADA DE FLECHAS– gritou Luclock atirando duas flechas pra atingir o Gazeti, uma pegou no olho e outra na bochecha esquerda.
–É a minha vez– disse Lupe que se prepara pra invocar a magia.
–Aqui vai o suporte– disse Luclock que guarda o arco e pega o violão e começa a dedilhar e grita– POEMA DE BRAGI!
Várias notas musicais apareceram envolvendo o bardo e Lupe estava perto do bardo e se envolveu com as notas fazendo com que ele invocasse magias mais rápidas.
–Obrigado Luclock– disse Lupe que invocou a magia de fogo– BOLA DE FOGO.
Ele levantou a mão direita aberta pra cima e uma bola de fogo apareceu, um círculo de magia marcou o Gazeti como alvo e Lupe atirou, o Vanilmirth de Gabriel gritou e invocou o relâmpago. Criando uma combinação de magias, a bola de fogo de Lupe e o relâmpago do Vanil de Gabriel atingiram o Gazeti que sofre a descarga elétrica e depois derrete, morrendo.
–Caramba, parece que o meu Vanil está entendendo como fazer combinação de ataque mágico, vem cá Vanil– disse Gabriel que o homunculu foi andando na direção dele e pulou nos braços de Gabriel– agora esta ficando bonzinho, minha gelatininha do papai.
–Ele nunca foi bonzinho com você?– perguntou Carol.
–Bem, no começo o Vanil soltava magias em mim, eu era inexperiente quando eu criei, mas eu consegui me adaptar a ele e ele a mim, mas piorou depois que a gente fugiu e ficou me eletrocutando como se ele fosse um juiz me dizendo: CULPADO. Mas agora ele está bonzinho graças a você Lupe, muito obrigado– disse Gabriel.
–Ah que bom, e de nada ele me ajudou a derrotar o Gazeti, agradeço a ele também– disse Lupe.
–Ouviu Vanil, ele te agradeceu– disse Gabriel que o Vanil saiu dos braços de Gabriel e foi pra cima dos braços de Lupe e foi tão rápido que o Lupe caiu no chão segurando ele.
–Ta vendo Lupe ele gostou de você– disse Carol rindo e os outros dois riram e Lupe ficou acariciando o Vanil depois ele deixou no chão.
Rafa chegou e encontrou os quatro.
–Caramba irmão você está suado– disse Gabriel que olha a roupa dele toda suada.
–Eu corri feito um doido pra fugir do Atroce, mas graças aqui já vou ficar livre do suor– disse Rafa.
–Bem só você, mas a sua roupa não– disse Gabriel.
–Ah é verdade– disse Rafa que ri envergonhado.
Depois de ficarem, matando Siromas e Gazetis, fazendo combinações de ataque eles encontraram uma entrada que leva pra o nível 2.

Caverna de Gelo, nível 2, 16h30min da tarde

O grupo chega ao 2º andar, onde eles encaram os Yetis, Gazetis e Titãs de Gelo.
–Já viemos preparados pra isso seus monstrengos– disse Rafa.
Lupe percebe que os Titãs iriam fazer o bafo de gelo que invoca a magia de fogo:
–BARREIRA DE FOGO!
Fazendo aparecer uma barreira de fogo, a baforada que eles fizeram, não surtiram efeito.
–Bem pensado Lupe– disse Rafa botando a mão no ombro de Lupe.
–Agora é uma boa hora de atacar, aproveitem– disse Lupe pra todos.
Carol se concentrou e depois gritou:
–BRISA LEVE DE VENTO!
Um vento amarelo envolveu Carol e foi pra cima de um Gazeti, fez a postura do contra chute e gritou:
–CONTRA CHUTE DE FOGO!
Ela colocou o pé direito pra trás, o pé ficou amarelo e com esse mesmo pé, ela deu um chute no Gazeti que se derrete e morre.
–RAJADA DE FLECHAS– gritaram Luclock e Rafa as flechas que são de fogo atingiram dois Titãs de Gelo.
–FOGO GREGO– gritou Gabriel jogando frascos de Fogo Grego nos Yetis que morreram queimados.
Vanil usou relâmpago nos Titãs de Gelo, e Lupe ajuda invocando uma magia:
–TEMPESTADE DE RAIOS!
Os raios caíram encima dos Titãs que morreram.
–Lupe onde foi que você viu o mago congelado na sua visão?– perguntou Rafa.
–É por aqui venham– disse Lupe indo na frente.
–Nós vamos dar cobertura pra você Lupe– disse Rafa que ele e Carol ficaram perto dele caso algum monstro ataque enquanto caminham e Gabriel, Vanil e Luclock ficaram atrás.
Minutos depois de fazerem combinações de ataque, Lupe finalmente chegou ao local onde o mago estava congelado.
–É ele é o Maeho, há quanto tempo– disse Rafa olhando pro mago congelado.
–Da licença ae gente– disse Gabriel pegando um martelo.
–Você acha que com esse martelinho vai quebrar esse gelo, irmãozinho?– perguntou Rafa provocando.
–Não é um martelinho qualquer, irmãozinho, graças ao ferreiro Billy por ter criado e um encantador chamado Hamion, eu tenho esse martelo de vento– disse Gabriel.
Escutando isso Rafa ficou com raiva e Lupe ao escutar o nome Billy ele pensou:
–Acho que esse deve ser um dos filhos do meu mestre.
–Observem– disse Gabriel que chegou perto do gelo que o mago estava congelado, levantou o martelo, gritou e martelou o gelo.
–Não aconteceu nada, viu que esse martelo de vento não fez nada– disse Rafa.
–Tem certeza– disse Gabriel que estalou os dedos e o gelo se quebrou, o mago ficou tremendo de frio.
–Obrigado Gabriel, por ter quebrado– disse Maeho tremendo de frio.
–Mas o que foi que aconteceu com você Maeho?– perguntou Rafa.
–Bem eu consegui os quatro Pós Glaciais, no nível 3, que me disseram que invocam o MVP Ktullanux, mas apareceu um sábio dizendo que precisa disso pra brincar com uma pessoa, eu não quis dar pra ele, aí ele invocou os monstros e os Titãs de Gelo me congelaram aqui– explicou Maeho.
–Um sábio?– disseram Carol, Lupe e Luclock.
–Quem são vocês? São amigos de Rafa e Gabriel?– perguntou Maeho.
–Sim, deixa eu apresentar, Maeho esses são Carol, Luclock e o Lupe que foi ele que teve uma visão de você congelado e nos trouxe até aqui– disse Gabriel.
–Poxa, então muito obrigado Lupe– disse Maeho estendendo a mão pra ele.
–De nada Maeho– disse Lupe que estendeu a dele e ambos apertaram-se as mãos.
–E não só ele como esses dois também nos ajudaram a chegar até aqui– disse Rafa que ficou entre Carol e Luclock botando as mãos nos ombros deles.
–Então muito obrigado a vocês três– disse Maeho.
–Como era a aparência desse sábio?– perguntou Luclock.
–Bem ele era já um senhor, mais ou menos uns 60 anos– respondeu Maeho.
–Não pode ser, será que foi o seu mestre Lupe?– perguntou Carol.
–Não pode ser o meu mestre ele nunca faria isso– respondeu Lupe.
–Mas eu acho que o MVP foi invocado– disse Maeho.
–E ele foi invocado, nós estávamos tentando te salvar, mas o MVP apareceu e quase ficamos congelados– disse Gabriel.
–Deve ser por causa daquele sábio, ele disse que só queria brincar com uma pessoa, mas ele não disse quem– disse Maeho.
–Tenho uma idéia, vamos todos derrotar o Ktullanux?– perguntou Rafa.
–Eu quero, porque eu preciso saber se foi mesmo o meu mestre que fez isso– disse Lupe.
–Como assim Lupe?– perguntou Carol.
–Bem, quando a gente estava em Lighthalzen depois que eu matei sem querer o meu avô– respondeu Lupe– ele disse :

Meus parabéns Lupe, você matou o seu avô e ele tinha uma coisa que você não tem e é muito importante pra mim, receba mais um pouco de poder– disse Mephysto

–Eu não entendi direito o que ele disse, por isso eu quero saber se eu matando esse MVP ele irá me dar alguma resposta– continuou Lupe.
–Você tem razão Lupe, eu estou com você– disse Luclock botando a mão no ombro.
–Nossa vocês querem mesmo matar o Ktullanux, vou logo avisando que ele é forte do que outros MVPS– disse Rafa.
–Eu vou com eles– disse Maeho.
–Pra você ficar congelado de novo? Olhe se você congelar, num sei se a gente vai conseguir se salvar– disse Gabriel.
–Pelo jeito que você fala Gabriel, é cada um por si não é mesmo?– perguntou Maeho.
–É porque o Ktullanux ele é acompanhado pelos Titãs de Gelo, e juntos eles soltam baforadas de gelo que congelam a pessoa na hora– disse Rafa.
–Se vocês três não quiserem ir tudo bem– disse Lupe a Rafa, Gabriel e Maeho– mas nós três vamos– disse se referindo a ele, Carol e Luclock.
–Eu já disse que eu vou com vocês– disse Maeho.
–Ah ta bom vocês venceram, nós o grupo dos exilados vamos todos matar esse MVP– disse Rafa.
E assim o grupo vai pro nível 3 pra matar o MVP Ktullanux que Mephysto invocou, por ter roubado os Pós Glaciais de Maeho.

Lupe89
Super Aprendiz
Super Aprendiz

Mensagens : 39
Data de inscrição : 07/07/2010
Idade : 28
Localização : Recife

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

5º e 6º capítulo

Mensagem por Lupe89 em Sex Set 17, 2010 1:42 pm

Capítulo 5 – Ktullanux, uma salamandra de gelo

Caverna de Gelo, nível 3, 18h30min da noite

O grupo chega ao nível 3, matando vários monstros que habitam o local, e de repente a caverna fica mais iluminada porque eles perceberam que a noite caía.
–Nossa que lindo, está mais iluminado aqui– disse Carol.
–Deve ser porque está de noite agora– disse Luclock.
–E está de noite, já são 18h e 30min da noite– disse Gabriel que pegou um relógio de bolso.
–Rafa, porque esse nome, Grupo dos Exilados?– perguntou Maeho.
–Porque nós estamos sendo procurados, eu e o Gabriel porque o povo de Rachel acha que a gente congelou e abandonou você– disse Rafa.
–Que povo burro, eles vão ficar de boca fechada quando eu aparecer lá e falar que vocês são inocentes. E os três que acabamos de conhecer?– disse Maeho baixinho.
–Bem é que o Lupe sem querer matou o avô dele, mas Carol a namorada dele e bardo Luclock dizem que ele estava possuído– disse Gabriel baixinho.
–Poxa, coitado dele e por isso o Rafa criou esse nome– disse Maeho.
–Bem, sim porque se a gente entrar em qualquer cidade, nós seremos presos– disse Gabriel.
–Ah entendi, mas com a derrota desse MVP e eu provar que foi tudo uma mentira vocês ficaram livres– disse Maeho.
–Vocês sim, nós não– disse Carol.
–Mas eu digo que vocês ajudaram aí eles podem reduzir à pena– disse Maeho.
–Até que você tem razão Maeho, tomara que isso ajude a reduzir a nossa pena– disse Luclock.
–Pessoal chegamos– disse Rafa.
Eles chegaram ao altar do nível 3, onde o MVP estava e tinha 4 piras que tinha os Pós Glaciais que Mephysto colocou.
–Eu entendi tudo, antigamente alguém deve ter selado o MVP aqui e que descobriram uma forma de quebrar o selo, que são esses Pós Glaciais– disse Lupe.
–Nossa que inteligência Lupe, estou impressionada– disse Carol.
–Mas eu queria vender esses Pós Glaciais, mas esse sábio roubou de mim– disse Maeho.
–Tudo bem Maeho a culpa não foi sua– disse Gabriel.
–Lá vem o Ktullanux– disse Rafa.
Eles viram a salamandra de gelo olhar pra eles e ele gritou invocando cinco Titãs de Gelo. Os titãs partiram pra cima do grupo, eles se separaram. Luclock, Lupe e Carol do lado direito e Rafa, Gabriel e Maeho do lado esquerdo.
Gabriel pede pra seu Vanilmirth, atacar usando relâmpago e o Vanil foi pra cima de um deles, Maeho que não tinha cajado, pôs a mão direita aberta pra frente, invocou a magia fazendo subir poeira amarela e gritou:
–TEMPESTADE DE RAIOS!
Os raios caíram encima dos Titãs de Gelo, dois morreram ,mas um consegue sobreviver.
–CHUVA DE FLECHAS!– gritou Rafa ao atirar a flecha pra cima e um monte de flechas caiu encima do Titã de Gelo, mas ele resiste.
–Deixa que eu dou o golpe final– disse Gabriel que tira o frasco de ácido e grita– TERROR ÁCIDO.
Ele joga a garrafa de ácido e a garrafa quebra atingindo o Titã, o ácido escorre no monstro que morre derretendo.
Carol, Lupe e Luclock correram até encontrar um local mais amplo, quando encontraram Carol se concentrou e depois gritou:
–BRISA LEVE DE VENTO!
Um vento amarelo envolveu Carol, e ela partiu pra cima de um dos Titãs que saltou e gritou:
–CHUTE AÉREO DO VENTO!
Golpeando na cabeça do monstro, ele ficou tonto, ela se abaixou e gritou:
–RASTEIRA DO VENTO!
Ela deu a rasteira usando a perna esquerda, o monstro cai, mas ele se recupera, Carol irritada usou um novo golpe:
–PATADA VOADORA DO VENTO.
Ela chutou a cara do Titã que fica atordoado, ela usa outro golpe:
–CONTRACHUTE DO VENTO.
Dando um chute na barriga, ele grita de dor por causa do elemento que ela usou nos golpes, o vento.
–Aqui o golpe final– diz Carol fazendo a postura do tornado e grita– CHUTE DO TORNADO DE VENTO!
Ela girou chutando a cada chute que dava o Titã sentia muita dor e ele morreu.
–Caramba quantos chutes ela deu pra matar esse monstro?– disse Luclock.
–Vários Luclock, vários, essa é a minha namorada– disse Lupe.
–Cuidado lá vem dois Titãs cada um mata o seu– disse Luclock.
–Eu vou te ajudar amor– disse Carol ficando na frente de Lupe.
–Agora só eu que me ferro, mas eu vou conseguir matar esse Titã, ou eu não me chamo Luclock o bardo– disse Luclock.
Ele pegou uma flecha mirou no Titã de Gelo e gritou:
–DISPARO VIOLENTO!
O disparo fez com que o Titã fosse jogado um pouco pra trás, vendo isso o bardo pegou e continuou a fazer disparos até o Titã encostar-se a uma parede, o bardo viu uma estalactite presa no alto, ele mirou na estalactite e atirou. A estalactite se desprendeu do alto e caiu encima do Titã, ele resiste e Luclock pegou uma flecha mirou pro alto e gritou:
–CHUVA DE FLECHAS!
As flechas caíram encima do Titã de Gelo que morreu na hora.
Carol e Lupe fizeram uma seqüência de ataques, Carol começa a atacar:
–CHUTE AÉREO DO VENTO!
–RELAMPAGO– gritou Lupe que atirou um relâmpago no Titã que ficou eletrocutado.
–CONTRACHUTE– gritou Carol chutando a barriga do Titã de Gelo.
–Sai de perto amor– disse Lupe que invocou outra magia e gritou– TEMPESTADE DE RAIOS!
Os raios caíram encima do monstro que morreu na hora.
Depois de matarem os Titãs de Gelo o grupo se juntou e o MVP Ktullanux desceu do altar e partiu pra cima deles.
–Lá vem ele preparem-se– disse Rafa.
Ele começou dando baforadas de gelo, todos se esquivaram. Gabriel começou a atacar:
–FOGO GREGO!
Depois de gritar a habilidade ele joga frascos de fogo grego no MVP e no chão, mas ele não sentiu dor e o Ktullanux deu uma baforada de gelo que conseguiu congelar o fogo grego.
–Caramba, a baforada de gelo que ele deu, pode até congelar o fogo grego!– disse Gabriel olhando de olhos arregalados para o fogo grego congelado.
O Vanil de Gabriel foi pra cima do MVP e gritou soltando um relâmpago, mas ele sentiu uma pequena dor. O MVP ficou com raiva e soltou uma baforada congelando o Vanilmirth.
–NÃO, O MEU VANIL FICOU CONGELADO–gritou Gabriel que começa a chorar olhando pro Vanil congelado e depois olha pro MVP– VOCÊ ME PAGA!
Ele pegou dois frascos de ácido e gritou:
–TERROR ÁCIDO!
Ele joga e atinge o MVP que atingiu a perna esquerda da frente e começou a derreter, Ktullanux grita de dor e olha pra Gabriel com raiva e solta uma baforada de gelo, congelando-o.
–GABRIEL– gritou Rafa.
O MVP se vira e vê os cinco e corre mancando de dor por causa da perna e ficou soltando baforadas.
–FUJAM– gritou Maeho e os cinco começaram a correr.
Enquanto corriam, Carol disse:
–Agora ele quer congelar a gente.
–Precisamos bolar uma estratégia e rápido– disse Rafa que corria.
–O que a gente vai fazer, eu acabei de perceber que ele é vulnerável a vento– disse Lupe que corria.
–Você tem razão Lupe , o dano do vento é vulnerável a monstros de gelo– disse Maeho que corria.
–E eu pensando que o dano de fogo também fosse acabar com esses monstros e esse MVP– disse Luclock que corria.
Minutos depois de correrem, eles conseguiram despistar o MVP e procuraram um lugar pra se esconder.
–Aqui estamos seguros, mas acho que não vai ser por muito tempo– arfou Luclock.
–Assim é bem melhor eu corri demais– arfou Carol.
–Bom pessoal, já que a gente está aqui escondido do MVP, vamos bolar uma estratégia pra acabar com essa salamandra de gelo– arfou Rafa.
–E o que você quer que a gente faça?– perguntou Lupe arfando.
–Um de nós vai ser a isca pra atrair o MVP e não vai ser vocês magos, a magia de vocês é importante, vocês irão soltar Relâmpagos e Tempestade de Raios pra enfraquecer o MVP– disse Rafa que se recuperou do cansaço.
–Obrigado por você falar isso, eu não quero ser congelado de novo– disse Maeho.
–Então a pessoa que vai ser a isca será um de vocês três, não é?– perguntou Lupe.
–Bem, eu não posso ser porque eu vou dar suporte aos magos usando o Poema de Bragi– disse Luclock.
–E se eu for atacar ele eu vou se congelada na hora– disse Carol.
–Bem eu até queria que você fosse à isca– disse Rafa.
–Ah ta, nem venha, uma mulher ser a isca até nisso a gente tem que ser escrava, vocês homens são muito mandões– disse Carol protestando.
–Ok Carol, tudo bem, eu vou ser a isca– disse Rafa.
Depois de combinarem o plano o grupo se separou pra ficarem escondidos. Lupe, Maeho e Luclock encontraram uma plataforma de gelo grande, eles subiram e olharam pra onde a isca, no caso Rafa estará. Carol encontrou outra plataforma de gelo maior, ela subiu e ficou também olhando Rafa que esperava pelo MVP.
Minutos depois o Ktullanux aparece e vê Rafa que pega duas flechas e grita:
–RAJADA DE FLECHAS!
Ele atira duas flechas no MVP e depois correu, mas o MVP gritou de raiva e soltou uma baforada de gelo que congelou Rafa, mas ele deu tempo de gritar:
–AGORA!
Depois que Rafa foi congelado completamente, os quatro começaram a agir. Luclock ficou entre os magos, pegou o violão e começou a dedilhar e gritou:
–POEMA DE BRAGI!
As notas do poema apareceram envolta do bardo, os magos que estavam entre as notas sentiram que qualquer magia que lançasse, a invocação seria rápida. Lupe e Maeho começaram a invocar a magia de vento e gritaram:
–TEMPESTADE DE RAIOS!
Os raios atingiram violentamente o MVP que gritou de dor. Carol aproveitou, se concentrou e gritou:
–BRISA LEVE DE VENTO.
Um vento amarelo envolveu Carol e depois ela olha mirando o local onde vai atingir e diz baixinho pra ela mesma:
–Esse ataque vai ser um estouro.
Ela corre e salta, e quando começa a cair na direção do MVP, ela grita:
–CHUTE AÉREO DO VENTO.
Ela bota o pé esquerdo na frente, e começa a descer feito um cometa, enquanto descia Luclock disse:
–La vai ela tentar fazer um grande impacto com o Chute Aéreo do Vento.
–Tomara que ela sobreviva– disse Maeho.
–Mas ela vai conseguir sobreviver, eu confio na minha namorada– disse Lupe.
Carol descia rápido demais e quando faltava alguns segundos ela grita:
–TOME ISSO KTULLANUX!
Ela atingiu o MVP, o impacto foi tão grande que a poeira gelada se formou. Os três foram até a ponta da plataforma e viram o local que o MVP estava, ficou com a poeira no local e Carol sai pulando e girando da poeira como uma ginasta. Eles gritaram e foram descer até onde ela estava.
–Eu sabia que você iria conseguir, querida– disse Lupe que beijou ela na boca.
–Obrigada– arfou Carol que ela cai e Lupe segura ela.
–Ela esta fraca, deixa que eu te ajudo a levantar– disse Luclock que foi pro lado dela e ajudou Carol a se levantar.
A poeira abaixou e viram o MVP deitado.
–Nossa Carol, você acabou com ele– disse Maeho.
–Gastei toda a minha energia pra isso– disse Carol que estava sendo apoiada por Lupe e Luclock.
–Bom, agora nós vamos ter que descongelar o Rafa e depois Gabriel e o Vanil dele– disse Maeho.
–Nós dois vamos usar a Bola de Fogo para descongelar o Rafa– disse Lupe.
–Isso mesmo vamos lá– disse Maeho.
Lupe deixou Carol ser segurada por Luclock, porque estava fraca. Os magos chegaram perto de Rafa congelado e começaram a invocar a magia. De repente o MVP acorda e se levanta.
–Caramba ele ainda está vivo– disse Maeho.
O MVP deu uma baforada de gelo e congelou Luclock e Carol.
–CAROL, LUCLOCK– gritou Lupe.
–Lupe vamos fugir– disse Maeho que puxava ele pelo braço.
–Eu não vou sem eles– disse Lupe.
–Mas a gente vai ser congelado, e ninguém vai vir salvar a gente– disse Maeho.
O Ktullanux começa a soltar outra baforada de gelo, e percebendo isso, Maeho puxa Lupe pra perto dele e diz:
–Lupe vá buscar ajuda.
Ele joga Lupe pra longe dele e do Ktullanux, que a baforada dele acaba acertando Maeho, congelando-o mais uma vez.
–MAEHO– gritou Lupe desesperado quando vê o mago ser congelado.
Agora o Ktullanux olha pra Lupe e anda lentamente em direção ao mago. Lupe encara o MVP, começa a ficar com raiva e diz:
–Então você vai querer me congelar não é? Pois agora você me deixou furioso.
Ele invoca a magia fazendo subir uma poeira amarela, ele levanta a mão direita pro céu, um relâmpago cai encima dele, o mago olha pro MVP fazendo com que um círculo de magia marcasse o Ktullanux como alvo e grita:
–RELAMPAGO!
Ele atira o relâmpago no Ktullanux e acaba atingindo a bochecha direita do MVP que grita de dor. Ele fica com raiva e solta uma baforada em Lupe que ele se protege colocando o cajado na frente, mas acaba sendo congelado.
Depois que congelou Lupe, ele se aproxima, mas de repente o rubi do cajado de Lupe começa a brilhar e o corpo congelado de Lupe fica vermelho, fazendo com que o gelo seja derretido. Os olhos de Lupe ficam vermelhos e ele diz:
–Você nunca vai me matar, porque eu sou imortal e quem vai morrer, É VOCÊ!
Ainda com raiva, com os olhos vermelhos, Lupe invoca a magia e grita:
–TEMPESTADE DE RAIOS!
Uns raios de cor vermelha caíram encima do MVP que grita de dor, e Lupe aproveita pra invocar mais uma magia.
–O golpe final, RELAMPAGO!
Ele atira o relâmpago vermelho no Ktullanux que sente uma grande dor e morre. O MVP desaparece e deixa a carta dele. Lupe volta ao estado normal e vê a carta, mas percebendo que está quase sem forças ele olha pra Maeho que está congelado e concentra suas últimas forças invocando a magia de fogo.
–BOLA DE FOGO!
Ele atira a bola de fogo, no gelo que congelava Maeho e o gelo se derrete descongelando Maeho. Ele se treme de frio e olha pra Lupe que está cansado no ponto de desmaiar e Lupe diz:
–Descongele... os... outros... e ... fique... com... a carta... do MVP.
Lupe desmaia e Maeho atende ao pedido de Lupe e descongela os outros usando a magia de fogo, depois de descongelar todos o grupo sai da caverna de gelo e Luclock e Rafa carregam Lupe pelos ombros.


Capítulo 6– Uma ajuda de um ferreiro

Campos de Rachel, 05 de março de 2009, 10h00min da manhã

Os grupos dos exilados estavam acampando, Lupe ainda estava desacordado e Carol diz:
–Faz dois dias que ele está desacordado e voltou a ter febre.
–Eu sinto muito Carol, mas as poções e os remédios acabaram– disse Gabriel.
–Eu acho que ele estava possuído de novo– disse Carol.
–Possuído por quem?– perguntou Maeho.
–Pelo mestre dele o Mephysto– respondeu Carol.
–Porque o mestre que é um sábio quase aposentado faz isso com o seu aprendiz?– perguntou Maeho.
–Isso nem eu e nem Carol sabemos o porquê Maeho, mas quando o Lupe acordar com certeza ele vai contar– disse Luclock.
–Pessoal, não tem mais jeito, nós temos que ir pra Rachel– disse Rafa.
–O que? Rafa você enlouqueceu, nós e eles estamos sendo procurados pela polícia– disse Gabriel.
–Nós vamos ter que ir Gabriel, o Lupe pegou febre de novo e as suas poções acabaram– disse Rafa.
–E já que estou descongelado, eu irei com vocês e vou calar todo mundo pra dizer que estou vivo e que vocês são inocentes– disse Maeho.
–E vocês dois o que acham?– pergunta Rafa a Carol e Luclock.
–Pelo jeito eu vou ter que concordar com você Rafa– respondeu Luclock.
–Se é pro Lupe ficar melhor e contar tudo, vamos ter que encarar– disse Carol.
–Então nós vamos pra Rachel– disse Rafa.
–Ou Rafa, se esqueceu que o Atroce ainda vive aqui? Nós vamos ter que ser rápidos e passar por ele mais uma vez– disse Gabriel.
–Caramba esse Atroce ainda vive– disse Maeho.
–Infelizmente sim Maeho– disse Gabriel.
–Então eu irei distrair o Atroce de novo, enquanto vocês quatro correm e levem Lupe, ok?– perguntou Rafa.
–Ok irmãozão, boa sorte– respondeu Gabriel.
–Eu só tenho pouca flecha, mas ainda tenho o meu falcão– disse Rafa.
–E porque você não levou o falcão pra caverna de gelo, pra ajudar vocês a me resgatar?– perguntou Maeho.
–Porque ele não gosta de lugares frios– respondeu Rafa.
–Eu e o Luclock levaremos Lupe– disse Carol que ela e Luclock levantaram Lupe e apoiaram-no nos ombros.
–Num sei se gente vai conseguir correr, levando ele assim– disse Luclock segurando Lupe do lado direito.
–Mas nós temos que conseguir, senão o Lupe pode morrer– disse Carol segurando Lupe do lado esquerdo.
–Eu vou na frente pra distraí-lo– disse Rafa que foi na frente.
Ele correu e viu o MVP Atroce que corre atrás dele, ele assobia fazendo com que o falcão atacasse o MVP, Rafa grita:
–ATAQUE AÉREO!
O falcão ficou com corpo vermelho e deu um rasante no Atroce atingindo a barriga, Rafa pega duas flechas, mira e grita:
–RAJADA DE FLECHAS!
Ele atira duas flechas no MVP que fica furioso e corre atrás de Rafa. Enquanto corria o caçador fazia o sinal pra eles irem correndo. E foi o que eles fizeram e correram, mas quando ia chegar no final do campo pra acessar outro, os Galions apareceram.
–Essa não e agora?– disse Carol.
–Deixa que eu e Gabriel cuidamos disso– disse Maeho.
–O meu Vanil também vai– disse Gabriel.
Era cinco Galions que rosnavam e o Vanil foi atacando o primeiro Galion, mordendo a pele dele e depois gritou fazendo subir poeira vermelha que as lanças de fogo caíram sobre o Galion. Gabriel pega dois fracos e grita:
–CRIAR MOSNTRO PLANTA!
Ele jogou os frascos no chão, perto dos Galions e quando o frasco se quebra surge uma Parasita e uma Flora, uma flor gigante que só tinha a boca, mas ela consegue sentir quem esta perto dela. As plantas atacaram dois Galions cada um. Maeho invoca uma magia, fazendo subir uma poeira vermelha:
–LANÇAS DE FOGO!
O círculo de magia marca o Galion como alvo e as lanças de fogo caíram encima dele e morreu. Gabriel tira o machado e vai atacar o último Galion:
–TOME ISSO!
E ficou dando machadadas até ele morrer. Mas quando acabaram de derrotar os Galions, o Atroce aparece trazendo Rafa e o falcão dele feridos e joga pra perto deles e disse:
–Bela estratégia, mas isso não adianta, vocês irão morrer por terem invadido meu território.
–RAFA– gritou Gabriel ao ver ele cheio de feridas e sangrando, e vira pro MVP– VOCÊ ME PAGA POR TER FERIDO O MEU IRMÃO.
Ele pega um frasco de ácido e grita antes de jogar:
–TERROR ÁCIDO!
Ele joga, mas o MVP foi rápido e usou o machado para quebrar o frasco e o ácido derrete o machado do MVP.
–Não tem problema, as minhas garras cuidarão de vocês– disse o Atroce que mostra as garras e ri sarcasticamente.
–RAJADA CONGELANTE– grita Maeho que uma onda de gelo aparece e vai em direção ao MVP, mas ele quebra o gelo com as garras antes de atingi-lo.
Carol deixa Lupe ser apoiado por Luclock e parte pra cima do Atroce, ela corre, salta e grita:
–CHUTE AÉREO!
Ela consegue atingir a barriga do MVP que ele deu uns passos pra trás, e grita de dor e diz:
–AGORA EU FIQUEI FURIOSO!
Ele usa as garras em Carol que ela se esquiva dando saltos pra trás. Ele continua usando as garras nela e ela continua se esquivando. Luclock, Gabriel e Maeho aproveitaram pra fugir. Luclock leva Lupe apoiando no ombro, Gabriel leva Rafa também o apoiando no ombro e Maeho o falcão dele.
Carol percebe que o MVP está cansado e usa uma técnica:
–CONTRACHUTE!
Ela chuta mais uma vez a barriga, ele fica mais furioso usa as garras nelas atingido-a no ombro esquerdo, ela cai gritando de dor.
–CAROL– grita Luclock de longe que ele a vê cair no chão de dor.
Quando o Atroce foi chegar pra atacá-la, de repente:
–MARTELO DE THOR!
Billy aparece atrás dele e dá uma machada que faz com que ele seja arremessado e bater contra a parede.
–Você está bem?– pergunta Billy se ajoelhando botando a mão em Carol.
–Tirando essa ferida eu estou bem, obrigada– responde Carol.
–Ótimo– Billy ajuda ela a se levantar– deixe esse MVP comigo, salve-se.
–Mais uma vez obrigada– disse Carol que foi correndo botando a mão direita no ombro ferido.
–Nossa é o Billy, que bom que ele apareceu– disse Rafa.
–Cara, que técnica é essa? Arremessou o Atroce até ele bater contra a parede– disse Gabriel que o Vanil dele pulou de alegria.
–Nossa ele esta mais forte da última vez que o vi– disse Maeho.
–Aquele ali é o Billy?– perguntou Luclock.
–Sim é ele– respondeu Rafa.
Carol chegou perto deles e disse:
–Aquele ferreiro salvou a minha vida, pena que eu estou ferida– disse Carol que geme de dor.
–Vamos logo pra Rachel– disse Gabriel.
Eles foram correndo pra Rachel, enquanto Billy atacava o Atroce.
–ADRENALINA PURA– gritou Billy que o corpo dele ficou amarelo e foi correndo rapidamente pra atacar o Atroce usando o machado pra bater nas costas.
O MVP grita de dor e tenta revidar, mas o ferreiro usa outra técnica:
–AMPLIFICAR PODER!
Ele e o machado ficam vermelhos e da uma seqüência de machadadas e o MVP morre, ele desaparece deixando a carta que o ferreiro pega e corre pra se encontrar com os outros.

Campos de Rachel, 12h00min da tarde

Quando o grupo chega perto da cidade de Rachel, Billy consegue alcançar eles levando o carrinho de mercador.
–Vocês estão bem?
–Muito obrigado Billy por nos salvar– disse Gabriel que levava Rafa pelo ombro.
–Maeho você saiu da caverna de gelo, que bom, os seus pais estão preocupados– disse Billy.
–Sim eu sei, foi graças a eles que eu fui descongelado, e você esta mais forte do que da última vez que eu vi– disse Maeho.
–Ah obrigado– disse Billy que olha pra Luclock e Carol que seguravam Lupe e diz– porque vocês estão andando com eles?Eles são fugitivos da polícia de Lighthalzen.
–Pera ae Billy, se esqueceu que eu e o Rafa também somos fugitivos, porque o pessoal de Rachel e os pais do Maeho acharam que nós congelamos o Maeho?– perguntou Gabriel.
–Ah isso é verdade, mas já que o Maeho está aqui e se aparecer em Rachel e contar toda a história pra polícia vocês serão inocentados– disse Billy que depois olha pra Luclock, Carol e Lupe que está desacordado– mas eles não.
–Mas eles nos ajudaram a chegar à caverna de gelo pra descongelar o Maeho, e ainda por cima foi o Lupe que acabou com o MVP Ktullanux – disse Gabriel.
–É verdade, e aqui está à prova Billy– disse Maeho pegando a carta do MVP no bolso.
–Poxa, então muito obrigado por ajudar eles– disse Billy pros três e depois volta a falar com Gabriel e Maeho– eu ia pra lá ajudar você e o Rafa a descongelar ele.
–Mas graças a esses três nós estamos aqui, mas o Lupe esta com febre e o Rafa se feriu gravemente por causa do Atroce– disse Gabriel.
–Eu também fiquei um pouco ferida, por causa daquele MVP– disse Carol mostrando a ferida no ombro direito.
–Ok, vocês venceram, vou ajudar vocês, vou levá-los ao hospital de Rachel– disse Billy– coloque os dois no carrinho eu agüento.
Gabriel, Luclock e Carol, colocaram Rafa e Lupe no carrinho de Billy e eles entraram em Rachel.

Rachel, 12h 30min da tarde

Billy foi na frente correndo e levando o carrinho onde tava Lupe e Rafa desacordados. Carol, Gabriel e Maeho correram atrás dele, eles nem perceberam que o pessoal olhava pra eles e principalmente para Maeho.
–Eu pensei que ele fosse contar para a polícia que a gente estaria aqui– disse Luclock correndo.
–Eu também pensei isso, mas como viu que o Lupe está doente e o Rafa está ferido, ele resolveu ajudar– disse Carol correndo.
–Quando ele vê gente assim ele ajuda por isso ele é o mais querido daqui de Rachel– disse Gabriel correndo.
–E ele queria me libertar lá na caverna de gelo– disse Maeho correndo.
–Olha ele já entrou no hospital, vamos lá– disse Gabriel que ele e os outros entraram correndo.

Hospital de Rachel, 12h35min da tarde

Billy chegou ao hospital e falou com a recepcionista:
–Eu tenho dois meninos aqui que um está com febre e o outro está ferido gravemente.
A recepcionista olhou pros dois que estavam no carrinho e desacordados, e ligou pra emergência, que minutos depois vieram quatro homens e duas macas pra botarem os dois e levarem lá pra dentro.
Gabriel e os outros chegaram, e Carol foi falar com recepcionista, mas Billy tratou logo em falar:
–E ela está ferida no ombro, por favor, cuide dos três.
Carol olha impressionada pra Billy e diz:
–Eu já iria falar isso com ela, mesmo assim, muito obrigada
–De nada espero que você fique boa– disse Billy que um médico apareceu no corredor e chamou Carol pra ela ser atendida por ele.
Gabriel, Maeho e Luclock estavam na sala de espera.
–Esse ferreiro é muito gente-fina, ajuda as pessoas– disse Luclock
–Sim, ele é muito reconhecido aqui, além de ser um ótimo ferreiro– disse Gabriel.
–Ele tem uma irmã chamada Kimberly, ele me disse que ela é uma ótima alquimista– disse Maeho.
–E ela até me ajudou a criar poções antes de ela viajar pra o mundo– disse Gabriel.
–É bom ter pessoas assim que nem ele– disse Luclock.
Billy chegou e disse:
–Pronto os três já estão sendo atendidos pelos médicos.
–Obrigado por nos ajudar, obrigado mesmo– disse Luclock.
–Mas não pense que isso irá livrar vocês, já que são fugitivos– disse Billy.
–Billy, eu já disse pra você que eles nos ajudaram a libertar o Maeho e derrotaram o MVP– disse Gabriel.
–Eu sei Gabriel, mas eles continuam sendo fugitivos, só estou ajudando porque eles ajudaram vocês– disse Billy.
–Ele tem razão Gabriel, mesmo ele nos ajudando nós ainda somos fugitivos– disse Luclock.
–Mas a retribuição que eu quero dar pra vocês por ter nos ajudado, é pedir pra o juiz reduzir a pena de vocês, afinal vocês são os heróis– disse Gabriel.
–É verdade, e mesmo estando congelado, eu vi o Lupe derrotar o Ktullanux– disse Maeho.
–Você foi congelado de novo?– perguntou Billy.
–Sim, mas depois que o Lupe derrotou o MVP, ele gastou suas últimas forças pra invocar a Bola de Fogo pra me descongelar, e ele pediu pra que eu descongelasse os outros e ficar com a carta– disse Maeho.
–Nossa o Lupe fez isso? Poxa, estou impressionado, se não fosse por ele eu estaria congelado o resto da vida– disse Luclock.
–E eu também– disse Gabriel.
–E eu mais uma vez ficaria mais tempo congelado– disse Maeho.
–Sabe, vendo isso eu acho até que você consiga convencer o juiz a reduzir a pena deles Gabriel– disse Billy.
–Quer dizer que você vai nos ajudar?– perguntou Gabriel.
–Sim , e essa história me convenceu a ajudar vocês– disse Billy.
–Eu sabia que você iria dizer isso– disse Maeho.
–Poxa muito obrigado, cara– disse Luclock que aperta a mão de Billy.
–De nada cara, ouvindo essas aventuras de vocês e Gabriel e Maeho falar que vocês ajudaram eles, me convenceu– disse Billy.
–Agora é só esperar eles receberem alta– disse Maeho.
Um médico chegou e perguntou:
–Qual de vocês é responsável pelo caçador?
–Eu, sou o irmão dele, eu me chamo Gabriel– disse Gabriel.
–Bem Gabriel, ele está ferido gravemente e receio que talvez ele não sobreviva– disse o médico.
–O QUE?– Gabriel se levanta e pergunta– ISSO QUER DIZER QUE ELE VAI MORRER?
–Tenha calma nós faremos de tudo pra que ele não morra, confie na gente– disse o médico.
Ele foi pra perto do médico se ajoelhou segurando nas mãos dele e disse chorando:
–Por favor, não deixe que ele morra, apesar de ser chato e falar besteira algumas vezes, ele é meu irmão e se ele morrer...
Ele não consegue completar a frase, que começa a chorar compulsivamente. O médico se ajoelha e bota as mãos na bochecha dele, fazendo-o prestar atenção e diz:
–Tenha calma, nós vamos fazer de tudo pra que seu irmão se recupere.
Dizendo isso, Gabriel abraça o médico e diz chorando:
–Muito obrigado doutor.
Maeho não consegui se conter e chora também e Billy o consola.
–Bem, eu tenho que ir, vou lá cuida do seu irmão– disse o médico.
–Mais uma vez muito obrigado– disse Gabriel parando de chorar.
Quando o médico voltou pra sala Gabriel se senta ao lado de Maeho e Billy diz:
–Vou buscar água com açúcar pra vocês dois, já volto.
Billy sai de perto deles e Maeho que parou de chorar diz:
–Você e o Rafa são meus grandes amigos, se um de vocês ou os dois morrerem eu ficarei de luto pelo resto da vida.
–Não fala isso– disse Gabriel que bate na mesa três vezes e continua– isso trás azar.
–Mas é verdade se não fosse por vocês eu ainda estaria lá congelado, e agora soube que vocês dois estão sendo fugitivos por minha causa– disse Maeho.
–Mas agora que nós libertamos você, não nos tornaremos mais fugitivos e o grupo dos exilados acabará– disse Gabriel.
–Pra vocês três, mas pra mim, pro Lupe e pra Carol, não vai acabar que mesmo a gente cumprindo a nossa sentença, nós vamos ser reconhecidos pela população de Rune-Midgard e vão querer distância da gente– disse Luclock.
–Tenho certeza que algum dia vocês irão provar suas inocências– disse Maeho.
–Deus te ouça, Maeho, Deus te ouça– disse Luclock.
–Eu sei que vai, confie Nele– disse Maeho.
–Eu sempre confio Nele– disse Luclock.
Horas depois Carol recebe alta, e ela aparece com um curativo no ombro direito.
–Que bom que você está curada, Carol– disse Luclock.
–Só foi uma ferida no ombro direito, não foi muito grave– disse Carol.
–É bom ver que você está bem– disse Billy.
–Mais uma vez muito obrigada por cuidar de mim e do Lupe– disse Carol.
–Ah eu me esqueci de me apresentar, eu sou Billy– disse Billy estendendo a mão.
–Prazer e, espera ae você se chama Billy?– perguntou Carol.
–Sim, por quê?– perguntou Billy com cara de estranho.
–Eu sei que não deveria perguntar isso, mas você é filho do Mephysto?– perguntou Carol.
Ao ouvir o nome do pai, ele fica com cara de raiva e pergunta:
–Você conhece o meu pai? Onde é que aquele desgraçado está?
–Billy, calma– diz Gabriel que levanta e vai pra frente dele– ela só fez uma pergunta.
–Eu não quero mais ouvir o nome dele, e ele não é mais o meu pai– disse Billy.
–Me desculpe é que ela não sabia–diz Gabriel que depois se vira pra Carol– não deveria falar esse nome, ele fica irritado.
–Mas ele precisa saber uma coisa– diz Carol pra Gabriel e depois olha pra Billy e fala– sabe o Lupe, Billy?
–Sim, eu sei, ele está na cama sendo cuidado com os médicos por causa da febre, o que tem ele?– perguntou Billy ainda com raiva.
–É que o seu pai é o mestre dele– respondeu Carol.
–O QUE? AQUELE MAGO É APRENDIZ DAQUELE DESGRAÇADO?– diz Billy que alterou a voz.
–Billy, por favor, calma– Maeho se levanta e tenta acalmar fazendo-o sentar–nós estamos no hospital fale mais baixo.
–Me desculpe dizer isso Billy, mas é que ele esta agindo estranho demais– disse Carol começando a chorar e continua– ele mesmo não matou o avô dele.
–Mas no jornal diz que ele matou e vocês dois são cúmplices– disse Billy apontando pra ela e Luclock.
–Que jornal? O de Rune-Midgard?– perguntou Luclock.
–Estou com ele aqui, têm até a notícia sua Maeho que você foi congelado e que Gabriel e Rafa são os culpados– disse Billy dando o jornal para Gabriel que lê.
–Essa é boa agora somos acusados de matar você Maeho, esses jornalistas querem fazer de tudo pra ganhar dinheiro– disse Gabriel que passa pra Maeho lê.
–Vou jogar na cara dos jornalistas que nem você e nem o Rafa fizeram isso comigo– disse Maeho que passa o jornal pra Luclock que lê.
–Há, há, há, aqui diz que a gente é cúmplice Carol, mas a gente não fez nada– disse Luclock que passa pra Carol lê.
–É exatamente isso que eu quero falar com você Billy, não foi mesmo o Lupe que matou, ele estava sendo possuído– disse Carol depois de ler o jornal e o deixa na mesa.
–Possuído? Por quem?– perguntou Billy.
–Pelo seu pai– responde Carol.
–Agora esse desgraçado, está usando o mago pra matar pessoas? Ele não é mesmo o meu pai– disse Billy.
–Porque você não quer aceitá-lo como seu pai?– pergunta Luclock.
–Porque foi ele que matou a minha mãe– respondeu Billy começando a chorar.
–O que? Ele matou a própria mulher?– disse Carol espantada.
–Ele diz que foi um acidente, mas eu não acredito nele– respondeu Billy.
–Eu acho que ele não iria matar a esposa dele, só se ele fosse um doido– disse Gabriel.
–Ou eles brigaram– disse Maeho.
–Eu acho que eles brigaram, porque eu vi o meu pai perto da minha mãe morta e cheio de sangue, a minha irmã viu depois e aí nós começamos a discutir e cada um foi pra seu canto, e eu nem olhei mais pra cara do meu pai– disse Billy.
–A gente encontrou a sua irmã em Prontera, ela nos ajudou a matar o Besouro-Ladrão Dourado– disse Carol.
–Vocês mataram o Besouro Ladrão Dourado? Caraca, vocês são fortes mesmo– disse Maeho.
–Eu conheci Carol e os outros em Geffen, e foi o Kain que estava com a carta do besouro– disse Luclock.
–Isso foi um teste pra ele ser um legítimo cavaleiro, ou como ele mesmo fala...– disse Carol olhando pra Luclock que já sabia a palavra.
–Kina– disseram ela e Luclock ao mesmo tempo.
–Ela está bem não é? A minha irmã?– perguntou Billy.
–Sim, ela estava cheia de mercadorias– disse Carol.
–E o Lupe estava lá?– perguntou Billy.
–Sim, o meu namorado falou com ela como se fosse uma conhecida, mas ela estranhou na hora e depois ignorou– respondeu Carol.
–Nossa que história, então quando o Lupe tiver melhor vou ter uma boa conversa com ele– disse Billy.
–Mas pega leve com ele, por favor, ele não tem culpa de nada– disse Carol.
–Tudo bem, a gente só vai falar de homem pra homem, eu vou me controlar apesar de ele ser o mestre do desgraçado do meu pai– disse Billy.
–Está ficando tarde, vamos pra estalagem?– perguntou Luclock.
–Eu até queria ir pra minha casa, mas por causa dessa notícia eu tenho medo de voltar– disse Gabriel.
–Eu também quero descansar na estalagem– disse Maeho.
–E eu vou pra minha casa, ela fica do lado da ferraria onde eu trabalho e se quiserem aparecer por lá pra que eu crie ou aprimorar alguma arma, podem ir– disse Billy.
–Ok a gente vai lá depois– disse Luclock.
–Então vamos estou muito cansada– disse Carol.
–Eu vou acompanhar vocês– disse Billy.
Mas quando eles saem do hospital, a polícia os esperava, junto com os fotógrafos e jornalistas do Jornal Rune-Midgard e atrás deles um cordão de isolamento e a multidão curiosa.

Lupe89
Super Aprendiz
Super Aprendiz

Mensagens : 39
Data de inscrição : 07/07/2010
Idade : 28
Localização : Recife

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

7º e 8º capítulo

Mensagem por Lupe89 em Sex Set 17, 2010 2:01 pm

Capítulo 7 – Um espiritualista especial

Rachel, 14h45min da tarde

Numa tarde ensolarada acontece um tumulto em frente ao hospital de Rachel, Billy, Carol, Gabriel, Luclock e Maeho não esperavam que a polícia, fotógrafos e jornalistas do Jornal de Rune-Midgard estivessem na frente do hospital. Sete policiais se aproximaram e um deles disse:
–Agora vocês não vão mais escapar daqui, vocês três estão presos.
Ele apontou pra Carol, Gabriel e Luclock e pediu pra que os outros policiais os algemassem. Um policial ficou segurando e o outro colocou as algemas em cada um dos três.
Os policiais levaram os três pra o furgão, mas quando andavam, os jornalistas ficaram fazendo perguntas, mas eles não quiseram responder, os fotógrafos ficaram tirando várias fotos usando flash. Maeho correu e ficou na frente e o policial disse:
–Saia da frente mago, ou você quer ir com eles?
–Eu não vou sair, solte eles agora, eles não fizeram nada– disse Maeho.
–Me diz um motivo pra que eu os solte– disse o policial.
–Eles salvaram minha vida na caverna de gelo– disse Maeho.
Quando disse isso, o povo se calou e um deles disse:
–É O MAEHO, ELE ESTA VIVO.
Os fotógrafos mudaram o alvo, em vez de tirar fotos dos três que estavam sendo algemados, eles foram tirar fotos de Maeho. O policial disse:
–Ok, mas vai explicar isso na delegacia, vamos embora.
Ele pede pra os outros colocarem os três no furgão e os policiais entraram juntos. O policial que é o líder foi ficar ao lado do puxador que tinha as rédeas e o puxador deu uma batida pra os Peco-Pecos se movimentarem e eles foram pra delegacia de Rachel.
Maeho ficou sendo fotografado e os jornalistas ficavam perguntando pra ele:
–Como foi que você ficou congelado? O povo daqui diz que foi por causa daquele alquimista e do irmão dele que é um caçador– diz um jornalista.
–É mentira eu fui congelado pelo MVP Ktullanux– respondeu o mago.
–E porque você convive com a lutadora e o bardo? Eles são cúmplices de um assassinato do presidente de Lighthalzen– diz uma jornalista.
–Eles me contaram sobre isso, mas eles são inocentes, o presidente queria matar o mago porque ele é neto do presidente– respondeu Maeho.
Billy foi empurrando os jornalistas e fotógrafos até chegar em Maeho que pega pelo ombro e diz:
–Vamos pra delegacia agora.
–Vamos, já não estou agüentando ficar aqui com esses fotógrafos e jornalistas– disse Maeho.
Os dois foram correndo pra delegacia de Rachel e os fotógrafos, jornalistas e a multidão foram atrás.

Delegacia de Rachel, 15h15min da tarde

Billy e Maeho entraram correndo na delegacia, o ferreiro pede pros policiais barrarem os outros que vinham atrás deles, e eles fizeram.
Dentro da delegacia, eles foram apresentados para o delegado, o policial diz:
–Aqui estão delegado, os dois cúmplices pela morte do presidente de Lighthalzen e o alquimista que congelou o mago na caverna de gelo.
–ESPERA AEEE!– gritou Maeho entrando com violência na sala do delegado.
–O que é isso?– disse o delegado.
–Me desculpe senhor, eu tentei segura-lo, mas ele foi impulsivo demais– disse o segurança.
–Solta eles, os três me salvaram da caverna de gelo– disse o mago.
–Então você é aquele mago que esse alquimista aqui te congelou?– perguntou o delegado.
–Sim eu sou, mas não foi ele que me congelou, foi um bruxo– respondeu Maeho.
–Como é que é? Não foi esse alquimista? Mas o povo esta falando que foi ele e o irmão dele que é um caçador e, aliás, cadê esse caçador?– perguntou o delegado.
–O meu irmão está no hospital porque foi ferido gravemente por um MVP chamado Atroce– respondeu Gabriel.
–E cadê o mago que acompanha vocês dois?– perguntou o delegado a Carol e Luclock.
–Ele também está no hospital– respondeu Carol.
–Ele usou todo o seu poder pra derrotar o MVP Ktullanux– disse Maeho.
–Tem alguma prova disso?– perguntou o delegado.
–Esta bem aqui– disse o mago pegando a carta do MVP Ktullanux que quando mostra ao delegado e aos policiais eles ficaram de boca aberta.
Depois de alguns minutos de boca aberta o delegado disse:
–Leve eles pra cadeia, vocês ficarão uma semana lá, depois vamos fazer o julgamento, e não se preocupem, quando os dois receberem alta, eles vão se juntar a vocês.
–Não se preocupe, eu e o Billy vamos fazer de tudo pra tirar vocês da cadeia– disse Maeho quando os policiais passaram por ele levando os três.
Os três respondem sim com a cabeça e eles foram levados pra prisão de Rachel.

Prisão de Rachel, 15h45min da tarde

Quando chegaram à cadeia, a prisão era diferente do que todas as prisões era uma prisão decorada e grande.
–Poxa, eu pensava que fosse aquelas prisões fechadas e menos espaçosas com seis camas– disse Carol quando entrou na cadeia.
–Eu também pensava nisso– disse Luclock entrando na cadeia.
–É que aqui o pessoal queria achar uma maneira de acabar com essa prisão que todos pensavam pra deixar ela decorada e mais espaçosa– disse Gabriel.
–E eles pensaram nesse luxo todo aqui?– perguntou Carol.
–Sim minha cara lutadora taekowndo– respondeu uma voz.
–Quem disse isso?– perguntou Carol.
–Acho que tem mais alguém aqui além da gente– disse Luclock.
–Quem é que esta aí apareça– disse Gabriel alto.
–Calma, não precisa gritar, já estou indo ae– disse à voz que aparece, era um espiritualista de cabelo curto e de olhos de cor castanho escuro.
–Um espiritualista? Aqui preso? Isso é novidade pra mim– disse Luclock.
–Eu sei quem são vocês, você alquimista se chama Gabriel e foi preso injustamente por que não foi você e nem o seu irmão Rafa que congelou o mago Maeho– disse o Espiritualista.
–HÃ?! COMO É QUE VOCE SABE DISSO?– perguntou Gabriel gritando atônito.
–Eu simplesmente sei– responde o espiritualista que continua– e você é a lutadora Carol e o bardo Luclock, vocês são cúmplices por ter ajudado o mago Lupe a matar o presidente que é o avô dele, mas vocês são inocentes e descobriram que há alguma coisa errada com o Lupe, estou certo?
Quando ele disse isso, os dois ficaram atônitos e se olharam de boca aberta e olhos arregalados e pensaram ao mesmo tempo:
–Como é que ele sabe disso, ele é um vidente?
–Me desculpem se eu assustei vocês, eu também fui preso injustamente porque o povo fala que eu sou feiticeiro como vocês dois falaram pela mente.
–O QUE? VOCE CONSEGUE LER MENTES TAMBÉM?– perguntou Carol gritando.
–Ah me desculpe, é que eu sou um espiritualista muito diferente dos outros, eu sou especial e acabei tendo esse dom de ler mentes e de visualizar o passado das pessoas quando eu a vejo– disse o espiritualista.
–Você esqueceu de dizer o seu nome, já que você sabe os nossos– disse Luclock.
–O meu nome é Ewertton, tenho 22 anos é um prazer conhecê-los e mais uma vez me desculpem– disse o espiritualista que tira uma cápsula do bolso que aperta e joga no chão.
–Que cápsula é essa?– perguntou Carol.
A pergunta de Carol foi respondida apenas com a explosão de fumaça, os três tossiram, a fumaça sumiu e apareceu um piano com um banco de cor preta.
–Quer dizer que nessa cápsula tinha um piano?– perguntou Luclock.
–Foi o meu pai que deu pra mim antes de eu começar a viajar pelo mundo, ele trabalha nisso fazendo com que objetos se convertam em cápsulas pra gente levar onde quiser– disse Ewertton se sentando no banco ficando em frente ao piano.
–Poxa que legal, e por isso ele te deu um piano?– perguntou Gabriel.
–Sim Gabriel, com ele eu posso ficar tocando músicas pra relaxar, viajar pela melodia, acalmar a alma e tirar os males de dentro de mim– disse o espiritualista.
–E quando é que você vai ser executado?– perguntou Carol.
–No dia 2 de abril de 2010, eles não gostam de mim porque eu sou diferente e que eu seria um problema se eu continuar vivo– disse Ewertton começando a chorar.
Carol foi se sentar no banco perto de Ewertton e consolou passando a mão na cabeça dele.
–Não fique assim, nós vamos fazer com que você não seja executado.
–Eu agradeço o consolo, mas isso não será possível, eu já estou marcado pra morrer– respondeu o espiritualista chorando e começa tocar o piano.

Melodia que Ewertton toca: Holding My Thoughts In My Heart (Final Fantasy 7 – CD1)

–Que melodia linda você toca– disse Carol.
–Bem, é como eu disse, eu toco pra relaxar, viajar pela melodia, acalmar minha alma e tirar os males dentro de mim– disse Ewertton que continua tocando e começa a fechar os olhos.
–Eu sinto que estou viajando mesmo, pela melodia, é tão profunda– disse Carol fechando os olhos.
–Eu também, que melodia boa– disse Gabriel fechando os olhos.
–Eu também estou gostando da melodia– disse Luclock que fecha os olhos.
Por causa da melodia eles começam a sonhar, eles aparecem flutuando no espaço e várias notas musicais passam por eles.
–Poxa que lindo, parece que a gente esta no mundo dos sonhos– disse Carol flutuando.
–É verdade, mas agora só vemos as notas musicais passando por nós e a imagem do espaço sideral– disse Gabriel flutuando.
–Vai me dizer que esse piano é mágico não é Ewertton?– perguntou Luclock flutuando.
–Se você diz que é, eu acredito que seja também– disse Ewertton que toca o piano flutuando .
–Sabe por que eu pergunto isso, porque quando eu toco meu violão de repente parece que as pessoas cantam– disse Luclock.
– Comigo isso acontece também, mas o cenário é no mundo dos sonhos e não no cenário real– disse Ewertton que continua tocando.
–Deve ser emocionante ver isso– disse Gabriel.
–Poderia me contar como você teve esse dom e porque você foi preso?– pergunta Carol.
–Tudo bem eu conto, eu levava uma vida normal, sendo um aprendiz, depois eu me tornei um lutador taekowndo igual a você, mas na adolescência eu descobri esse dom de ler mentes e vê pela alma das pessoas o passado delas e acabo falando o futuro, baseando pelo passado da pessoa e algumas delas deram certo– disse Ewertton.
–Mas tipo, porque você foi preso?– disse Luclock.
–Porque eu acabava falando demais, e bem chegou uma pessoa muito conhecida por aqui por Rachel e queria que eu dissesse o futuro e bem acabei falando o passado misterioso dessa pessoa que ninguém sabia e ele me denunciou, me chamou de bruxo, o povo apoiou ele, disse que sou um demônio que não deveria ter existido e acabei aqui, fui preso com 18 anos– responde Ewertton.
–Quer dizer que você esta 4 anos aqui?– perguntou Gabriel.
–Sim, alquimista Gabriel– disse o espiritualista.
–E você disse que vai ser executado no dia 2 de abril, não é?– pergunta Rafa.
–É eu já fiquei tempo demais aqui, agora eles querem que eu deixe de existir, pelo bem da cidade de Rachel, mas eu não fiz nada– disse o espiritualista.
–Não se preocupe, como eu disse antes nós vamos fazer de tudo para que você não seja executado– disse Carol.
–Vem vindo alguém, vou parar de tocar e assim que parar, vocês irão acordar– disse Ewertton que para de tocar e eles desaparecem do mundo dos sonhos.
Eles acordam e Carol disse:
–Poxa eu gostei dessa viagem, muito obrigada Ewertton, estou começando a gostar de você.
–Eu também, você não é o tipo que essas pessoas acham que você é– disse Gabriel.
–Eu sinto que vocês foram sinceros ao falarem isso– disse Ewertton.
–Isso mesmo, e o Lupe vai gostar de conhecer você– disse Luclock.
–É verdade, Ewertton eu quero que você ajude o Lupe, descubra o porquê ele esta agindo assim– disse Carol que pega nas mãos do espiritualista e se ajoelha– por favor, eu te peço, ajude o meu namorado.
–Depois dessa sinceridade de vocês, eu ajudo sim, não se preocupe– disse Ewertton que passa a mão na cabeça de Carol.
–AH OBRIGADA– grita Carol que se levanta e abraça Ewertton chorando.
–Vamos dar um abraço coletivo no espiritualista, Gabriel?– perguntou Luclock.
–Vamos agora que ele tem amigos, ele merece– disse Gabriel e os dois foram abraçar também.
Ewertton sentia uma aura de bondade nos três que o abraçavam e começa a chorar.
–Muito obrigado por serem os meus amigos, eu nunca tive amigos assim em toda a minha vida.
Eles pararam de abraçar quando ouviram batidas na porta de metal e um policial entrou.
–Vejo que vocês gostaram da cela e conheceram esse espiritualista doido.
–Aqui é confortável, tem camas, sofá, muito bonito– disse Carol.
–Ok, eu vim aqui avisá-los que os seus amigos que estão no hospital vão receber alta daqui a dois dias– disse o policial.
–Ah que bom que o meu irmão vai ficar melhor– disse Gabriel.
–E o meu namorado também– disse a lutadora taekowndo.
–E você espiritualista doido, não está fazendo nada com eles né?– perguntou o policial.
–Não estou fazendo absolutamente nada, eles nem estão feridos– disse Ewertton.
–Ta bom, o recado esta dado– disse o policial que fecha a porta de metal e tranca por fora.
–Ele tenta me ameaçar, mas não consegue, eu sei que ele tem medo de mim– disse Ewertton.
–Eu sei que eles vão estranhar você Ewertton, mas vai com calma, ok?– perguntou Gabriel.
–Sim, eu sei, já estou acostumado com essas estranhezas– disse o espiritualista.
E assim eles passam os dois dias conversando e escutando as melodias que o bardo e o espiritualista tocam.


Capítulo 8 – Descobrindo a verdade

Dois dias depois...
Rachel, 07 de março de 2009, 11h10min da manhã


Lupe e Rafael receberam alta, mal saem do hospital que a polícia aparece e pega os dois.
–O que é isso a gente não fez nada– disse Rafael se debatendo, mas foi em vão, os policiais seguraram e colocaram as algemas.
–Acho que eles nos esperavam sair do hospital– disse Lupe depois que os policiais colocaram as algemas e tomaram o cajado dele.
–Como assim?– perguntou o caçador.
–Os outros foram presos, e só faltava a gente– respondeu Lupe.
–Bem que sua namorada disse que você tem o dom de prever as coisas– disse Rafa.
Eles foram levados para o furgão e foram direto pra prisão de Rachel.

Prisão de Rachel, 11h25min da manhã

Os policiais levaram Lupe e Rafa até a cela onde estão os outros, eles se impressionaram com o corredor enorme.
–Caramba esse corredor é enorme, imagina as celas– disse Rafa.
–As celas são decoradas, parece que isso é um condomínio de casas– disse Lupe.
Os policiais que levavam os dois ficaram impressionados e falaram baixinho.
–Como é que ele sabe disso?– disse um que está atrás do outro policial que levava Rafa.
–Eu não sei, mas ele deve ter o mesmo dom do que aquele espiritualista doido– disse o outro policial que está atrás do outro policial que levava Lupe.
Minutos depois eles chegaram à cela onde Carol e os outros estão. Quando entraram eles foram recebidos por Carol, Luclock e Gabriel.
–Lupe meu amor que bom que esta bem– disse Carol que abraça e beija Lupe na boca.
O policial fecha a porta de metal e tranca do lado de fora.
–Valeu a pena você usar suas últimas forças pra nos tirar da caverna de gelo– disse Luclock que pôs a mão no ombro de Lupe abraçando de lado.
–Eu estou bem melhor e deveria agradecer a Maeho por ter descongelado vocês– disse Lupe.
–Nós já agradecemos a ele, e pediu pra agradecer a você– disse Luclock.
–Ah meu irmão eu fiquei preocupado, pensei que você fosse morrer– disse Gabriel que abraça forte o irmão.
–Mas eu não morri, eu estou aqui vivo pra você me abraçar e querer me bater, eu sei que você estava com saudades disso– disse Rafa.
–Ah deixa de ser idiota, Rafa– disse o alquimista.
Ewertton sai do banheiro e vê a comemoração dos três ao receberem Lupe e Rafa. Carol percebe e diz pros dois.
–Lupe e Rafa, quero que conheçam Ewertton, ele é um espiritualista especial.
–Como assim especial?– perguntou Rafa.
–Bem é que ele... – diz Carol, mas é interrompida por Ewertton.
–Deixa que eu falo Carol, obrigado– e se vira pra Lupe e Rafa– respondendo a sua pergunta Rafa o caçador, eu sou especial porque eu tenho dons, eu vejo o passado das pessoas, leio mentes e prevejo o futuro.
–Tem certeza? Se for pode ver o meu passado e adivinhar o que eu estou pensando?– perguntou Rafa.
–Com certeza, você e seu irmão nasceram aqui em Rachel, vocês brigavam direto aí conheceram o Maeho e se tornaram amigos de infância até vocês terem a idéia de se aventurar nas cavernas de gelo onde o seu amigo foi congelado– disse Ewertton o passado de Rafa.
–E adivinhar o que eu estou pensando?– perguntou Rafa.
–Que você se acha o tal e esta me chamando de doido– respondeu o espiritualista.
–Nossa ele lê mentes mesmo, me desculpe ter te chamado de doido, não faça nada de ruim comigo, por favor– disse o caçador.
– Calma eu não vou fazer nada com você, eu já estou acostumado com os policiais me chamarem de doido– disse Ewertton.
–Ah ta, obrigado– disse Rafa que depois fala em pensamento– que medo.
Ewertton agora olha pra Lupe ele se impressiona e diz:
–Lupe, o mago, estou vendo o seu passado, é muito triste de doloroso, os seguranças do seu avô matou os seus pais e graças a Necronx, Wampi, a uma senhora que vive na rua e a Lily, você é hoje um mago e arrumou um monte de amigos.
Lupe se impressiona e diz:
–Você sabe de tudo mesmo né? Então você deve saber por que o meu mestre vive fazendo eu matar monstros e pessoas como o meu avô, não é?
–Sim, mas não vai ser nada agradável pra você, você quer mesmo saber?– perguntou o espiritualista.
–Sim, eu quero, estou preparado– respondeu o mago.
–Esse caminho da verdade que ele fala, não é o caminho pra você aprender as coisas e se tornar forte, ele estava te usando o tempo todo– disse Ewertton.
Lupe fica chocado ao saber disso.
–Então o que a Poly disse pra mim é verdade– diz o mago se lembrando do que ela disse:

Depois que virou um mago você sempre foi manipulado por Mephysto, você faz tudo o que ele manda, até parece um cachorro e ele é o seu dono– disse Poly que riu sarcasticamente.

– eu não posso acreditar– Lupe coloca as mãos na cabeça e vai pra o sofá– esse tempo todo eu fui um boneco, um cachorro, UMA MARIONETE– ele bate várias vezes no sofá e grita de raiva.
Os outros se impressionam, Carol e Luclock foram pra perto de Lupe.
–Amor, por favor, para com isso você vai estragar o sofá– disse Carol segurando uma das mãos.
–É cara não adianta você fazer isso, por favor, pare– disse Luclock segurando uma das mãos.
Lupe chora e diz:
–Porque mestre, porque você fez isso comigo mestre Mephysto.
Ewertton se aproximou de Lupe, que estava chorando ajoelhado em frente ao sofá sendo segurado por Carol e Luclock, ele se ajoelha e diz:
–Eu sinto muito Lupe em ter que dizer isso, mas é a pura verdade.
Lupe se acalmou e os dois soltaram os braços do mago.
–Eu sinto que a sua alma ainda tem bondade, mas por causa dele a sua alma esta sendo possuída por um ser maligno, e ele não tem culpa, o seu mestre também esta sendo possuído– disse Ewertton.
–Ele também está sendo possuído? Por quem?– perguntou Lupe.
–Pelo Senhor das Trevas– responde Ewertton.
Depois que o espiritualista disse isso, o povo se calou minutos depois Lupe disse:
–O MVP de Glast Heim o Senhor das Trevas, esta usando o meu mestre? Por que ele faria isso?
–Pra ele ficar mais forte, e pelo que vejo pela sua alma que esta ligada a do Mephysto, o Senhor das Trevas pediu pra que o seu mestre usasse você pra coletar as almas que serviam pra fortalecê-lo– disse o espiritualista.
–Então a alma de Doppelganger, a de Osíris e a do avô de Lupe são as almas que ele queria?– perguntou Carol.
–Exatamente Carol, o orgulho do Doppelganger, a ira de Osíris e a ambição do Arthur são as almas essenciais pra fortalecer o Senhor das Trevas– disse Ewertton.
–Então era por isso que o Lupe agia de modo estranho todo esse tempo, agora faz todo o sentido– disse Luclock.
–Poxa que história eu acabo de ouvir– disse Rafa.
–E pelo jeito a missão de vocês vai ser derrotar o Senhor das Trevas– disse Gabriel.
–Mas ele não esta realmente forte, ainda falta quatro almas– disse Luclock.
–Na verdade falta três almas, ele matou aqueles dois arruaceiros e o mercenário e eles tinham a mesma alma, a inveja– disse Ewertton.
–O que? Aqueles três que estavam lá em Morroc que despertaram o Amon Rá e Osíris?– perguntou Carol.
–Sim são eles– respondeu o espiritualista.
–Ah que ótimo, a gente vai passar o resto da vida aqui, e nem podemos avisar os outros sobre isso– disse Lupe.
–Calma meu amor a gente só vai passar uma semana aqui, e depois nós vamos ser julgados, e pelo que Maeho e Billy falaram, vão convencer os juízes a reduzirem a nossa pena– disse Carol.
–Nós também, assim que formos inocentes desse caso– disse Rafa.
–Isso mesmo irmãozão– disse Gabriel.
Os cinco comemoraram, mas o espiritualista ficava só olhando a felicidade deles. Os cinco olharam pra ele e Rafa disse:
–O que esta olhando venha comemorar com a gente, agora você é nosso amigo.
Ewertton olha pra eles e vê que alma deles brilha de cor azul, mas a de Lupe ainda tinha um pouco de cor vermelha. O espiritualista diz:
–Obrigado por vocês me colocarem nesse laço de amizade, eu digo e repito, eu nunca tive amigos assim em toda a minha vida.
Lupe foi abraçar Ewertton e disse:
–Muito obrigado por você descobrir a verdade, agora eu sei qual o caminho da verdade que eu devo seguir.
–Que bom que descobriu esse falso caminho da verdade que seu mestre queria que você seguisse– disse Gabriel.
–Ah isso merece abraço coletivo, não merece?– perguntou Luclock.
–E como merece, VAMOS DAR UM ABRAÇO COLETIVO– disse Carol que depois gritou.
E teve um grande abraço coletivo que só eles sabem fazer.


Última edição por Lupe89 em Sab Nov 20, 2010 1:26 am, editado 2 vez(es)

Lupe89
Super Aprendiz
Super Aprendiz

Mensagens : 39
Data de inscrição : 07/07/2010
Idade : 28
Localização : Recife

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

9º e 10º capítulo

Mensagem por Lupe89 em Sex Set 17, 2010 2:51 pm

Capítulo 9 – Dizendo a verdade para Billy

Prisão de Rachel, 08 de março de 2009, 12h 30min da tarde

O grupo acordou tarde e eles nem tomaram café, eles foram logo receber almoço dos policiais que entraram na cela.
–Almoço do dia: arroz, carne de Vento da Colina empanada e feijoada de Brasilis com suco de uva– disse o policial trazendo o almoço pra os seis numa quentinha com garfo e faca.
Depois que eles entregaram as quentinhas para os seis, eles saíram trancando a porta de metal do lado de fora.
–Eu estou tão ansioso pra que chegue logo esse dia, pra ficar livre– disse Rafa.
–Era bom que o Billy e o Maeho visitassem a gente– disse Gabriel.
Eles escutaram batidas na porta, um policial apareceu e disse:
–Tem visita pra vocês cinco, menos pra você espiritualista doido.
–Eu já até sei quem são, são aqueles seus amigos, o mago Maeho e o ferreiro Billy– disse Ewertton.
–Eu também suponho que sejam eles que vieram nos visitar– disse Lupe.
–Vocês dois com esse dom ae, num sei não heim?– disse Rafa brincando.
–Mas só tem que ir duas pessoas, não pode ser os cinco– disse o policial.
–Eu quero muito falar com o Maeho– disse Gabriel.
–E eu quero falar com o Billy, eu sei que ele quer tanto falar comigo– disse Lupe.
–Lupe, pega leve com ele, foi difícil eu falar pra ele sobre a sua história e de você se envolver com o pai dele– disse Carol.
–Vai ser difícil pra ele eu dizer a verdade, mas ele precisa saber disso– disse o mago.
–Então boa sorte, cara– disse Luclock dando uma batidinha nos ombros de Lupe.
–Irmãozinho, fala pra Maeho se ele já conversou com o advogado toda a história dele– disse Rafa.
–Sim irmãozão eu vou perguntar a ele– disse Gabriel.
–Boa sorte pra vocês dois– disse Ewertton.
–Obrigado– disseram Gabriel e Lupe que saíram da cela.
Os dois foram acompanhados por dois policiais, um ficava na frente e outro atrás e o da frente foi guiando os dois até duas salas onde tinha uma mesa e duas cadeiras. Maeho e Billy os esperavam dentro da sala, Gabriel entrou na primeira sala onde Maeho está e Lupe entrou na sala onde Billy está, eles se sentaram ficando frente a frente.
Dois policiais um entrando em cada sala disseram a mesma coisa:
–Vocês têm uma hora, nem um minuto a mais.
Eles saem fechando a porta de metal das salas ao mesmo tempo.
Na primeira sala, Gabriel começa a falar:
–E então Maeho já contou tudo pro advogado?
–Sim Gabriel, eu contei ele disse que vai nos ajudar– disse Maeho.
–Quanto a nossa situação esta tudo bem, mas não sei como vai ser a situação de Lupe, Carol e Luclock– disse o alquimista.
–Eu contei pro advogado sobre a situação deles, e disse que há chances pra que a pena deles seja reduzida, por que eles ajudaram vocês a me libertar e derrotar o MVP– disse o mago.
–Ah que bom, tomara que eles fiquem livres– disse Gabriel.
–Mas tem um problema.
–Qual?
–Marlos o filho do presidente e tio de Lupe, vai querer que os três passem no mínimo 10 anos, na cadeia– disse Maeho.
–Filho de peixe, peixinho é, ta sendo ambicioso igual ao pai, pelo amor de Deus– disse Gabriel.
–Nós quatro– Maeho pega a mão de Gabriel e aperta– eu, você, o seu irmão e o nosso advogado, vamos fazer de tudo pra que eles fiquem por menos tempo na cadeia, não 10 anos.
–Isso mesmo, mas você num sabe de uma coisa.
–O que?
–Tem um companheiro de cela, que é um espiritualista chamado Ewertton, ele é especial, tem dons e ele contou a verdade pra o Lupe, todos nós ficamos chocados– conta Gabriel.
–Sério? Me conta mais disso– disse Maeho que Gabriel ficou contando tudo.
Na outra sala Billy e Lupe estão sentando um de frente pro outro. Billy começa a falar:
–Você é o Lupe, não é?
–Sim Billy sou eu, pode começar a perguntar, estou pronto pra responder– disse Lupe.
O ferreiro pôs as mãos na mesa fechadas uma com a outra e disse:
–Antes de eu começar a perguntar, em primeiro lugar queria agradecer por ajudar Rafa e Gabriel a libertar o Maeho do gelo.
–Bem é que eles queriam a nossa ajuda e fomos até lá ajudar a quebrar o gelo em que Maeho estava– disse Lupe.
–E Maeho me mandou agradecer por você ter dado a carta do MVP Ktullanux pra ele, ajudou em muita coisa e ele finalmente foi rever os pais depois de muito tempo congelado– disse o ferreiro.
–Que bom, agora que ele esta feliz– disse o mago.
–Pois bem, agora quero saber onde você conheceu o meu pai?
–Eu era criança tinha 11 anos eu era um menino de rua, vivia nas ruas de Prontera pedindo esmola, até que um dia três gatunos apareceram e me agrediram, pegaram os meus Zenys, zoaram da minha cara.
–Poxa que história triste, continue– disse Billy.
–Bem, depois desse acontecimento, uma sacerdotisa chamada Lily apareceu, curou-me dos ferimentos e me ajudou a ser um aprendiz.
–É bom ter sacerdotes ajudando os outros.
–Mas quando eu estava na estalagem dormindo, o seu pai apareceu no meu sonho e me disse uma coisa– disse Lupe se lembrando do que o mestre disse:

Eu sou aquele que diz a verdade, eu vi o seu sofrimento e sua vida, se você for escolher uma profissão escolha com o coração, não por vingança.

–Depois disso eu acordei, pensando que ele me deu uma dica boa e sábia, foi aí que eu me decidir me tornar um sábio que nem o seu pai– continuou Lupe.
–Eu não sabia que o desgraçado meu pai fazia isso, de querer entrar nos sonhos das pessoas– disse Billy começando a ficar com raiva.
–Bem depois que eu fiz o teste final e disse pro Jason que queria ser um mago, ele me teleportou pra Geffen e foi lá que eu me encontrei com o seu pai pessoalmente e ele me ajudou a me tornar um mago.
–Nossa até que enfim ele fez uma coisa boa– disse Billy olhando pro teto.
–Mas depois que eu me tornei um mago ele me ajudou a treinar e aperfeiçoar as magias, e ele me levou pra casa de vocês.
–O que? Ele te levou pra minha casa?– perguntou Billy atônito.
–Sim, ele me mostrou tudo e mostrou até a foto de vocês– Lupe começa a lembrar do dia em que Mephysto levou pra casa dele:

Onde eles estão mestre?– pergunta Lupe olhando pra foto que esta ele, a esposa, Billy e Kimberly.

Infelizmente a minha mulher morreu– disse Mephysto que começou a chorar.

Lupe foi consolar Mephysto e perguntou sobre os filhos e Mephysto um pouco mais calmo respondeu:

Eles estão viajando pelo mundo, os nomes dos meus filhos são Billy e Kimberly, eles tinham 20 e 19 anos quando a mãe deles morreu e essa foi à última foto antes da minha esposa morrer.

Poxa que triste mestre.

Depois do enterro eles saíram de casa e nunca mais voltaram e eles estão viajando pelo mundo.

Lupe não conteve as emoções e chorou junto com ele e Mephysto:

Mas agora eu tenho você e vou te ajudar a se tornar um sábio que nem eu.

Obrigado, mestre.

–Ele chorou muito ao falar da sua, ele parecia arrependido– disse Lupe.
–ELE CHOROU? AQUELE DESGRAÇADO SE ARREPENDE POR TER MATADO A MINHA MÃE?– Billy se levanta e tira a mesa jogando na parede– ELE NÃO É O MEU PAI, ELE É UM MONSTRO.
Lupe fica atônito ao ver a expressão de raiva de Billy e fica com medo.
–Me desculpe, mas eu não gosto do meu pai– ele senta na cadeira e põe as mãos na cabeça.
–Eu entendo que você esta com raiva do seu pai– disse Lupe que ao tentar por a mão no ombro dele pra consolá–lo, Billy tira as mãos do rosto e fala chorando de raiva.
–Mas eu vi o meu pai perto da minha mãe morta e cheio de sangue, só tava uma parte do corpo dela, eu nem sei o que foi que aconteceu,aí a minha irmã viu depois, ela chorou e aí nós começamos a discutir e cada um foi pra seu canto, e eu nem olhei mais pra cara do meu pai, a minha irmã também não queria mais olhar pra ele.
Lupe ficou impressionado por ele ter dito isso, o mestre dele matar a própria mãe? Lupe pergunta:
–É sério mesmo? O seu pai, o meu mestre, matou a esposa?
–Sim, é verdade– responde o ferreiro que começa a chorar.
Lupe queria chorar, mas ele tratou logo de dizer uma coisa pior do que essa:
–Billy, eu preciso dizer uma coisa, que eu não sei se é pior do que isso.
–O que você quer dizer com isso?
–Eu descobri a verdade sobre o seu pai– respondeu o mago.
–Como?– pergunta o ferreiro.
–Bem, tem um colega de cela que é um espiritualista, mas ele é especial.
–Como assim especial?
–Ele tem dons, eu mesmo tenho o dom de prever o futuro, não me pergunte como eu tenho que eu não sei como explicar.
–Ta, mas que dons esse espiritualista têm?– perguntou o ferreiro.
–O nome dele é Ewertton, ele dom de ler mentes e de visualizar o passado das pessoas quando a vê pela alma, eu fiquei espantado ao saber do que ele faz, mas ele me fez descobrir a verdade sobre o seu pai– respondeu Lupe.
–E o que ele diz?– perguntou Lupe.
–Você quer mesmo saber? É uma notícia que vai chocar você e a sua irmã que, aliás, eu a vi em Prontera, ela nos ajudou a matar o Besouro Ladrão Dourado– disse Lupe.
–Sim, eu sei a Carol me contou, mas o que foi o que esse Ewertton disse pra você sobre o meu pai?– insiste o ferreiro.
–Isso é pura verdade, o seu pai, o meu mestre ele está ...– Lupe mal consegue falar que começa a chorar.
–Ele está o que– Billy pega Lupe pelos ombros e o balança– me diz? Ele está o que– Billy se desespera.
Lupe chora, mas ele consegue responder chorando:
–Ele esta sendo possuído.
–POSSUÍDO!– Billy fica mais desesperado e volta a chorar– POR QUEM?
–Pelo Senhor das Trevas– responde chorando.
Billy fica impressionado, ele tira as mãos dos ombros de Lupe e põe as mãos na cabeça.
–NÃO PODE SER, ISSO NÃO PODE ESTAR ACONTECENDO, O DESGRAÇADO DO MEU PAI ESTÁ SENDO POSSUÍDO POR UM MVP!
Pela primeira vez Billy já começa a se preocupar com o pai. Lupe continuava chorando ao contar isso pra o ferreiro, não queria ver o desespero do ferreiro, mas ele ouvia.
–AH MEU DEUS, QUE MUNDO CRUEL, O MEU PAI ESTA INDO PRA O CAMINHO DAS TREVAS– disse se ajoelhando e botando as mãos pra cima.
Billy parou de ficar desesperado e olha pra Lupe, que imediatamente olha pro ferreiro.
–Ele fez o que? Qual foi a coisa ruim que ele fez? Ele fez com você?
–Ele me usou, me tratou feito um boneco, ele me fez matar três MVPS e o meu próprio avô– respondeu o mago chorando.
Billy se enfureceu, pegou a cadeira e joga batendo na parede. Escutando o barulho o guarda que ficava do lado de fora abriu, viu Billy em pé chorando de raiva e Lupe sentado e chorando.
–O que esta acontecendo, ele te fez alguma coisa?– perguntou o policial ao ferreiro.
–Calma esta tudo bem, isso foi obra minha, depois eu arrumo– respondeu Billy.
–Ok, só tem mais 10 minutos– disse o guarda.
–Está bem, muito obrigado e me desculpe– disse o ferreiro.
O guarda volta a fechar a porta. Billy olha pra Lupe e diz:
–Por que ele fez isso com você?
–Por que ele queria as almas delas pra que o MVP se fortaleça, ele já tem quatro almas, falta três– respondeu Lupe.
–Então esse Senhor das Trevas, quer as sete almas pra se fortalecer pra depois dominar o mundo?– perguntou Billy.
–Sim, e por causa disso, nós não podemos avisar pros outros– disse Lupe.
–Que outros?
–Os meus amigos, Dudu, Pricea, Lily, Tom, Lila, Fábio, Kain e Tmolo.
–Se quiser eu posso avisar pra eles por você– disse Billy.
–Eles não vão acreditar, tem alguns que estão intrigados comigo– disse Lupe.
–Mas por quê?– pergunta Billy.
Mas antes de Lupe responder o guarda apareceu e disse:
–Acabou o tempo.
–Eu sino muito Billy, só eu, Carol e Luclock vamos contar isso pra eles– disse Lupe.
–Eu e o Maeho vamos fazer de tudo pra que eles reduzam a pena de vocês– disse Billy.
–Obrigado Billy– disse Lupe que sai da sala.
Gabriel também sai da sala onde ele estava conversando com o Maeho e vê que Lupe esta triste.
–O que foi que aconteceu?
–La na cela eu explico tudo pra você e pros outros– responde Lupe.
E eles, acompanhado pelos guardas foram andando até a cela onde os outros estão.


Capítulo 10 – O passado de Mephysto

Prisão de Rachel, 08 de março de 2009, 17h30min da tarde

O sol começava a se por enquanto Gabriel e Lupe estavam chegando à cela onde os outros estão, quando entraram na cela Carol e Rafa chegaram perto deles, ela abraçou e beijou Lupe na boca, Rafa só abraçou o irmão e o caçador pergunta:
–E aí como foi à conversa com o Maeho?
–Foi boa, ele contou tudo pra o advogado sobre a história de como ele foi congelado e de como os três aqui– Maeho olha pra Lupe, Carol e Luclock– ajudaram vocês a me libertar e derrotar o MVP.
–Que bom, mas só faltam quatro dias pra o dia do julgamento– disse Luclock.
Carol percebeu que Lupe estava triste e perguntou:
–O que foi amor? Por que você esta triste?
–Eu contei toda a verdade sobre Mephysto pra Billy– respondeu Lupe de cabeça baixa que foi se sentar no sofá e Carol sentou junto dele.
–Nossa, o Billy deve esta muito triste ao saber disso, percebi escutando o barulho– disse Gabriel.
–Ele estava furioso e triste, ele pegou a cadeira e a mesa, e jogou contra a parede, foi difícil pra ele escutar isso– contou Lupe.
–Nossa eu nem queria estar na pele dele agora, ele deve esta sofrendo muito– disse Rafa.
–Mas é a verdade meus amigos, percebi que a alma de Lupe e a do Mephysto estão ligadas, e acabei vendo o passado dele também– disse Ewertton que se sentou no outro sofá olhando pra eles.
–É mesmo? Eu quero saber Ewertton, por favor, me diz?– disse Lupe para o espiritualista.
–Bem, ele deve ter falado da esposa pra você não é Lupe?– perguntou o espiritualista.
–Sim, ele diz que a ama muito e quando olha a foto dela com os filhos ele chora– responde o mago.
–Bem, acabo de ver usando a sua alma que esta ligada a ele, e pela alma dele que está desesperado, o seu mestre quer ressuscitar a esposa– disse Ewertton.
–Ressuscitar a esposa?– perguntaram todos os cinco em coro.
–Bem o nome dela é Cecília, eles se conheceram quando eram magos, aí eles namoraram, quando viraram sábios eles se casaram e tiveram Billy e depois a Kimberly– contou o espiritualista.
–Poxa que romântico, mas o que aconteceu depois?– disse Carol.
–Depois que Billy se tornou um Ferreiro e a Kimberly uma alquimista, o casal ficou em casa enquanto os filhos saíram, os dois estavam fazendo experimentos, mas uma coisa aconteceu– continuou Ewertton.
–O que aconteceu?– perguntou Lupe.
–Um experimento deu errado, Mephysto estava tentando usar uma nova magia, ele dizia pra ela ser o alvo e que é uma magia fraca, Cecília concordou em ser o alvo já que confia no marido, mas a magia que lançou foi forte que atingiu a barriga dela– contou Ewertton.
–Que horror– disse Carol botando a mão na boca.
–A magia era tão forte que acabou saindo sangue, Mephysto ficou olhando impressionado e depois chorou e se sentou perto da esposa, e foi nessa hora que os filhos chegaram e viram essa cena e nunca mais falaram com o pai– finalizou Ewertton.
–Então agora esta fazendo todo o sentido, deve ser por isso que ele se aliou ao Senhor das Trevas– disse Lupe.
–Exatamente Lupe, era isso aonde eu queria chegar– disse Ewertton.
–O que?– pergunta o mago sem entender o que o espiritualista disse.
–Bem estou vendo imagens dele conversando com o MVP– disse o espiritualista que olha as imagens, vendo a alma de Lupe que está ligada a Mephysto.
Ele vê Mephysto conversando com o Senhor das Trevas que está sentado no trono totalmente fraco sem mexer os braços, mas conseguia falar e ele diz:

Se você quer ver a sua esposa viva de novo, terá que me ajudar a ficar mais forte.

Eu farei isso Senhor das Trevas, por favor, faça com que a minha esposa viva de novo pra ter de volta o amor dela e dos meus filhos– disse Mephysto chorando.

Eu vou fazer isso, só se você fizer tudo o que eu disser– disse o MVP.

Eu irei fazer tudo o que você disser mestre– disse o bruxo desesperado.

Depois de ver as imagens que somem, Ewertton conta o que viu pra Lupe e os outros, o mago diz:
–Então era isso, agora esta fazendo todo o sentido, então ele não só me manipulou como manipulou a Poly, o Jerry e o Rokusho.
–Porque os três tinham a alma da inveja, e o Senhor das trevas juntou essas três almas pra ficar em um só– disse o Espiritualista.
–Eu estou impressionada com essa história, então isso será a nova missão a partir de quando nós sairmos daqui– disse Carol.
–Eu também quero ir, nós precisamos avisar pros outros, nós vamos implorar pra que eles voltem a falar com a gente– disse Luclock.
–Bem eu até queria ir ajudar vocês, mas depois que eu e Gabriel sairmos daqui, nós iremos pra Veins– disse Rafa.
–É verdade, é que vamos nos aventurar e temos alguns amigos por lá– disse Gabriel.
–Então boa sorte pra vocês, já que eu estou prestes a ser executado– disse o espiritualista.
–Eu tive uma idéia, quando nós sairmos daqui, nós vamos convencer ao Billy pagar pra você sair daqui e viajar com a gente– disse Carol.
–Eu concordo você vai ser de grande ajuda– disse Luclock.
–Sério? Querem que eu vá viajar com vocês?– pergunta o espiritualista.
–Sim, nós queremos que você seja mais um integrante do nosso grupo– respondeu Lupe.
–Ah, obrigado nem sei como agradecer– disse Ewertton.
Eles escutaram batidas na porta e o policial diz:
–JANTAR.
–Bem vamos jantar depois a gente conversa mais– disse Rafa.
E eles esperaram os policiais deixarem a janta pra eles.


Última edição por Lupe89 em Sab Nov 20, 2010 12:21 am, editado 1 vez(es)

Lupe89
Super Aprendiz
Super Aprendiz

Mensagens : 39
Data de inscrição : 07/07/2010
Idade : 28
Localização : Recife

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

11º e 12º capítulo

Mensagem por Lupe89 em Sex Set 17, 2010 3:01 pm

Capítulo 11 - Sempre em minha mente

Prisão de Rachel, 08 de março de 2009, 23h00min da noite

Depois que o grupo jantou Rafa, Gabriel e Luclock dormiram apenas Ewertton, Carol e Lupe estavam acordados e o espiritualista diz:
–Eu acredito em que Maeho e Billy reduzam a pena de vocês três
Ele olha pra Luclock que dorme e depois volta a falar com os dois.
–Mas eu creio que o meu fim está próximo, acho que vocês não vão conseguir fazer com que eles me tirem daqui.
Ele começa a chorar e Carol consola:
–Não chore Ewertton, por favor.
Ela alisa os cabelos do espiritualista.
–É cara você ajudou muita coisa– disse Lupe botando a mão no ombro direito do espiritualista.
–Sim o meu namorado tem razão, nós vamos fazer de tudo pra que você saia e que viaje com a gente, não importa o que os outros pensem de você, nós gostamos de você do jeito que é– disse Carol.
–Concordo com ela eu, por exemplo, como você viu pela minha alma, eu era um menino de rua, sempre era rejeitado como aquele dono da estalagem de Prontera e graças a Lily hoje eu sou um mago, mas ainda tem gente que me chama daquele apelido que me irrita, mas vou começar a me acostumar com isso– disse o mago.
–Mas Lupe, eu até queria ir com vocês pra ajudar, mas eu já estou marcado pra morrer e vai ser no dia 02 de abril de 2010– disse o espiritualista chorando.
–Você não vai morrer– disse o mago com firmeza apertando um pouco a mão no ombro do espiritualista que ele parou de chorar.
–Isso mesmo, tomara que de certo a gente ficar um ano aqui depois que eu, Lupe, Luclock, Rafa e Gabriel sairmos nós vamos fazer de tudo, de tudo mesmo pra você sair– disse Carol botando a mão no ombro esquerdo.
Ewertton volta a chorar e diz:
–Me desculpem, é que às vezes eu choro de preocupação e eu achava que vocês não me queriam mais, e fico tendo pesadelos de eu estar em Nifheim, vagando como alma solitária e minha alma acabaria sendo morta pelo Senhor dos Mortos porque minha vida foi triste.
–Não chore mais, por favor, eu também passei por momentos dolorosos e graças a minha namorada e os meus amigos eu estou aqui pronto para o que der e vier– disse Lupe que beija a namorada na boca.
–Gostaria que você tocasse uma melodia no piano, isso vai te acalmar– disse a lutadora taekowndo.
–Eu vou tocar– disse Ewertton que tira a capsula e joga, a capsula explode e aparece o piano e ele toca.

Melodia que Ewertton toca: Ashita Ni Mukatte ( de Yu yu Hakusho)

–Que melodia linda Ewertton, isso faz nos sentir calmos– disse Carol.
–Carol enquanto ele toca pra se acalmar, eu quero falar uma coisa com você– disse Lupe baixinho.
Eles foram pra um canto da cela e ele diz:
–Você ficou preocupada comigo, enquanto eu estava internado?
–Sim amor eu fiquei, achei que você e o Rafa iriam morrer– respondeu Carol que ele abraça ela.
–Enquanto eu estava inconsciente, eu ficava pensando em você direto isso me acalmava.
–Sério amor? Ah que bom– ela dá um beijo na boca de Lupe.
–Porque você sempre estará na minha mente, mesmo que antes eu tinha alguns problemas você estava lá pra me ajudar– disse Lupe que começa a chorar.
–Que bom que você pensa assim, você é meu namorado te ajudarei em tudo– disse Carol que começa a chorar também.
–Estou escutando vocês falarem, isso soa com uma bela canção– disse Ewertton que começa a tocar.
–Escute o que eu vou cantar querida– disse Lupe.
–Ok amor– disse Carol.
Tem início mais um MOMENTO MUSICAL.

MOMENTO MUSICAL

Música: Always On My Mind – Pet Shop Boys
Quem canta: Lupe
Tem a letra e a tradução


Lupe começa a cantar olhando pra Carol

Maybe I didn't treat you (Talvez eu não tenha tratado você)
Quite as good as I should (tão bem quanto deveria)
Maybe I didn't love you (talvez eu não tenha te amado)
Quite as often as I could (tão frequentemente quanto deveria)
Little things I should have said and done (Pequenas coisas que deveria ter dito e feito)
I never took the time (Eu nunca separei um tempo para isso)

Lupe pega nas mãos dela e canta

You were always on my mind (Você sempre esteve em minha mente)
You were always on my mind (Você sempre esteve em minha mente)

Ele solta e volta a cantar

Maybe I didn't hold you (Talvez eu não tenha te abraçado)
All those lonely, lonely times (Em todos aqueles momentos solitários)
And I guess I never told you (E eu acho que nunca te disse)
I'm so happy that you're mine (Que sou feliz por você ser minha)
If I make you feel second best (Se eu te fiz sentir como a segunda melhor)
I'm so sorry I was blind (Sinto muito, estava cego)
You were always on my mind (Você sempre esteve em minha mente)
You were always on my mind (Você sempre esteve em minha mente)

Mais uma vez ele pega nas mãos dela e canta mais alto

Tell me, tell me that your sweet love hasn't died (Diga me, diga-me que seu doce amor não morreu)
Give me, one more chance to keep you satisfied, satisfied (Dê-me mais uma chance de manter você satisfeita, satisfeita)
Little things I should have said and done (Pequenas coisas que deveria ter dito e feito)
I just never took the time (Eu nunca separei um tempo para isso)
You were always on my mind (Você sempre esteve em minha mente)
You are always on my mind (Você sempre esteve em minha mente)
Tell me, tell me that your sweet love hasn't died (Diga me, diga-me que seu doce amor não morreu)
Give me, one more chance to keep you satisfied (Dê-me mais uma chance de manter você satisfeita)
You were always on my mind (6x) (Você sempre esteve em minha mente)

O casal começa a chorar eles se abraçam e Lupe canta abraçado a ela

Maybe I didn't treat you (Talvez eu não tenha tratado você)
Quite as good as I should (Tão bem quanto deveria)
Maybe I didn't love you (Talvez eu não tenha te amado)
Quite as often as I could (Tão frequentemente quanto deveria)
Maybe I didn't hold you (Talvez eu não tenha te abraçado)
All those lonely, lonely times (Em todas aqueles momentos solitários)
And I guess I never told you (E acho que nunca te disse)
I'm so happy that you're mine (Que sou feliz por você ser minha)

Eles se beijam no final da música e Ewertton chora de alegria ao assistir esse grande momento.

FIM DO MOMENTO MUSICAL

Quando a música acaba eles ouvem aplausos vindos de Luclock, Rafa e Gabriel.
–Que bonito essa canção que você cantou Lupe– disse Luclock.
–Ewertton está chorando de alegria pessoal– disse Rafa.
–É a primeira vez que vejo Ewertton chorar– disse Gabriel.
–Mas eu estou chorando por ver essa cena– Ewertton olha pra Carol e Lupe que se beijam– e de que vocês vão fazer de tudo pra me tirar daqui.
–Isso mesmo, eu contei pra Maeho sobre você e disse que vai fazer de tudo pra lhe tirar daqui– disse o alquimista.
–Quanto ao Billy, ele achou estranho, mas num disse nada sobre isso– disse Lupe que parou de beijar Carol.
–Só faltam três dias pro julgamento, estou tão ansioso pra que esse dia chegue– disse Gabriel.
–Eu também não vejo a hora de tudo isso ser resolvido– disse Carol.
–Mas, nós temos certeza que eu, Carol e Lupe vamos ficar no mínimo um ano aqui– disse Luclock.
–Tomara que esse dia do julgamento chegue logo– disse Lupe.
–Agora que estou mais calmo eu vou dormir, sugiro que vocês façam o mesmo– disse Ewertton.
E todos vão pra suas camas dormir.


Capítulo 12 – O Julgamento (parte 1)

Três dias depois...
Foro* de Rachel, 11 de março de 2009, 13h00min da tarde


*Lugar onde se exercem os debates judiciais e se trata dos negócios públicos.

O dia do julgamento chega, depois de almoçarem e irem pra sala de espera eles conversam um pouco:
–É hoje... – disse Luclock.
–... O dia do julgamento de nós cinco... – emenda Rafa.
–... E saber o que vai acontecer com a gente... – emenda Gabriel.
–... Se seremos culpados ou inocentes... – emenda Lupe.
–... Isso cabe ao juiz decidir– finaliza Carol.
–Ewertton disse que vai torcer pra que eu e Rafa seremos inocentes e que vocês ficariam mais um ano junto com ele– disse o alquimista.
–Tomara que os advogados que Maeho e Billy contrataram sejam bons pra nos ajudar a defender– disse o caçador.
–Mas terá advogados da oposição, e com certeza o Marlos estará lá com o advogado dele– disse Lupe.
–Isso é problema, mas já esta claro que ficaremos só um ano aqui e vocês dois junto com Billy vão pagar a fiança de Ewertton pra que ele saia– disse Luclock a Gabriel e Rafa.
–Sim nós faremos isso– disseram Gabriel e Rafa.
Os advogados Benilson e José entraram na sala e José disse:
–Está na hora da gente ir pra sala do julgamento.
–Estamos indo– disse Luclock.
Têm dois advogados, José é o advogado de defesa de Gabriel e Rafa; outro advogado chamado Benilson é o advogado de defesa de Carol, Luclock e Lupe.

Sala do Julgamento, 13h15min da tarde

Uma sala de julgamento como qualquer outro, tem a mesa com sete cadeiras onde ficam os jurados que decide se são culpados ou inocentes; duas mesas onde fica o advogado e o réu, que nesse caso tem uma mesa com três cadeiras onde fica o José, Gabriel e Rafa e outra mesa com quatro cadeiras onde fica o Benilson, Carol, Lupe e Luclock; a mesa de acusação onde está Marlos, o advogado dele chamado Lídio, um sábio com óculos escuros que pediu pra não ser identificado e a advogada dele que estava também de óculos escuros; ao lado esquerdo da mesa dos acusados ficava a do juiz um pouco mais alta e do lado esquerdo da mesa do juiz tinha a mesa onde tinha um escrevente com um computador que estava preparado pra anotar os depoimentos pra depois passar pros jurados e depois pra juiz. E têm a platéia que nessa platéia estava os pais de Maeho, os pais de Gabriel e Rafa.
Antes de sentar Carol e Luclock deram uma olhada pra platéia e depois ela disse baixinho:
–Ainda bem que os meus pais não estão aqui.
–Nem os meus, eles nem devem ter visto a notícia do jornal– disse Luclock baixinho.
–Todos sentados, por favor– disse o juiz.
Todos que estavam na sala se sentaram, e o juiz disse:
–Estão sendo julgados aqui os réus: Carol, Gabriel, Luclock, Lupe e Rafael.
–Advogados de defesa: José... – disse José que se levanta e depois volta a sentar.
–... e Benilson– finaliza Benilson que se levanta.
–Na mesa da acusação estão: Marlos, o advogado dele Lídio, Noirua e a advogada dele Atina, que nomes estranhos hein?– diz o juiz que os dois riram sem graça.
Depois das apresentações o juiz disse:
–Vamos começar, o primeiro a falar é Atina advogada de Noirua.
Os dois se levantaram, Noirua ficou na mesa onde ficava em frente ao juiz pra dar o seu depoimento e ela ficou do lado dele olhando pro juiz que disse:
–Bem, o caso que eu e o meu cliente queremos falar é sobre aqueles dois– disse Atina olhando pra Gabriel e Rafa.
Os dois se olharam e depois ela pediu pra Noirua começar a história.
–Eu estava nos campos de Rachel próximo a caverna de gelo matando monstros, quando eu vi esses dois e o mago entrando na caverna de gelo, eles eram adolescentes e resolvi segui-los.
–Resolveu segui-los, não é?– perguntou Anita que ele disse sim com a cabeça e ela continuou– e o que aconteceu na caverna?
–Bem, eu até queria ajudá-los a matar os monstros, mas eles conseguiram matar todos só que no terceiro andar, o mago tinha pós glaciais e esses dois tomaram o pó dele e colocaram nas 4 piras que tinham pra invocar o MVP Ktullanux.
–O QUE? ISSO É MENTIRA– gritou Rafa se levantando da cadeira.
–Não tomamos da mão dele, foi por causa...– disse Gabriel, mas ele foi interrompido pelo juiz.
–Ordem, ordem no tribunal– disse o juiz batendo o martelo que os dois se calaram– aguardem que ainda não é a vez de vocês, continue.
–Bem, aí o MVP invocou os servos e botou os três pra correr, mas no 2º andar eles conseguiram congelar o mago, e os dois não ajudaram o amigo e o deixaram lá, por isso eu contei pra todo o povo de Rachel que esses dois são culpados de matar o próprio amigo– disse Noirua.
–Pera ae, ele não estava morto ele só foi congelado– disse Gabriel mais alto.
–Ordem, se você não ficar quieto, vai ser preso junto com seu irmão– disse o juiz que depois se vira pra Noirua– continue, por favor.
–Bem isso é tudo o que eu sei, meritíssimo– disse o sábio.
–Creio que o meu cliente já disse tudo meritíssimo– disse Atina.
–Pois bem, agora quem vai falar é o Marlos o novo presidente de Lighthalzen– disse o juiz.
Marlos se levanta da cadeira e começa a falar:
–Boa tarde a todos, estou aqui pra falar daquele mago que matou o meu pai.
Todos da platéia fazem uma cara de espanto e um “ohhhh”.
–Certo, fale– disse o juiz.
–Mas antes me deixem eu contar uma história que fala sobre o porquê ele fez isso– Marlos se prepara pra contar a história.
“Meu pai Arthur era um grande presidente e tinha muito orgulho disso, nós os filhos que são Josh, eu e Ralf trabalhamos com ele, somos muito respeitados, mas teve gente que começou a falar mal do meu pai, dizendo que ele era muito ambicioso e só eu defendia e os meus irmãos achavam que ele estava sendo ambicioso, e por causa disso o meu pai diminuiu os salários deles, o Ralf sofreu muito e numa noite ele andou meio triste e aí ele conheceu a tal Emily uma moradora da periferia e aí começou a confusão, eu e meu pai soubemos disso e fomos conversar com Ralf ”
–E o que ele disse?– perguntou Benilson se levantando.
–Disse que não gostava da atitude do meu pai, que isso que ele fez era pra quebrar o preconceito de pessoas ricas e pobres, e meu pai ficou com tanta raiva e matou o meu irmão– respondeu Marlos
A platéia ficou chocada, Lupe ficou com raiva, mas tinha que se conter e Benilson faz outra pergunta:
–E o seu outro irmão, o Josh, o que aconteceu com ele?
–Quando ele soube da morte de Ralf, ele nunca mais foi visto, eu aposto que ele também se envolveu com outra mulher da periferia.
Lupe se levanta e diz com raiva:
–É bom que ele tenha sumido, porque não agüentava essa ambição de vocês dois.
–CALA ESSA BOCA SEU ASSASSINO– gritou Marlos.
Mal começam a discutir que o juiz usa o martelo, bate e diz:
–ORDEM, ORDEM NESSE TRIBUNAL!
Os dois se calaram e se sentaram.
Lídio se levanta e diz:
–O meu cliente disse com a mais pura verdade, e eu sei que todos aqui compreenderam a história dele.
–Eu concordo plenamente com ele– disse Atina .
–O que? Mas você é advogada do Noirua, porque esta concordando com Marlos se ele não é o seu cliente?– pergunta Benilson.
–É que eu vi o mago matar o avô, eu estava na Praça de Lighthalzen e fiquei curiosa em saber e acabei vendo o acontecido– respondeu a advogada.
Carol, Lupe e Luclock se olharam, mas eles começam a olhar desconfiadamente para Noirua e Atina.
–Pois bem, já que ouvimos a acusação, passamos agora a ouvir os réus e seus advogados de defesa– diz o juiz que imediatamente fala o primeiro réu– Gabriel sente-se ali.
Gabriel se levanta da mesa onde ele estava e vai pra mesa mais a frente que ficava bem em frente ao juiz.

Lupe89
Super Aprendiz
Super Aprendiz

Mensagens : 39
Data de inscrição : 07/07/2010
Idade : 28
Localização : Recife

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

13º e 14º capítulo

Mensagem por Lupe89 em Sex Set 17, 2010 3:07 pm

Capítulo 13 – O Julgamento (parte 2)

Foro de Rachel, Sala do Julgamento, 14h45min da tarde

Chegou à vez dos réus darem os seus depoimentos, o primeiro é Gabriel, o alquimista que ficou sentado na cadeira com a mesa e com o microfone, bem em frente ao juiz que disse:

–Você jura falar a verdade, somente a verdade e nada mais?

–Sim meritíssimo, irei falar a verdade– respondeu Gabriel.

–O advogado de defesa desse rapaz, fique em pé e faça as perguntas– disse o juiz.

José ficou em pé indo em direção a mesa onde Gabriel estava e começou a fazer as perguntas:

–Bem meu caro Gabriel, diante do juiz você prometeu falar a verdade, comece falando desse caso de você e de seu irmão, para ver se coincide com a história do tal Noirua.

–Acho melhor que meu irmão venha depor também, afinal viajamos juntos depois desse acontecimento– disse Gabriel.

–Ok, gostaria que os funcionários desse foro providenciassem outra mesa e outra cadeira e outro microfone pra que o Rafael sentasse pra depor com o irmão– disse José.

Os funcionários rapidamente conseguem uma mesa, uma cadeira e outro microfone, depois que arrumaram Rafa se levanta e vai se sentar na cadeira bem ao lado do irmão na frente do juiz.

–Bem, agora que já providenciamos pode começar– disse José.

–Bem, eu, Rafa e Maeho somos amigos de infância e nunca, jamais abandonaremos um ao outro– disse Gabriel.

–Mas porque vocês dois deixaram o Maeho ser congelado pelos monstros da caverna de gelo?– perguntou o juiz.

–Porque quando a gente foi pra lá pra tentar salva-lo ele já estava congelado, foi uma tristeza enorme termos que fazer isso, mas acabamos fugindo deixando ele lá– respondeu Rafa.

–Vocês me disseram que depois desse acontecimento, voltaram pra Rachel e as pessoas de lá chamaram vocês de assassinos?– perguntou José.

–Sim– responderam ao mesmo tempo.

–Nós explicamos várias vezes pra a população que não matamos, mas eles queriam nos linchar– disse Gabriel.

–Isso mesmo, nem os nossos pais quiseram falar com a gente, a sorte é que já tínhamos todos os kits do acampamento– continua Rafa.

–Porque vocês iriam fazer um acampamento?– perguntou o juiz.

–Bem, é que demora um dia e meio pra chegar à caverna de Rachel e pra isso nós levamos a barraca, colchões, essas coisas de acampamento– respondeu Rafa.

–E o Maeho estava com vocês?– perguntou José.

–Sim, mas ele era muito ansioso e queria chegar logo na caverna de Rachel pra conseguir entregar os pós glaciais pra um sábio– respondeu Gabriel.

–Espera ae estão me acusando sem provas– disse Noirua que se levanta.

–Então meritíssimo, eu gostaria que chamasse aqui pra depor o senhor Maeho, pra esclarecer essa história– disse José.

–Pedido feito, os dois voltem pra suas mesas e chamem o Maeho– disse o juiz.

Minutos depois Maeho aparece e se senta à mesa em frente ao juiz.

–Você Maeho promete falar a verdade nesse depoimento?

–Sim meritíssimo– responde o mago.

O advogado de Maeho chamado Jonas chegou e ficou entre a mesa de Maeho e do juiz e começou a perguntar:

–Bem, como você ouviu os seus amigos disseram que você é muito amigo deles e que por causa da ansiedade seu você ficou lá na caverna de gelo, isso é verdade?

–Sim, eu já pedi desculpas a eles e o sábio que estava lá era ele mesmo, ele pediu pra que eu entregasse os 4 pós glaciais, mas eu juro que eu não sabia que isso invocaria o MVP Ktullanux– respondeu Rafa.

–Isso é mentira, tudo mentira– diz Noirua alto se levanta.

–Ordem, ordem nesse tribunal– disse o juiz batendo o martelo.
Eles se calaram e o juiz pergunta:

–E o envolvimento daqueles três– diz olhando pra Lupe, Carol e Luclock.

–Eles ajudaram Rafa e Gabriel a me salvar e inclusive foi o Lupe que derrotou o MVP e aqui esta a prova– responde Maeho que pega a carta do MVP que passa pra Jonas e de Jonas pro juiz, ele olha e carta e fica com cara de impressionado.

–Bem seu juiz como pode ver o meu cliente é um herói, matou o MVP e consegui com suas últimas forças descongelar o Maeho– disse Benilson.

–Eu também estou impressionado, os meus clientes concordam que eles são os heróis e que graças a eles salvaram o Maeho e derrotaram o MVP– disse José.

–Mas isso não sou eu quem vai decidir e o julgamento ainda não acabou, peço pra que Maeho e o advogado dele se retirem, e que chame o ferreiro Billy pra dar o seu depoimento– disse o juiz.

Maeho e Jonas se retiram e entram Billy e o advogado dele Igor, Billy sentou-se na mesa em frente o juiz e Igor ficou do lado dele.

–Bem, meritíssimo o meu cliente gostaria de depor falando de todos, começando pelos dois– disse Igor se referindo a Rafa e Gabriel.

–Pois bem, mas antes ele tem que jurar que vai falar a verdade e nada mais– disse o juiz.

–Eu juro meritíssimo– disse o ferreiro

–Pois então pode começar– disse o juiz.

–Bem você, o Rafa e o Gabriel são muito amigos não é?– perguntou Igor.

–Sim, é que conheço o pai deles e sabe os dois se tornaram muito amigos, sempre eles vão lá pra minha ferraria comprar equipamentos que eu crio e aprimoro– disse Billy que olha pra os dois e sorri e eles retribuem o sorriso.

–E o Maeho você conheceu através deles não é?– pergunta o advogado.

–Sim, ele aparecia lá também e ultimamente ele andava estranho preocupado com alguma coisa, aí depois que os dois foram presos ele me contou toda a verdade, ele foi usado por aquele sábio pra pegar pós glaciais pra invocar o MVP Ktullanux, e o resto vocês já sabem– responde Billy, mas o Noirua ficou com raiva e não se levantou.

–Bem meritíssimo como você pode ver, a culpa não foi nem do Rafa, nem do Gabriel e nem do Maeho, todos apontam o sábio Noirua como culpado– disse Igor.

–Eu protesto o meu cliente não tem nada a ver com isso– disse Atina.

–Protesto negado– disse o juiz.

–O QUE?!– grita Atina.

–ORDEM– grita o juiz que bate o martelo que depois continua a falar– o depoimento dele ainda não terminou, falta falar dos três e quando terminar será a vez dos três depor.

Ele se referia a Lupe,Carol e Luclock, e o ferreiro começa a falar:

–Na verdade meritíssimo, eu não conheço muito bem a Carol e o Luclock, já o Lupe ele me disse que é o aprendiz do meu pai, aquele...– Billy queria falar alguma palavra maldosa que definiria Mephysto, mas ele se acalmou e continuou– bem e me contou que a morte do avô não foi por causa dele, mas foi porque o avô queria matar ele só porque era neto de uma mulher da periferia, e o Lupe não queria matar o avô, ele foi forçado a matar.

–Ah ta! E acha que eu vou acreditar nessa história– disse Marlos que se levanta.

–Espera– disse Lídio que puxa Marlos para se sentar e diz sussurrando– espera o Lupe falar.

–Tudo bem– disse Marlos baixinho e depois fala com o juiz em tom normal– me desculpe meritíssimo.

Mas o juiz não estava nem aí, estava olhando pra Billy que continua a contar a história:

–Quero que saiba meritíssimo, que o Lupe foi manipulado pelo meu pai e que ele vai pagar por tudo que ele fez, isso eu garanto– disse Billy que Lupe começa a chorar escondido e Carol percebe e consola ele.

–Ele esta do nosso lado agora amor– disse ela baixinho.

–Eu sei, é que estou muito grato ao ouvir isso que acabo me emocionado– disse Lupe baixinho.

–Tenha calma, daqui a pouco a gente vai pra lá falar em frente ao juiz– disse Carol.

Depois que Billy contou tudo, o juiz pede pra que Billy se retire e depois ele diz:

–Agora é hora da ré, Carol a ficar aqui na frente e dar o seu depoimento.

Ela se levanta, caminha e se senta à mesa em frente ao juiz.

Esse julgamento continua no próximo capítulo.


Capítulo 14 – O Julgamento (parte 3)

Foro de Rachel, Sala do Julgamento, 16h45min da tarde

Depois do réus Gabriel e Rafa, e das testemunhas Maeho e Billy darem os seus depoimentos, chega o momento que todos da Sala do Julgamento estavam esperando, os depoimentos de Carol, Luclock e Lupe.
O juiz diz no microfone:
–Agora é hora da ré, Carol a ficar aqui na frente e dar o seu depoimento.

Ela se levanta, caminha e se senta à mesa em frente ao juiz. Benilson se levanta e fica do lado da ré.
–Pode começar Benilson.
–Obrigado– disse Benilson pro juiz que depois olha pra Carol– você jura falar a verdade, somente a verdade?
–Sim eu juro– respondeu à lutadora taekowndo
– Bem você é a namorada de Lupe gostaria que você contasse um pouco de como você conheceu Lupe e como se envolveu nessa jornada com ele.
–Bem, eu o conheci na Ilha dos Aprendizes eu tinha 13 anos e ele 11, no começo quando estávamos na fila pra fazer a inscrição e quando chegou a vez dele, ele disse que não sabia quem era os pais e nem a data de nascimento e aí a mulher chamou os guardas e queriam botar ele pra fora, mas ela viu uma carta escrita pela Lily e a mulher se emocionou e deixou que ele ficasse.
Ouvindo isso Lupe começa a chorar e Luclock o consola.
–Quem é essa Lily poderia dizer pro pessoal?
–É uma sacerdotisa que ele conheceu na época em que ele era um menino de rua em Prontera– respondeu Carol.
–Vejam pessoal e vejam jurados– disse Benilson olhando pro auditório e pros jurados– essa sacerdotisa é solidária, tirou o menino das ruas e hoje ele é um aventureiro isso é uma prova que ainda tem gente bondosa nesse mundo.
–Ta tudo bem, mas isso não vem ao caso, o motivo é que ela é cúmplice por ajudar aquele mago a matar o pai do meu cliente– disse Lídio.
–Tudo bem estamos chegando lá, mas, por favor, continue Carol– disse Benilson.
–Depois que a gente saiu da Ilha dos Aprendizes, nós nos reencontramos em Prontera e depois que a gente ajudou o Kain a matar o MVP Besouro Ladrão Dourado, o Lupe disse que queria viajar pelo mundo por dois motivos: o de procurar os pais e de procurar a verdade pra salvar os males desse mundo– disse Carol.
–Como assim procurar a verdade?– perguntou Benilson.
–Bem eu confesso que eu não entendi o que ele quis dizer, mas ele sente que o mundo esta entrando em colapso lentamente, por isso ele quer acabar com esses males pra que o mundo volte a ter paz– respondeu a lutadora taekowndo.
–Nossa, bem acho que essas outras perguntas eu irei perguntar a ele, mas agora quero saber o porque você se envolveu nesse crime?– perguntou o advogado.
–Bem, quando estávamos em Lutie, o Lupe recebeu a carta do avô dele o Arthur, dizendo que dizia... – diz Carol que começa a se lembrar do que está escrito:

Lupe,
Eu sei que você se tornou um mago, eu sei que você quer me encontrar para me matar, mas eu errei muito matando o meu filho e a minha nora, no caso os seus pais, venha para Lighthalzen pra a gente conversar de homem pra homem. Eu esperarei por você.
Arthur, presidente de Lighthalzen


–Depois eu, ele e Luclock fomos pra lá pro Palácio de Lighthalzen e eu e o bardo ficamos esperando Lupe na sala de espera e foi aí que escutamos o barulho e as pessoas saíram correndo e nós também, ficamos esperando ele no lado de fora do palácio e notamos que ele saiu tranquilamente e os olhos deles estavam vermelhos e o rubi do cajado dele brilhava e foi aí que tudo aconteceu– disse Carol.
–Ah entendi, bem a conversa aqui acabou meritíssimo– disse Benilson olhando pro juiz.
–Bem, agora é a vez do bardo Luclock– disse o juiz que o bardo se levanta e vai se sentar em frente ao juiz.
–Você jura falar a verdade somente a verdade?– perguntou Benilson.
–Sim eu juro– respondeu o bardo.
–Bem poderia nos contar como conheceu o Lupe e a Carol e de como você se envolveu nisso?– perguntou Benilson.
–Sim, eu conto, eu conheci os dois em Geffen eles eram amigos de Kain na Ilha dos Aprendizes, que era meu colega de turma e bem eu gostei da história de Lupe e resolvi ajudar, eu percebi que em vários momentos o Lupe andava meio calado, parecia que estava escondendo alguma coisa, mas ele não queria falar– disse o bardo.
–Que coisa?– perguntou Benilson.
–Bem de uns tempos pra cá depois que matamos o MVP Osíris em Morroc, o nosso grupo se separou porque ele estava descontrolado por causa dos arruaceiros que ficavam ofendendo ele– disse Luclock.
–Que arruaceiros?– perguntou o advogado de defesa.
–Poly, Rokusho e Jerry, eles despertaram o MVP Osíris criando o caos em Morroc, o Lupe se descontrolou e acabou matando não só o MVP, mas ferindo outras pessoas também– disse o bardo.
–Ah então está explicado porque ele é um assassino– disse Marlos.
–Nossa eu estou impressionado com isso– disse Noirua.
–Ordem, deixem o réu terminar de depor– disse o juiz.
–Obrigado juiz– disse Luclock que continuou– depois a sacerdotisa Lily ressuscitou as pessoas que Lupe sem querer acabou ferindo e Carol ficou chorando pedindo pra que não matassem o Lupe e que não acusassem ele de nada, porque ele estava descontrolado, mas no dia seguinte o nosso grupo acabou se separando e quando estávamos em Lutie, o Lupe recebeu a carta do avô dele e o resto vocês sabem.
–Então você poderia continuar de onde ela parou?– perguntou Benilson.
–Sim, depois que o Lupe saiu e estando de olhos vermelhos e o cajado brilhando, que eu também achei estranho, ele voltou ao normal e não lembrava de nada, e aí os seguranças começaram a nos perseguir e nos cercaram quando estávamos perto de sair da cidade, e aí o Arthur começou a falar mal da periferia de Lighthalzen e a ofender o Lupe e aí ele ficou com raiva e percebi que o rubi do cajado dele brilhou e ele invocou a magia Tempestade de Raios, matando os seguranças e por último soltou um relâmpago matando o avô– disse Luclock.
Marlos não se conteve, ele se levanta e grita:
–SEUS ASSASSINOS VOCES VÃO PRESOS, CONDENE ELES JUIZ, CONDENE .
Começou o falatório e o juiz diz batendo o martelo:
–ORDEM, ORDEM SILÊNCIO.
Todos pararam de falar e o juiz vira pra Marlos:
–Se comporte que esse julgamento ainda não acabou.
–Ok me desculpe– disse Marlos.
Marlos voltou a se sentar e Benilson diz:
–Meritíssimo, o depoimento de Luclock acaba aqui.
–Tudo bem Luclock pode voltar ao seu lugar– disse o juiz que o bardo volta a se sentar junto de Carol e Lupe.
O escrevente ainda digitava todo o processo do julgamento ouve algumas conversas os jurados ficam mais atentos e o juiz diz:
–Agora chegou o momento que todos estavam esperando, o auditório, o júri, a mesa dos acusados e o escrevente, o réu Lupe, por favor, sente-se ali.
O juiz aponta pra mesa e cadeira que tem o microfone que fica na frente dele.
Lupe se levanta e se senta, e o juiz pergunta:
–Você Lupe, promete na presença de todos que aguardam o seu depoimento pra termos esse julgamento concluído, falar a verdade, somente à verdade?
–Sim meritíssimo eu prometo contar tudo e não irei mentir– respondeu Lupe.
O desfecho desse emocionante julgamento continua no próximo capítulo.

Lupe89
Super Aprendiz
Super Aprendiz

Mensagens : 39
Data de inscrição : 07/07/2010
Idade : 28
Localização : Recife

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

15º e último capítulo

Mensagem por Lupe89 em Sex Set 17, 2010 3:13 pm

Capítulo 15 – O Julgamento (final)

Foro de Rachel, Sala do Julgamento, 18h45min da tarde

Começando a noite em Rachel, na sala de julgamento chega o momento que todos estavam esperando, depois dos depoimentos de Marlos e Noirua e os advogados da mesa de acusação, dos réus Gabriel, Rafa, Carol e Luclock e os advogados de defesa, mas Benilson volta a agir pra defender o Lupe, e teve os depoimentos de Maeho e Billy que foram pontos positivos para eles, mas agora é a vez de Lupe que esta sentando na cadeira com mesa e microfone em frente ao juiz que ele diz:
–Você Lupe, promete na presença de todos que aguardam o seu depoimento pra termos esse julgamento concluído, falar a verdade, somente à verdade?
–Sim meritíssimo eu prometo contar tudo e não irei mentir– respondeu Lupe.
–Pode começar advogado de defesa– disse o juiz se referindo a Benilson.
–Bom Lupe, quer começar a contar a sua história ou ir direto ao assunto?– pergunta o advogado.
–Acho melhor eu ir direto ao assunto, eu sei que depois do meu depoimento eu vou contar a minha história– responde Lupe.
–Então conte pra mim e pra todos como foi que aconteceu essa confusão– pede o advogado.
–Eu estava em Lutie com a minha namorada Carol, meu amigo Luclock e mais dois casais, depois que derrotamos o MVP Cavaleiro da Tempestade, um menino veio me dar um presente e uma carta vindo do meu avô, e como a Carol já disse aqui, nós fomos para o palácio de Lighthalzen– contou Lupe.
–Mas agora aí é que eu quero saber e meu cliente também– disse Lídio se levantando e pergunta– como foi que você matou o pai dele, ou seja, o seu avô?
Todos ficam chocados fazendo um “oh” rápido, e Lupe respondeu:
–Pois bem, eu vou responder, ele queria saber como eu estava e acabou contando o porque que ele matou o seu irmão, no caso o meu pai e a minha mãe, e aí eu disse que já sabia de tudo porque outras pessoas me contaram.
–Quem foram essas pessoas?– perguntou Marlos olhando pra Lupe com raiva.
–Foram Necronx e Wampi, eles me encontraram em Geffen e me contaram tudo, e eu fiquei chocado– respondeu Lupe.
–Eu sei quem são ajudaram a sua mãe a fugir dos seguranças do meu avô, e ele queria matar os dois e onde eles estão?– perguntou Marlos.
–Eu não vou dizer, porque eu não quero mais envolve-los e que você não termine o desejo de seu avô que é matar eles– disse Lupe.
–Pois você vai dizer, juiz obrigue ele a dizer ou mande ele pro xilindró– disse Marlos.
–Voce tem que dizer Lupe, isso é importante pra você e pra todos– disse o juiz.
Mas antes que Lupe pudesse protestar em defender o casal de repente alguém da platéia se levanta e diz:
–Não precisa nos defender mais, Lupe.
Era a voz de Necronx, Lupe se vira e vê ele e Wampi de pé e eles foram lá pra frente e o juiz disse pro segurança que barrou eles:
–Deixem eles passarem, irão fazer o depoimento.
O segurança deixou o casal passar e eles sentaram na cadeira e Benilson pergunta:
–Poderia contar essa história?
–Sim, eu conto, a gente era funcionário lá do Palácio de Lighthalzen, eu trabalhava na parte de refinar armas pros seguranças e minha mulher na parte de pesquisas de itens no Laboratório Bio-Vida, fazendo poções, e a gente era muito amigo do Ralf, eles nos ajudava muito– disse Necronx.
–Nós não gostávamos de Arthur, porque ele era muito ambicioso, ele só pensava na empresa e no dinheiro e o Ralf ficava com vergonha de ouvir o pessoal falar mal dele e com raiva por causa do pai, o Josh também depois nunca mais vimos o Josh, depois da vergonha que o pai dele faz, ele menosprezava o povo da periferia– disse Wampi.
–Quer dizer que esse Josh fugiu?Ele fazia o que?– perguntou o juiz.
–Ele trabalhava lá no Palácio, mas ele comprava comida e ajudava as pessoas da periferia de Lighthalzen as escondidas, até que o Arthur descobriu e mandou os seguranças irem atrás dele– respondeu Wampi.
–Mas ele já sabia que isso iria acontecer e fugiu e nunca mais foi visto– disse Necronx.
–Eu nem quero mais ver a cara do meu irmão, já que ele se envolveu com essa gente– disse Marlos.
–Nossa que preconceito você, puxou o pai– disse Wampi.
–Cala essa sua boca, foi bom vocês pedirem demissão, mas não se esqueçam que eu vou terminar o que o meu pai deixou de fazer, que é matar vocês por terem ajudado o cretino do meu irmão e a aquela vadia da mulher dele– disse Marlos se alterando.
Todos ficaram pasmos com o que Marlos disse e depois o povo vaiou.
–ORDEM! ORDEM NESSE TRIBUNAL!– disse o juiz.
Todos fizeram silêncio, Carol aproveitou pra sussurrar no ouvido de Luclock:
–Nossa por essa eu não esperava.
–Eu também não– disse Luclock sussurrando no ouvido de Carol.
–Nossa que cara preconceituoso– disse Gabriel sussurrando no ouvido de Rafa.
–Puxou mesmo o pai– disse Rafa.
–Bem, vocês ainda não falaram sobre o pai e a mãe de Lupe– disse Benilson.
–Ah sim, eu vou falar– disse Wampi que depois olha pra Lupe que ele faz o sinal com a cabeça de cima pra baixo, é como se ele dissesse “pode contar”.
Wampi respirou fundo e começou a contar:
–Depois que o Josh desapareceu, Ralf foi reclamar com o pai sobre as atitudes dele, que fazia passar vergonha e tudo, e o pai não estava nem aí e por causa disso, Ralf pediu demissão e foi nessa noite que ele conheceu Emily e toda noite ele iria para praça a noite se encontrar com ela, foi todo dia, aí ele levou ela para o motel e eles fizeram amor.
– E foi aí que Emily acabou engravidando de Ralf, meses depois Arthur descobriu que Ralf teve um caso com uma mulher da periferia e matou o próprio filho– disse Necronx que Wampi e Lupe não se conteram e começaram a chorar.
–Traz água com açúcar aqui pros dois por favor– disse Benilson ao segurança que foi buscar dois copos de água com açúcar e deu pra Lupe e pra Wampi e deram um gole.
–Eu e Wampi, ajudamos Emily a escapar dos capangas do Arthur que ele contratou pra matá-la, mas ela estava perto de ter o Lupe, e quando estávamos no aeroplano indo pra Juno, a bolsa estourou no meio do vôo Lupe nasceu– continuou Necronx.
Wampi depois de tomar outro gole de água com açúcar, mais calma ela continuou:
–Quando chegamos em Juno, eles nos pegaram e atiraram nela, o meu marido foi atacar eles e Emily disse que a gente era uma boa pessoa e pediu pra que a gente cuidasse do Lupe e disse pra gente fazer ele feliz, mas só que nós não conseguimos ficar com ele, e acabamos dando ele pra uma senhora que vivia num abrigo de Prontera.
–Nossa que história, você confirma isso Lupe?– perguntou o juiz.
–Sim meritíssimo, eles me contaram essa história quando eu encontrei com eles em Geffen, e concluindo, a senhora com que eles me deixaram foi como uma mãe pra gente, não só cuidava de mim, mas de ouras crianças de rua, ensinava coisas boas pra gente, mas quando eu tinha 9 anos ela faleceu e todas as crianças que estavam comigo, uns saíram pra roubar, outros foram pra adoção e outros morreram– disse Lupe que começa a chorar, não só ele, mas Necronx, Wampi, Carol, Luclock, Gabriel, Rafa e algumas pessoas do auditório choraram.
Billy e Maeho que estavam no auditório também choraram e Billy disse:
–Nossa que história triste, e pensar que ele virou aprendiz daquele desgraçado do meu pai.
–Billy, eu sei que você tem todo o direito de ficar com raiva do seu pai, mas é que agora estamos na reta final do julgamento, se controla– disse Maeho que depois enxugou as lágrimas.
–Quando o Lupe e os outros saírem, eu vou com eles e eu vou deixar dois dos meus aprendizes de ferreiro a tomarem conta da loja– disse Billy enxugando as lágrimas.
–Já esperava que você dissesse isso, eu vou com Gabriel e Rafa para Veins, nós vamos nos aventurar por lá– disse Maeho.
–Mas eu continuava nas ruas de prontera, a maioria das pessoas foram legais comigo, me deram dinheiro, a bibliotecária me deixou ler os livros de lá, até eu conhecer a sacerdotisa Lily que me ajudou a me tornar um aprendiz e sou o que sou hoje, um mago– disse Lupe.
–Nossa que história, bem acho que o casal já falou o que tinha que falar em sua defesa Lupe, portanto podem se retirar– disse o juiz.
–Muito obrigada, juiz– disse Wampi que depois olhou pra Lupe e sorriu e saiu com o Necronx e voltou pra os seus lugares no auditório.
–Bem agora quero saber como você conheceu o Mephysto o pai de Billy e seu mestre– disse o juiz.
–Eu sei que todos querem saber isso e vou contar, ele apareceu no meu sonho, no meu sonho eu era gatuno que queria me vingar de três gatunos que me roubaram, mas aí ele apareceu e disse:

Eu sou aquele que diz a verdade, eu vi o seu sofrimento e sua vida, se você for escolher uma profissão escolha com o coração, não por vingança.

– e aí eu acordei e já me decidi o que queria ser, queria seguir os passos dele, ser um sábio– disse Lupe.
–Bem isso os seus amigos já disseram, agora a dúvida é porque eles falam que você de vez em quando fica possuído?– perguntou o juiz.
–Olha, isso eu também estou querendo saber, eles culpam o meu cajado, mas ele me da força pra invocar as magias, sem ele eu não sou um mago, mas ele me deu um dom, o de prevê o futuro através dos meus sonhos e eles se realizam– respondeu o mago.
–Mas isso não explica o fato de você ter matado o meu pai, assassino– disse Marlos se levantando.
–Se acalme, por favor, se não você vai ser preso– disse o juiz.
–Assim num dá, ele tem que ser preso– disse Noirua sussurrando no ouvido de Atina.
–É, mas por enquanto não podemos fazer mais nada– disse Atina sussurrando no ouvido dele.
–Pode me dizer quais sonhos previsíveis foram realizados?– perguntou o juiz.
–Um é que a gente iria ser preso e ser julgado com esta acontecendo agora, e outro é que eu mataria o meu avô, por mais que eu sentia ódio pelo que ele fez com os meus pais eu não fiz por querer– disse Lupe.
–FEZ SIM SEU ASSASSINO, AINDA BEM QUE MEU IRMÃO E A PESTE DA MULHER DELE ESTÃO MORTOS– disse Marlos descontrolado que riu.
–AGORA JÁ CHEGA VOCÊ VAI SAIR DESSA SALA, VOCE E SEU ADVOGADO LÍDIO, PRA FORA– gritou o juiz que os seguranças tiraram os dois.
Depois que saíram e foram vaiados até, o juiz disse:
–Bem agora que todos deram os seus depoimentos, quero que os réus saiam com os seus advogados e o júri se encaminha pra uma sala só pra vocês discutirem e votar pra ver se eles são inocentes ou culpados, eu vou dizer a sentença, intervalo de meia hora.
Ele bate o martelo, as pessoas do auditório começam a falar, Lupe e os outros foram pra sala de espera.

Sala de Espera, 21h 00 min.

Lupe e os outros estão na sala de espera e Rafa diz:
–Nossa esse julgamento é tenso demais.
–Tomara que o Ewertton esteja certo da gente ser inocente e vocês ficarem só um ano aí– disse Gabriel.
–Parece que isso esta escrito em nosso destino– disse Lupe.
–É verdade, eu estou começando a acreditar nessas previsões e destinos– disse Luclock.
–Eu já acredito faz tempo não é amor?– disse Carol que beija Lupe.
–Nossa, esse povo é tão estranho principalmente esses três que você defende– disse José que conversa baixinho com Benilson.
–É mas esse é o nosso trabalho, confesso que eu me emocionei com história desse mago– disse Benilson.
–Eu também– disse José.

Em outra sala de espera, a parte da acusação, Lídio fala com Marlos:
–Voce não precisava ter feito isso, porque você se alterou?
–Porque eu não gosto desse mago e dos amigos dele, bem feito pelos pais dele terem morrido– disse Marlos com raiva.
–Mas está referindo ao seu irmão Ralf– disse o advogado.
–Que se dane o meu irmão ele já esta morto, só vou ficar tranqüilo quando eu ouvir o juiz falar que eles são culpados e que eles fiquem por mais 30 anos na cadeia pra verem o que é bom– disse Marlos.
Noirua e Atina ficaram quietos assistindo os dois conversarem.

Sala do Julgamento, 21h30min.

Meia hora se passou e todos estavam na sala esperando o juiz que chega e se senta. Um dos seguranças passa a caixa contendo os votos do júri, ele pegou cada um, viu e disse:
–Bem, estão todos aqui para saber o veredito final, não é isso?
Todos fazem sim com a cabeça.
–Vou começar com os dois réus Gabriel e Rafael.
Eles olham pro juiz e ficam com cara de expectativa.
–O veredito dos réus Gabriel e Rafael é: Inocente de todas as acusações.
Eles comemoram e o auditório bate palmas até Lupe, Carol e Luclock bateram palmas. Depois de baterem palmas o juiz disse:
–Agora os réus Carol, Luclock e Lupe, o veredito é: culpado, mas na maioria dos casos vocês foram inocentes, portanto só vão ficar um ano na cadeia, caso encerrado.
Ele bate o martelo e Marlos disse:
–O QUE UM ANO? JUIZ ELES TEM QUE FICAR É 30 ANOS, NÃO PODE SER.
Lídio segura Marlos e puxa ele pra fora.
Enquanto Carol, Luclock e Lupe estavam sendo algemados, Gabriel disse pra eles:
–Bom a gente se vê daqui a um ano, mas a gente vai visitar vocês.
–É não se preocupem, além da gente, Maeho e Billy também vão visitar vocês, e também nós falaremos com o Ewertton pra saber como ele esta– disse Rafa.
Rafa e Gabriel saíram da sala direto pra liberdade, enquanto Carol, Lupe e Luclock voltam pra cela onde estava Ewertton.
–Olá pessoal como foi o julgamento?
–Foi bem como você estava prevendo Ewertton, vamos ficar mais um ano aqui com você, mas quando formos libertados você vai com a gente– respondeu Lupe.
–Isso mesmo, eu assino embaixo você vai com a gente– disse Luclock.
–E isso é uma promessa, ouviu?– perguntou Carol.
–Ok, obrigado por vocês me deixarem fazer parte desse ciclo de amizade de vocês– disse Ewertton.
–Vamos dar um abraço coletivo?– perguntou Luclock.
E eles deram um abraço coletivo no espiritualista e eles ficaram lá durante um ano.

Fim da 3ª temporada

Lupe89
Super Aprendiz
Super Aprendiz

Mensagens : 39
Data de inscrição : 07/07/2010
Idade : 28
Localização : Recife

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Jornada do Lupe - 3ª temporada

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum